Formatura de Mariângela do Curso de Direito da PUC março de 1984
Roberto Moreira Porto e Mariângela Miller Moreira Porto
quinta-feira, 28 de julho de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Como vim morar em Moema
Para poder falar sobre o bairro de Moema, preciso primeiro contar como vim parar aqui.
Era dezembro de 1993 e ao telefone meu irmão me diz que havia comprado um apartamento em Moema.
Eu não sabia que êle estava procurando um imóvel, a surpresa foi tanta que fiquei, por alguns momentos meio fora do ar, e quando
me dei conta êle estava contando que estava tentando estacionar o carro em frente ao empreendimento que ele queria, mas não
tinha nenhuma vaga, então ele resolveu dar uma volta no quarteirão e encontrou uma na Av. Pavão, a poucos metros de onde ele queria ir.
Êle estacionou, desceu do carro e enquanto trancava a porta, olhou em volta e deparou com outro empreendimento. Gostou da planta,
entrou e depois de ficar a par de tudo que envolve a compra de um imóvel, fechou negócio. Simples assim, se esquecendo totalmente do
outro imóvel que o trouxe até aqui. E é aqui que entra a mão do destino, se êle tivesse conseguido estacionar o carro em frente ao outro empreendimento, provavelmente o teria comprado, e seria o pior negócio que faria na vida, pois esse empreendimento era da Encol,
precisamente aquele edifício na esquina da Pavão com a Araguari, que, em virtude de tudo que aconteceu com a construtora, a obra ficou
parada por alguns anos, foi um estacionamento até recentemente ter sido retomada por outra construtora e até hoje não está pronto.
Todos os dias, ao olhar pela janela, eu penso na sorte que meu irmão teve em não conseguir parar o carro lá, e agradeço a Deus, pois tudo poderia ter sido muito diferente, somos muito felizes no nosso apartamento e nesse bairro gostoso e acolhedor que hoje tenho
muito orgulho de poder fazer parte.
texto enviado por: Claudia Carvalho
Para poder falar sobre o bairro de Moema, preciso primeiro contar como vim parar aqui.
Era dezembro de 1993 e ao telefone meu irmão me diz que havia comprado um apartamento em Moema.
Eu não sabia que êle estava procurando um imóvel, a surpresa foi tanta que fiquei, por alguns momentos meio fora do ar, e quando
me dei conta êle estava contando que estava tentando estacionar o carro em frente ao empreendimento que ele queria, mas não
tinha nenhuma vaga, então ele resolveu dar uma volta no quarteirão e encontrou uma na Av. Pavão, a poucos metros de onde ele queria ir.
Êle estacionou, desceu do carro e enquanto trancava a porta, olhou em volta e deparou com outro empreendimento. Gostou da planta,
entrou e depois de ficar a par de tudo que envolve a compra de um imóvel, fechou negócio. Simples assim, se esquecendo totalmente do
outro imóvel que o trouxe até aqui. E é aqui que entra a mão do destino, se êle tivesse conseguido estacionar o carro em frente ao outro empreendimento, provavelmente o teria comprado, e seria o pior negócio que faria na vida, pois esse empreendimento era da Encol,
precisamente aquele edifício na esquina da Pavão com a Araguari, que, em virtude de tudo que aconteceu com a construtora, a obra ficou
parada por alguns anos, foi um estacionamento até recentemente ter sido retomada por outra construtora e até hoje não está pronto.
Todos os dias, ao olhar pela janela, eu penso na sorte que meu irmão teve em não conseguir parar o carro lá, e agradeço a Deus, pois tudo poderia ter sido muito diferente, somos muito felizes no nosso apartamento e nesse bairro gostoso e acolhedor que hoje tenho
muito orgulho de poder fazer parte.
texto enviado por: Claudia Carvalho
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Minhas memórias sobre Moema...
Moema... Minhas memórias não são tão antigas. Moro no bairro, na Alameda dos Anapurus, há 20 anos, mesmo assim, pude vivenciar parte da mudança e do crescimento da região.
Moema foi (e é) a minha única casa, já que nem ao menos me lembro de outros locais em que eu morei. Tenho lembranças de quando era pequena e ouvia o vento bater na minha janela, nessa alameda tranqüila. Ou então de ir brincar no Parque Calói, onde, depois de muitos tombos e acidentes, aprendi a andar de bicicleta.
Em cada canto que nascia um novo prédio e se criava uma nova dinâmica de paisagem, percebia um novo Moema. E quantos prédios cresceram! Todos os terrenos vagos de repente se transformavam em uma nova habitação... A visual do bairro foi mudando. O antigo Moema de fábricas e residências operárias cresce. E cresce para ser um dos mais privilegiados bairros residenciais de São Paulo.
E todos os fins de semana tomando raspadinha Slurpee, ou então indo ao Hobby vídeos para alugar algum filme... Tempos diferentes que marcaram minha infância! A Santa Marcelina, que virou Santa Micaela, o Brunella no lugar da Ofner, o Palace, e tantas outras coisas que vão mudando, modificando a paisagem e a gente nem percebe!
Toda páscoa tenho um sentimento de nostalgia, quando a procisão vem e toma conta das alamedas e avenidas, com suas velas em um canto contínuo. Ou então as quartas feiras de feira que ia para comer pastel.
Penso em como será o bairro daqui a 5, 10, 15 anos. Não importa o que acontecer, a região sempre estará guardada em nossas memórias do jeitinho que ela é...
texto enviado por: Aline Estefam
sábado, 23 de julho de 2011
Minha adorável herança
Estávamos todos encantados com as gracinhas dela, parecia uma bolinha de pêlo, melhor ainda uma estopa usada, corria pra lá e pra cá mostrando todas as suas façanhas. Nos preparávamos para o jantar e ela preocupada que todos deixavam a sala para se sentar à mesa do jardim correu na cozinha e puxando sua caminha deixou-a ao lado do meu marido e se sentou,bastou isso para que meu marido se apaixonasse por ela.
Minhas crianças sempre quiseram um cachorro, mas o Bernard nunca deixou alegando o trabalho que teríamos e dos problemas que iríamos ter com nossas viagens constantes ao Brasil. Muitos choros, muitas promessas de “eu juro que cuido!”, mas ele sempre foi determinante contra qualquer argumento.
Mas depois de alguns anos sentada naquele jardim eu vi nos olhos dele o encantamento que ele sentiu pela Bunny. Nessa época morávamos no Loiret, França, e sua doença já o afetava bastante.
Descobri que a raça daquele punhado de carinho era "caniche” e naquele ano quando fui de férias ao Brasil fiquei sabendo que a tradução de caniche para o português era poodle e sabendo que o Bernard estava encantado por uma cachorrinha dessa raça, minha família passou a procurar um filhote para dá-lo de presente de Natal. Por coincidência a amiga de minha irmã tinha uma cadela que estava grávida para nascer duas semanas antes do Natal.
Ela chegou no dia 24 dezembro de 1999 com um laço de fita vermelho, tão pequenininha que o laço era maior que ela.. Meu marido o Bernard ficou muito emocionado e logicamente adorou o presente. Quando ela fez 45 dias fomos buscá-la e logo ela se aconchegou no meu ombro, era a coisinha mais fofa do mundo!
Quinze dias depois com vacinas dadas, viajamos de volta para França e ela foi o centro de atenções dentro do avião, veio no meu colo dormindo as 12 horas de viajem.
A inteligência dela nos surpreendeu, nunca fez pipi fora do lugar e com 3-4 meses, como morávamos em casa, ela começou a fazer suas necessidades fora. Nós conversávamos com ela como uma criança e os seus olhinhos da cor de uma jabuticaba olhavam indagadores, como pedindo ajuda pra nos entender. Mudamos logo de casa, fomos para a Provence e lá ela derreteu muitos corações. Eu descia a pé para a padaria, era mais ou menos 500 metros, ela ia solta, parava pra falar com todos e francamente, muitas vezes achei que era poliglota, pois entendia à todos. Havia uma senhora chamada Fanny que morava na esquina de casa, para chegar na porta da sua casa tinha uma pequena alameda em aclive, todas as vezes que passávamos ela subia pra dar bom dia e ganhar um biscoito, muitas vezes a deixei lá, para levar o Bernard para sua sessão de quimioterapia em Marseille, e quando isso acontecia Dona Fanny a regalava com friscasse de frango puro, motivo pelo qual a levei algumas vezes ao veterinário por indigestão...
Outra vez ela quebrou a unha descendo a escada de casa, meu marido ficou desesperado quando viu sangue nas patas dela, tivemos que ir em emergência no vet e ela riu muito com o seu desespero. Ele nunca se preocupou tantos com nossos filhos quando doentes como com a Tchica, esse é o seu nome.
Ela dormia na sua caminha debaixo da nossa cama, mas de madrugada ela pedia ao Bernard pra subir e ele delicadamente o fazia deitar no meio da cama. Meus filhos a adoram desde o primeiro dia que a viram e “apesar de ser uma poodle”, como eles dizem, é parte da família Schaeffer desde o dia que nasceu.
Viemos e voltamos várias vezes ao Brasil e entre uma das viagens ela ficou grávida e teve 5 filhotes lindos! O Bernard agora queria ficar com os 5, mas ficamos com apenas uma, a Tina.
Seis anos atrás meu marido partiu, mas me deixou 2 bens preciosos de herança, minhas companheiras de todas as horas, boas ou más,a alegria da casa e o xodó da família.
De volta ao Brasil agora somos três, Tchica Tina e eu!
texto enviado por: Iara Schaeffer
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Lindo!!! Obrigado por compartilhar!
Vasco Rodrigues
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Gosto muito dos seus textos!
Márcia Ovando
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quinta-feira, 21 de julho de 2011
Minha adorável vira-lata ZOÉ
Ainda estava preguiçando na cama numa manhã de domingo, quando fui pega de surpresa pelas minhas filhas,as danadas colocaram uma caixinha de sapatos do meu lado e,quando olhei vi uma cachorrinha bem pequeninha, toda pretinha dormindo bem gostosinho, gente, quase morri de tanta emoçao,chorei, chorei, sorri e tornei a chorar -que alegria! Fiquei encantada , alucinada,pegava no colo,mimava, acariciava e chorava de novo.Minha casa ficou cheia de visitas com presentinhos, medalhinhas de proteçao e,logicamente,a pequena de la pra ca de colo em colo toda faceira, folgada e com carinha de tô adorando e quero mais.Nos dias seguintes corremos para comprarmos escovinha,perfuminho,caminha,ossinhos e tudo mais que precisava e, num desses dias a danada subiu na cadeira e com paura nao conseguiu descer ate minha filha acordar ficou la tremendo de medo e com uma carinha bem sem graçaMamae que dó.Dessa primeira subidinha foi um passo para escalar a mesa,e nao deu outra,roubava as frutas e deixava a prova do seu pecado canino na sua caminha-caroços e cascas de banana.O tempo foi passando e ela crescendo,crescendo e o seu amor e fidelidade crescendo ainda mais e mais, e ,hoje com um ano e dois meses mais ou menos,continua peralta,e com o olhar de coitadinha adora passear no parque do ibirapuera e correr pelo gramado toda alegre.Zoe, adotada,vira-lata e a mais amada desse mundo,é a nossa constante alegria,é linda,carinhosa,meiga,manhosa,mimada e uma cachorrinha que só falta falar.Zoe é feliz e nos faz mais e mais felizes .Tucha Aind-a tava preguiçando na cama numa manhã de domingo, quando fui pega de surpresa pelas minhas filhas,as danadas colocaram uma caixinha de sapatos do meu lado e,quando olhei vi uma cachorrinha bem pequeninha, toda pretinha dormindo bem gostosinho, gente, quase morri de tanta emoçao,chorei, chorei, sorri e tornei a chorar -que alegria! Fiquei encantada , alucinada,pegava no colo,mimava, acariciava e chorava de novo.Minha casa ficou cheia de visitas com presentinhos, medalhinhas de proteçao e,logicamente,a pequena de la pra ca de colo em colo toda faceira, folgada e com carinha de tô adorando e quero mais.Nos dias seguintes corremos para comprarmos escovinha,perfuminho,caminha,ossinhos e tudo mais que precisava e, num desses dias a danada subiu na cadeira e com paura nao conseguiu descer ate minha filha acordar ficou la tremendo de medo e com uma carinha bem sem graçaMamae que dó.Desa primeira subidinha foi um passo para escalar a mesa,e nao deu outra,roubava as frutas e deixava a prova do seu pecado canino na sua caminha-caroços e cascas de banana.O tempo foi passando e ela crescendo,crescendo e o seu amor e fidelidade crescendo ainda mais e mais, e ,hoje com um ano e dois meses mais ou menos,continua peralta,e com o olhar de coitadinha adora passear no parque do ibirapuera e correr pelo gramado toda alegre.Zoe, adotada,vira-lata e a mais amada desse mundo,é a nossa constante alegria,é linda,carinhosa,meiga,manhosa,mimada e uma cachorrinha que só falta falar.Zoe é feliz e nos faz mais e mais felizes .Tucha Aind-a tava preguiçando na cama numa manhã de domingo, quando fui pega de surpresa pelas minhas filhas,as danadas colocaram uma caixinha de sapatos do meu lado e,quando olhei vi uma cachorrinha bem pequeninha, toda pretinha dormindo bem gostosinho, gente, quase morri de tanta emoçao,chorei, chorei, sorri e tornei a chorar -que alegria! Fiquei encantada , alucinada,pegava no colo,mimava, acariciava e chorava de novo.Minha casa ficou cheia de visitas com presentinhos, medalhinhas de proteçao e,logicamente,a pequena de la pra ca de colo em colo toda faceira, folgada e com carinha de tô adorando e quero mais.Nos dias seguintes corremos para comprarmos escovinha,perfuminho,caminha,ossinhos e tudo mais que precisava e, num desses dias a danada subiu na cadeira e com paura nao conseguiu descer ate minha filha acordar ficou la tremendo de medo e com uma carinha bem sem graçaMamae que dó.Desa primeira subidinha foi um passo para escalar a mesa,e nao deu outra,roubava as frutas e deixava a prova do seu pecado canino na sua caminha-caroços e cascas de banana.O tempo foi passando e ela crescendo,crescendo e o seu amor e fidelidade crescendo ainda mais e mais, e ,hoje com um ano e dois meses mais ou menos,continua peralta,e com o olhar de coitadinha adora passear no parque do ibirapuera e correr pelo gramado toda alegre.Zoe, adotada,vira-lata e a mais amada desse mundo,é a nossa constante alegria,é linda,carinhosa,meiga,manhosa,mimada e uma cachorrinha que só falta falar.Zoe é feliz e nos faz mais e mais felizes .
texto enviado por: Marta Ovando Obara
quarta-feira, 20 de julho de 2011
..ali tranquila a Marrom
Essa gracinha fica praticamente o dia todo aí toda dengosa, preguiçosa nessa poltrona em frente uma loja de decoração em plena Praça do Capivari, em Campos do Jordão . A Marrom não está nem aí com o barulho e com o vai e vem das pessoas que circulam pela praça.Nesse dia da foto o conjunto tocava Beatles e todos cantavam e ela......ali tranquila no seu aconchego!
Marcia Ovando
segunda-feira, 18 de julho de 2011
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Florinha
É sabido que todo mundo que tem cachorro acha que o seu é especial. Então, chegou a hora de falar de como a minha é “única”. Ela tem 3 kilos de carinho, alegria e muita personalidade.
Aquele montinho de pelos dourados com um toquinho de rabo que balança muito forte como um catavento maluco enche de paixão o meu coração.
Dizem que o amor do cão pelo dono é incondicional, mas sei também que o meu amor pela Florinha é sem tamanho de tão grande e só tem uma razão de existir: ela conviver com a nossa família há quase 9 anos, desde que tinha 40 dias.
texto enviado por: Cristina Kuczynski
sexta-feira, 15 de julho de 2011
A melhor festa do mundo
Chego em casa, mas antes mesmo de abrir a porta ouço ele fungar, sentindo meu cheiro. A comemoração começa, ele late, abana o rabo, pula, uiva! É a festa de boas vindas do meu filho. Não importa se eu passei três meses fora, ou se só fui bem ali comprar pão, o amor animal incondicional é o mesmo. Me faz sentir a pessoa mais importante do mundo.
Durante esses dez anos, mas do que companheiro fiel é o melhor filho que eu poderia ter tido. Ainda na Áustria, era o único que me tirava de casa para passear na neve, com frio abaixo de zero. Anos mais tarde, me tirava da cama, quando eu não tinha vontade de levantar. E ainda hoje me tira do sofá quando decide que é hora de brincar. E agora, que virou brasileiro, me tira do sério, na hora do almoço pedindo comida na mesa.
Quando veio ao Brasil, se comportou muito bem em sua sacolinha, aos nossos pés, no avião. Até que resolvi ir ao banheiro e uma senhora me cutucou. “Moça, a cachórrinha fugiu.” Olhei para trás e lá vinha a peste andando no corredor em meio às poltronas, atrás de mim. E atrás dele o comissário com uma descompostura, “Esse cão tem que ficar preso!”
No país tropical Mozart se realizou, tomou banho de mar, se esbaldou de brincar com seus parentes cachorros e foi totalmente estragado pelo avô. Meu lorde austríaco, trilíngue, que frequentou escola, que atendia prontamente aos comandos, sitz, platz und shut up! (senta, deita em alemão e fica quieto em inglês) e mais o “dá a patinha” em português; que na Europa ia a restaurantes e ficava comportadíssimo sentado em baixo da mesa e passeava comigo em shoppings Centers, agora no Brasil é um perfeito cachorro da família Polizzi. (Lembram do Felipe?)
Com o avô aprendeu a pedir comida na mesa, dormir na cama e latir sem parar mostrando a gaveta onde ficam seus bifinhos até que ganhe um. Na rua enfrenta qualquer pitbull. Vai puxando a gente, mostrando o caminho que quer. E se vou pro outro lado, ele empaca e me olha brabo. “Que olhar mais humano ele tem”, comentou um amigo.
Agora que voltei a passar longos períodos na Áustria, não tenho coragem de tirá-lo de seu novo lar, de sua esposinha brasileira, a Tulipa, do aconchego da bivó, e dos paparicos do avô. “Acho que eles querem dar uma volta de carro,” anuncia o nono. “Mozi, Tulipa, passear!”. E mais uma festa de arromba começa. Vida com cão é outra coisa.
Valéria Piassa Polizzi
. . . . . . . . . . . . . . . . .
Valéria
fico muito feliz e orgulhosa de ter no blog uma história sua e , sem dúvida ,vou querer mais uma, mais uma,mais uma.......
"Menina linda" posso dizer que ......."te carreguei no colo....
Muitos beijos e um abraço gigante,
Marcia Ovando
Valéria Piassa Polizzi
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Valéria
fico muito feliz e orgulhosa de ter no blog uma história sua e , sem dúvida ,vou querer mais uma, mais uma,mais uma.......
"Menina linda" posso dizer que ......."te carreguei no colo....
Muitos beijos e um abraço gigante,
Marcia Ovando
Livros de Valéria Piassa Polizzi:
.DEPOIS DAQUELA VIAGEM
traduzido para o espanhol,alemão,italiano e português
.Crônicas
ENQUANTO ESTAMOS CRESCENDO
.Coletânea de contos de vários autores
MECANISMOS PRECÁRIOS
.Crônicas
PAPO DE GAROTA
.Coletânea de contos de vários autores
GRANDES AMIGOS
PAIS E FILHOS
Livros de Valéria Piassa Polizzi:
.DEPOIS DAQUELA VIAGEM
traduzido para o espanhol,alemão,italiano e português
.Crônicas
ENQUANTO ESTAMOS CRESCENDO
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MECANISMOS PRECÁRIOS
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PAPO DE GAROTA
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segunda-feira, 11 de julho de 2011
Dona Zeca
Parece que foi ontem pois, ainda está viva em minha memória quando a vi entrando em nossa sala do 4º ano do Grupo Escolar Cezar Martinez, em nosso primeiro dia de aula. Sabíamos de sua fama de braba. Ela, a Professora do 4º ano.Dona Zeca, como era conhecida. Amada por uns e odiada por outros. Ela estava vestida de preto, saia de tailleur, blusa e sapatos, que lhes ornavam a fama de braba dando-lhe um ar severo. A Dona Zeca tinha uma pedagogia sui generis, que hoje lhe traria muitos aborrecimentos. Quando estava no quadro negro, de costas para a classe, costumava chamar a atenção dos alunos que perturbavam suas aulas, virando-se bruscamente e atirando pedaços de giz e os fuzilava com um olhar duro,brabo que podia prenunciar uma suspensão ou uma reprovação anual. A verdade é que todos a respeitavam ou morriam de medo. De minha parte, afirmo que pertencia ao grupo dos que a amavam. Devo à ela me tirar de um sufoco que já me causava problemas com meus pais. Eu havia repetido o terceiro ano e segundo explicação da Da. Alice, minha professora, à minha mãe, eu era novo para acompanhar os mais velhos e, portanto, seria melhor repetir o ano. Claro que foi uma forma educada de dizer que eu não estava acompanhando os demais, e assim repeti. Para as provas finais do ano da repetição, eu estava mal em matemática e português. Se repetisse corria o risco de ser jubilado. Minha mãe, então, foi conversar com Dona Zeca e pediu-lhe para me dar algumas aulas particulares. Ela disse que aceitaria desde que pudesse conversar antes comigo. Mandou chamar-me na sala dos professores, olhou firme nos meus olhos e disse-me, “ Você avalia o sacrifício que sua mãe está fazendo por você?” Lembro que não respondi apenas anui com a cabeça que sim. Ela zangou-se e indagou, “Você não tem língua, não? Tem? Então responda e não faça gesto com a cabeça”, gaguejei e respondi, “ Sim”, ela retrucou, “Sim o que?”, então lhe respondi, “ Sim, tenho língua.” Ela enfureceu-se e vociferou escandindo as palavras, “ Seu ignorante”, e continuou, “Quero saber se entende o sacrifício de sua mãe.” Eu, ainda nervoso e meio assustado, afirmei que sim, que entendia. Ela, então, me fez prometer que eu faria valer cada centavo pago pelas aulas particulares. Foi assim, que aquela mulher temida assumiu-me quase como um filho e de maneira firme mas sem perder a ternura mostrou-me como a matemática e o português seriam fáceis de compreender. Sempre que eu errava uma questão ou um tempo de verbo, lá vinha o seu lado megera pra cima de mim. Alguns beliscões e pequenos coque na cabeça me traziam a realidade rapidinho.Certo dia notei que ela estava meio triste e perguntei, “ Dona Zeca a Sra. está triste?” Ela, cotovelo apoiado na mesa, mão espalmada no rosto, deu uma resposta dura, “ Se estou ou não, isso não é da sua conta, viu seu moleque enxerido.” Pedi desculpas e depois de alguns segundos, olhou-me ternamente e respondeu, “Sim, estou triste.Problemas meus”, e eu comentei, “Minha mãe quando está triste, ela chora. A sra. também chora?” Ela respondeu algo para mim inteligível naquele momento, “ A alma de tão sofrida já não tem forças para chorar.” Na hora não alcancei a profundidade daquele pensamento mas ficou na memória. Só alguns anos depois, quando numa determinada situação fiquei triste pela morte de um ente querido, lembrei daquelas palavras e aí entendi. Durante dois meses ela me preparou para as provas finais. No final ela me disse ternamente, “Zé, tenha confiança em você, porque você está preparado, eu sei, eu tenho certeza. Vai meu filho, mostre que valeu a pena o dinheiro que sua mãe gastou. Essa experiência te valerá por toda vida.” Fiz a prova e me saí muito bem, passei para o quarto ano e tive ela como professora. Atravessei o quarto ano como um bom aluno e conclui o curso sem sobressalto. Em seguida fiz o vestibulinho para o Ginasial. Na minha época, para cursar o ginasial, tínhamos que fazer uma prova de avaliação. Foi fácil. Por isso quando, ao longo de minha vida, enfrentei e ainda enfrento situações complicadas lembro da querida mestra me dizendo, “ Tenha confiança Zé, você está preparado para enfrentá-la, eu sei que está”. Saudades da querida mestra.
texto enviado por: José Palma Bodra
texto enviado por: José Palma Bodra
sábado, 9 de julho de 2011
...um dia muito especial
Quando pequena sempre achei que o feriado de 9 de julho existia porque era aniversário do meu pai. Muito feliz alguns dias antes eu espalhava para todos os meus amigos a importância desse dia até que
num almoço de aniversário do meu pai ouvi os adultos conversando sobre a importância dessa data COMEMORAÇÂO DA REVULOÇÃO CONSTITUCIONALISTA, nem preciso dizer que fiquei arrasada com a descoberta! Aos poucos consegui pronunciar corretamente a palavra toda e a entender a importância da data.
Tantos anos se passaram e hoje mais do que nunca tenho certeza absoluta de que o feriado de 9 de julho é em comemoração a REVOLUÇÂO CONSTITUCIONALISTA e em comemoração também, ao aniversário do meu pai! Hoje êle faria 91 anos.
Marcia Ovando
num almoço de aniversário do meu pai ouvi os adultos conversando sobre a importância dessa data COMEMORAÇÂO DA REVULOÇÃO CONSTITUCIONALISTA, nem preciso dizer que fiquei arrasada com a descoberta! Aos poucos consegui pronunciar corretamente a palavra toda e a entender a importância da data.
Tantos anos se passaram e hoje mais do que nunca tenho certeza absoluta de que o feriado de 9 de julho é em comemoração a REVOLUÇÂO CONSTITUCIONALISTA e em comemoração também, ao aniversário do meu pai! Hoje êle faria 91 anos.
Marcia Ovando
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Em frente ao Grupo Escolar César Martinez
Alameda Iraé em frente ao Grupo Escolar César Martinez
Ronaldo Lippi com o seu pai Mario Lippi e seu tio Silvano Lippi
carro Mercury ano 1951
foto enviada por:Ronaldo Lippi
Ronaldo Lippi com o seu pai Mario Lippi e seu tio Silvano Lippi
carro Mercury ano 1951
foto enviada por:Ronaldo Lippi
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Grupo Escolar César Martinez
Foi no Grupo Escolar César Martinez, que meus pais, em anos diferentes e sem se conhecerem, freqüentaram suas primeiras aulas, no bairro de Indianópolis, num prédio localizado na Alameda Iraé, atrás da Igreja N Sra Aparecida, no local onde hoje funciona o Centro Comunitário da Paróquia. Em 1953, na esquina da Alameda Iraé com Avenida Indianópolis, foi inaugurado o novo prédio da escola, construído no antigo campo de futebol do Clube União de Indianópolis, clube onde meus pais se conheceram. O Grupo Escolar César Martinez passou a ser então o local de votação aonde nos dias de eleição, acompanhava meus pais e aproveitava para correr naquele pátio imenso. Em 1984, de volta a São Paulo, depois de morar 15 anos em Mogi das Cruzes, inscrevi-me no concurso de remoção de professores. Na época, indiquei 25 escolas, abrangendo desde a Luz até Santo Amaro, mas nem sequer lembrei do César Martinez. Fui removida para a EEPG Prudente de Morais, na estação Tiradentes do Metro, ao lado da FATEC e comissionada numa instituição filantrópica, a Casa D Macário, na Vila Maria. No ano seguinte inscrevi-me de novo na remoção e indiquei três escolas: a EEPG Rodrigues Alves, na Av Paulista, a EEPG Mario de Andrade, no Brooklin, onde cursara o primário e a EEPG César Martinez, que redescobrira por acaso num passeio em Moema.Fui premiada e removida para essa última. Lecionei ali de 1987 a 1995 como efetiva e, aposentada, continuei como substituta com classe até 1998. Foram anos de trabalho prazeroso, numa escola tradicional e conceituada, com um excelente corpo docente, onde pude exerci com plenitude minha vocação para o magistério e conquistei amigas que preservo com carinho. Jacira, Marilda, Regina, Rosa, Nadir, Iveta, Ana Emilia, Maria Lúcia, Maria José - minha diretora de pulso forte e coração de manteiga são algumas de muitas, que fazem parte desse pedaço da minha história, ligado a uma escola, que mesmo antes de meu nascimento, já fazia parte da minha vida. texto enviado por: Lidia Walder |
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domingo, 3 de julho de 2011
Grupo Escolar César Martinez onde começou a funcionar o Ginásio Estadual Professor Alberto Levy
Foi por no final de 1956 para o início de 1957, que através de um exame seletivo, de admissão ao ginásio, que fui admitido no Ginásio Estadual Professor Alberto Levy, pelas provas escrita e oral de Português, Matemática, Geografia e História, decoradas num imenso livro da família Rangel, se não me engano (Luiz Cardoso Rangel).
O diretor na ocasião era o Sr. Carlos Alvarenga, e os professores Srª Maria Aparecida e Srª Manhuncia de matemática, Dona Terezinha de Geografia, Hilde Sihler de Inglês, Carmen Michele Santana de Francês, Dona Nanci de desenho, Sr. Antonio de Trabalhos manuais, Dona Lia de Latim e outros professores que não me lembro mais.
O período de aula era chamado de noturninho, que iniciava à 17:30 horas e encerrava à 20:30 horas, exigidos um uniforme, no tom caque meio amarronzado, com uma jaqueta com dois bolsos e um logotipo Losangular escrito GEPAL e com uma gravata marron, na época tinha semelhança com o uniforme de entregadores de leite da Leco, e também parecido com uniforme de Carteiro.
O início do Alberto Levy se localizava no mesmo prédio do Grupo Escolar Cezar Martinez, na Av. Indianópolis com Al. Iraé, ao lado do Parque Infantil Dona Anita Costa.
Al. Iraé chegando no Largo de Moema tinha um comércio com um açougue de nome Modelo, o Foto Kisara, O Bazar Ana Maria, uma loja de discos, o barbeiro Júlio, uma farmácia, o Bar do Pereira, em frente o Bar do Amilcar. Local de encontros dos alunos do Gepal e Colégio Princesa Isabel da diretora dona Diva. Dalí se planejava os programas de jovens.
Havia também o Cine Joá com 620 poltronas modernas e estofadas, cujos filmes chegavam com um pouco de atraso, e a lanchonete African Dog moderna e avançada do proprietário o Sr. Julio e os filhos Eduardo e Miguel, que faziam um Hot Dog e um Hambúrguer, inesquecíveis até hoje, talvez pela ocasião. Local freqüentado nos finais de domingo pela Rosa Maria Murtinho, e seus filhos, deliciando um enorme Sundae de morango. Alem de outro local de lanches o La Sorela , sem contar do famoso John Sehn, ainda não freqüentado pelos jovens, e a chegado da Casa típica Alemã Bierhale, com moças vestidas com trajes típicos muito chopp e polcas Austríacas e Alemãs.
Com relação ao transporte, só havia o rebolante bonde camarão com três estágios, Indianópolis, Brooklin Paulista e Santo Amaro, cujas paradas eram nominadas, começando lá pelo Instituto Biológico com parada Ibirapuera – Ipê – Monte Líbano – Moema - Largo Franco – Vila Helena – Campos Sales – Rodrigues Alves ou (Casa da Força) por haver ali uma subestação da Light – Campo Belo – Piraquara – Frei Gaspar – Volta Redonda – Brooklin Paulista – Petrópolis – Floriano – Marechal Deodoro, depois Santo Amaro no largo 13 – Largo São Sebastião e Socorro. Também passou a circular pelo largo de Moema uma linha da Viação Moema – o Ipiranga Aeroporto, útil para nossa ida aos Bailes de formatura Aeroporto.
Na época as exigências da polícia era que provássemos que estudavamos ou trabalhávamos, apresentando a caderneta Escolar de capa dura, carimbada diariamente com presente – ausente ou feriado, ou carteira profissional provando trabalho. Examinada detalhadamente por duas policias da ocasião RUPA – rede unida da primeira auxiliar que chagava ao Largo de Moema com oito ou 10 viaturas, e a RUDI – rede unida do departamento de investigações.
Saudades muitas dos bailes pró-formatura em casa de família além das músicas de Ray Connif – Bil Haley – Ray Charles – as duas bebidas eram o Cuba Libre – com Run Coca Cola, limão e gelo e o Hi Fi – com Crush Gin e gelo. Os rapazes se apresentavam com surrados ternos, gravatas da moda finas igual a um cordão de sapatos, e camisa Volta ao Mundo em branca – Azul ou Amarela, Bril Cream nos cabelos, topetes igual ao Elvis Presley, e as moças com barulhentos vestidos, e um enorme penteado (ninho) cheio de Laquê.
Saudades de Moema
texto enviado por: Sergio de Pinho Moreira
texto enviado por: Sergio de Pinho Moreira
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Grupo Escolar César Martinez
Formatura do primário de Ronaldo Lippi
Ronaldo Lippi e Renato Janine Ribeiro
Ronaldo Lippi recebendo o diploma da professora Maria Contarelli Seixas
fotos enviadas por: Ronaldo Lippi
ano das fotos; 1960
GRUPO ESCOLAR CÉSAR MARTINEZ, Alameda Iraé, 155
domingo, 26 de junho de 2011
...cafezinho,bolo e muita conversa
IRANY CABRAL CARVALHO nasceu na cidade de Santiago no Rio Grande do Sul,em 1920.Quando tinha três anos a família foi morar em São Luís das Missões, cidade onde sua família tinha uma fazenda com plantação de cana de açúcar.
Aos 17 anos, numa tarde de fevereiro quando foi ao cinema com sua amiga Tide conheceu Heitor Magalhães Carvalho, na época com 23 anos, mineiro de Pouso Alegre,farmacêutico.No dia 14 de julho de 1937 começaram a namorar e se casaram em 18 de dezembro do mesmo ano.
Na época da guerra nasceu seu primeiro filho José Galeno e em 1940 nasceu Erico.
Devido a transferência do marido , agora tenente, a família precisou mudar para Pouso Alegre, Minas Gerais, onde morou por 14 anos e onde nasceram os seus filhos Fabia Maria e Heitor. Já morando na cidade de Piquete nasceram os seus filhos Dora e Fernando Miguel. Em 1963 devido ao convite que seu marido Heitor recebeu para supervisionar um Banco de Sangue em São Paulo, a família se muda para o Jardim Novo Mundo, Moema, mais precisamente para a Rua Olivia,na casa de número 264. Na época dona Irani estranhou muito, pois as ruas do bairro eram todas, ainda de terra e a água era tirada dos dois poços existentes no quintal. Com o tempo foi se acostumando e gostando muito do bairro. Alguns anos depois a família se muda para uma outra casa, mas na mesma Rua Olivia. As plantas de seu quintal são um dos amores de dona Irani.
Irany Cabral Carvalho e Heitor Magalhães Carvalho(em memória)
filhos: José Galeno(em memória),Erico,Fabia Maria(em memória),Heitor(em memória),Dora e Fernando Miguel
netos: Adriana(em memória),Luana, Erica,Paula,Guilherme,Gustavo e Lívia
IMPORTANTE RESSALTAR : HEITOR, MAIS CONHECIDO COMO ZINHO,UM DOS FILHOS DE DONA IRANY, CONHECIDO E MUITO QUERIDO POR TODOS OS MORADORES DO BAIRRO,
E QUE SEM DÚVIDA ALGUMA FOI DURANTE TODA A SUA VIDA A ALEGRIA DA NOSSA RUA OLIVIA!
Aos 17 anos, numa tarde de fevereiro quando foi ao cinema com sua amiga Tide conheceu Heitor Magalhães Carvalho, na época com 23 anos, mineiro de Pouso Alegre,farmacêutico.No dia 14 de julho de 1937 começaram a namorar e se casaram em 18 de dezembro do mesmo ano.
Na época da guerra nasceu seu primeiro filho José Galeno e em 1940 nasceu Erico.
Devido a transferência do marido , agora tenente, a família precisou mudar para Pouso Alegre, Minas Gerais, onde morou por 14 anos e onde nasceram os seus filhos Fabia Maria e Heitor. Já morando na cidade de Piquete nasceram os seus filhos Dora e Fernando Miguel. Em 1963 devido ao convite que seu marido Heitor recebeu para supervisionar um Banco de Sangue em São Paulo, a família se muda para o Jardim Novo Mundo, Moema, mais precisamente para a Rua Olivia,na casa de número 264. Na época dona Irani estranhou muito, pois as ruas do bairro eram todas, ainda de terra e a água era tirada dos dois poços existentes no quintal. Com o tempo foi se acostumando e gostando muito do bairro. Alguns anos depois a família se muda para uma outra casa, mas na mesma Rua Olivia. As plantas de seu quintal são um dos amores de dona Irani.
Irany Cabral Carvalho e Heitor Magalhães Carvalho(em memória)
filhos: José Galeno(em memória),Erico,Fabia Maria(em memória),Heitor(em memória),Dora e Fernando Miguel
netos: Adriana(em memória),Luana, Erica,Paula,Guilherme,Gustavo e Lívia
IMPORTANTE RESSALTAR : HEITOR, MAIS CONHECIDO COMO ZINHO,UM DOS FILHOS DE DONA IRANY, CONHECIDO E MUITO QUERIDO POR TODOS OS MORADORES DO BAIRRO,
E QUE SEM DÚVIDA ALGUMA FOI DURANTE TODA A SUA VIDA A ALEGRIA DA NOSSA RUA OLIVIA!
10 de janeiro de 2011 dona Irany comemorando os seus 91 anos
fotos enviadas por: Dora Carvalho
Meu grande abraço à dona Irany pelo seu carinho comigo e por toda sua alegria e entusiasmo em contar um pouco de sua história.
Dona Irany mãe dos queridos Didel e Dorinha
terça-feira, 21 de junho de 2011
Mariângela Maciel Miller : formatura do primário no Colégio Cristo Rei
coral dos formandos recebendo o diploma da professora Odila ano da foto: 1970
fotos enviadas por: Mariângela Miller Moreira Porto
Igreja Nossa Senhora da Esperança
Primeira Comunhão de Mariângela Maciel Miller
ano da foto: 1970
foto enviada por Mariângela Miller Moreira Porto
ano da foto: 1970
foto enviada por Mariângela Miller Moreira Porto
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Um passeio pelo Viaduto do Chá
Essa fotografia é mesmo especial para mim,pois além de me permitir recordar um momento delicioso da minha infância é um registro histórico dos hábitos paulsitanos que viveram na nossa querida cidade na década de 50.Soube pelo meu pai que ela foi tirada por um lambe-lambe,lembra deles?
Acredito que ela seja de 1954 ou 55, calculada pelo tamanho do meu irmão Hamilton.Ao seu lado está uma prima da minha mãe,Ligia de Três Pontas MG, depois eu, muito chic vestida com um sobretudo cinza, cujos botões guardo até hoje de recordação.Ao meu lado minha tia Cinira, a caçula das mulheres da família da minha mãe e outra prima,Conceição, também mineira,irmã da primeira.
O passeio fotográfico aconteceu no Viaduto do Chá, provavelmente numa tarde em que as três jovens iam às compras ou para um chá, como tinham o hábito de fazer diariamente.Um dado interessante de ser lembrado é que naquela época não ficava bem moças solteiras passearem desacompanhadas,então, na falta de um homem disponível,nós crianças da casa íamos juntas para garantir a reputação das senhoritas e, logicamente,adorávamos.
Mais um detalhe,essas primas vinham todos os anos de Minas para São Paulo e ficavam hospedadas na casa da minha avó, ali perto do Páteo do Colégio.Elas são irmãs do pai adotivo do Milton Nascimento,o Bituca, com quem cantei numa rádio de Três Pontas.
texto e foto enviados por: Suely Piedade Santos
Minha amiga Suely tem um blog que vale muito ser visitado:
http://www.dapenaomouse.blogspot.com/
Acredito que ela seja de 1954 ou 55, calculada pelo tamanho do meu irmão Hamilton.Ao seu lado está uma prima da minha mãe,Ligia de Três Pontas MG, depois eu, muito chic vestida com um sobretudo cinza, cujos botões guardo até hoje de recordação.Ao meu lado minha tia Cinira, a caçula das mulheres da família da minha mãe e outra prima,Conceição, também mineira,irmã da primeira.
O passeio fotográfico aconteceu no Viaduto do Chá, provavelmente numa tarde em que as três jovens iam às compras ou para um chá, como tinham o hábito de fazer diariamente.Um dado interessante de ser lembrado é que naquela época não ficava bem moças solteiras passearem desacompanhadas,então, na falta de um homem disponível,nós crianças da casa íamos juntas para garantir a reputação das senhoritas e, logicamente,adorávamos.
Mais um detalhe,essas primas vinham todos os anos de Minas para São Paulo e ficavam hospedadas na casa da minha avó, ali perto do Páteo do Colégio.Elas são irmãs do pai adotivo do Milton Nascimento,o Bituca, com quem cantei numa rádio de Três Pontas.
texto e foto enviados por: Suely Piedade Santos
Minha amiga Suely tem um blog que vale muito ser visitado:
http://www.dapenaomouse.blogspot.com/
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Valdir e Maria Cecilia Saguas em plena lua de mel na Boite Nightand day no Hotel Serrador, Rio de Ja neiro, assistindo o show de Carlos Machado com Grande Otelo, Elizete Cardoso, Silvio Caldas e Norma Tamar.
ano da foto: 1958
ano da foto: 1958
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Santo Antonio
Os anos que morei na Nhambiquaras foram repletos de festas juninas. Meus vizinhos eram muito festeiros, Dona Cecília, Seu Castanheira, Dona Olímpia, Seu Ney, Dona Tereza... nos reuníamos todos na frente da minha casa, que tinha um jardim na frente, por sinal nada cuidado, fazíamos a fogueira, cada um trazia uma coisa, quentão, bolo de fubá, pipoca, milho verde, canjica, arroz doce... O arraial era muito bem servido, dançávamos a vontade e nos divertíamos até a madrugada, todas as famílias e agregados.
Normalmente essas festas eram feitas quase sempre na véspera de Santo Antonio ou São Pedro.
Uma dessas festas ficou bem gravada na minha mente ,eu tinha 14 anos, nessa noite tínhamos uma relação de adivinhações para Santo Antonio.
Começavamos com as agulhas virgens, naquela época a minha paixonite aguda era o dono da DKV azul. Eu colocava a primeira agulha que representava ele e depois a segunda que seria eu. A minha agulha corria corria atrás do DKV e ...nada, nuuunca elas se juntavam, por mais que eu tentasse e usasse de todas estratégicas enganosas... nada. O dono daqueles olhos azuis sempre saía numa corrida doida loooonge de mim, para minha angustia!
Depois da tentativa fracassada das agulhas fomos para a faca virgem na bananeira (coitada), depois de enfiar a faca na pobre da bananeira, tínhamos que rezar para Santo Antonio um Pai Nosso e esperar o outro dia, onde no "sangue” da bananeira estaria estampado o nome do meu futuro marido. Quem sabe um 'N' apareceria para alimentar minhas esperanças...
A próxima adivinhação era descascar uma laranja por inteiro sem quebrar a casca, depois roda-la pensando no alfabeto, quando ela se partisse você teria a inicial do nome do seu marido. Para minha infelicidade, ela se quebrava logo no início, mesmo quando eu a rodava bem devagarinho para que pudesse chegar até o 'N' ...nunca chegava!!!!!!!
A última tentativa da noite era os papelotes com o alfabeto, você os deixava debaixo do travesseiro e pela manhã você teria um deles abertos e a descoberta da inicial do nome do futuro marido.
A noite continuava; pula fogueiras, risadas, danças e paqueras até que o cansaço nós vencía e cada um devagar voltava às suas casas.Dia seguinte, dia das grandes descobertas!!!!!!!!
Primeira coisa: levantei o travesseiro e havia um papelote aberto e não era o bendito 'N'...corri para o quintal da vizinha onde estava enfiada as facas ...tudo se misturava, mas eu até que conseguia ler uma letra ou duas, mas também não era as iniciais do meu amado! Todas nós saíamos rindo, nada deu certo. Essa coisa de Santo Antonio não funciona, é tudo uma porcaria, bobeiras que o povo inventa... eu sei que vou casar com ele... e os sonhos continuavam...
Anos depois quando lembrando esses acontecimentos de infância, me lembrei das letras do alfabeto cortado na casca da laranja, do papelote , debaixo do travesseiro e da letra na bananeira: 'B' !!!!!!!
Genteeee adivinhe o nome do meu marido???
... Bernard!!!!!!!!
Êta santinho bommm sô!!!!!!!!!!
texto escrito por: Iara Schaeffer
Normalmente essas festas eram feitas quase sempre na véspera de Santo Antonio ou São Pedro.
Uma dessas festas ficou bem gravada na minha mente ,eu tinha 14 anos, nessa noite tínhamos uma relação de adivinhações para Santo Antonio.
Começavamos com as agulhas virgens, naquela época a minha paixonite aguda era o dono da DKV azul. Eu colocava a primeira agulha que representava ele e depois a segunda que seria eu. A minha agulha corria corria atrás do DKV e ...nada, nuuunca elas se juntavam, por mais que eu tentasse e usasse de todas estratégicas enganosas... nada. O dono daqueles olhos azuis sempre saía numa corrida doida loooonge de mim, para minha angustia!
Depois da tentativa fracassada das agulhas fomos para a faca virgem na bananeira (coitada), depois de enfiar a faca na pobre da bananeira, tínhamos que rezar para Santo Antonio um Pai Nosso e esperar o outro dia, onde no "sangue” da bananeira estaria estampado o nome do meu futuro marido. Quem sabe um 'N' apareceria para alimentar minhas esperanças...
A próxima adivinhação era descascar uma laranja por inteiro sem quebrar a casca, depois roda-la pensando no alfabeto, quando ela se partisse você teria a inicial do nome do seu marido. Para minha infelicidade, ela se quebrava logo no início, mesmo quando eu a rodava bem devagarinho para que pudesse chegar até o 'N' ...nunca chegava!!!!!!!
A última tentativa da noite era os papelotes com o alfabeto, você os deixava debaixo do travesseiro e pela manhã você teria um deles abertos e a descoberta da inicial do nome do futuro marido.
A noite continuava; pula fogueiras, risadas, danças e paqueras até que o cansaço nós vencía e cada um devagar voltava às suas casas.Dia seguinte, dia das grandes descobertas!!!!!!!!
Primeira coisa: levantei o travesseiro e havia um papelote aberto e não era o bendito 'N'...corri para o quintal da vizinha onde estava enfiada as facas ...tudo se misturava, mas eu até que conseguia ler uma letra ou duas, mas também não era as iniciais do meu amado! Todas nós saíamos rindo, nada deu certo. Essa coisa de Santo Antonio não funciona, é tudo uma porcaria, bobeiras que o povo inventa... eu sei que vou casar com ele... e os sonhos continuavam...
Anos depois quando lembrando esses acontecimentos de infância, me lembrei das letras do alfabeto cortado na casca da laranja, do papelote , debaixo do travesseiro e da letra na bananeira: 'B' !!!!!!!
Genteeee adivinhe o nome do meu marido???
... Bernard!!!!!!!!
Êta santinho bommm sô!!!!!!!!!!
texto escrito por: Iara Schaeffer
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Moema nos anos 60
Quando fui morar no Jardim Lusitânia, o único lugar por perto que se tinha para compras era Moema.
Pegávamos o bonde na esquina do que é hoje a avenida Ibirapuera com a rua Pedro de Toledo. Ali era um lugarzinho ermo e descampado, onde só havia poucas casas, sem calçadas, e os trilhos do bonde, que eram instalados em dormentes sobre o chão de terra socada.
Não sei por que os trilhos do bonde sempre eram acompanhados por uma porção de pedras mais ou menos grandes, do tamanho das pedras dos mosaicos portuguêses que se vêm por aí...
Em direção a Moema, a vista era aberta e o bonde passava, balançando para um lado e para outro, ao lado do clube Monte Líbano que fica na avenida República do Líbano, esquina com a atual avenida Ibirapuera, e lá havia outro ponto de parada do bonde.
Atravessar a República do Líbano era fácil, pois não havia quase carros. Às vezes, quando vinha alguma autoridade, chegando pelo único aeroporto da cidade, era nessa avenida que ficávamos para assistir o cortejo de carros oficiais, os "chapa branca"!
Eu me lembro do Giovanni Gronchi passando por lá e minha prima falando em voz alta: "signora Gronchi, anch′io mi chiamo Carla!" A esposa do Giovanni se chamava Carla, como minha prima, que queria de qualquer maneira, dar o seu recado do alto dos seus 10 aninhos!
Havia um supermercado nesta última esquina, o Peg-Pag, uma novidade, mas se quiséssemos seguir no bonde, desceríamos no ponto em frente à Igreja N. Sra Aparecida, ou adiante, no "balão do bonde", acho que na Macuco.
Ali havia uma série de lojas como a de ferragens, mais adiante a Casa Eurico que penso que ainda exista e a Sulamita de aviamentos. Depois de Moema, o bonde continuava seu andar de pato, com seu som característico de ferros batendo e seus guinchos nas freiadas.
Embaixo de um dos bancos de madeira havia areia, para ser usada em caso de incêndio, mas sem instruções e, pedia-se para o motorneiro parar puxando uma corda de couro que ficava à nossa disposição em toda a extensão do bonde, acionando um sininho.
O interior era marrom avermelhado característico de todos os bondes, seus banco eram de ripas de madeira nobre, anatomicamente desenhados, e para nosso deleite e por falta de coisa melhor para fazer, líamos as famosas propagandas que nunca eram trocadas e que, por isso, ficaram gravadas nas mentes de quem usava esse meio de transporte.
Outro dia, na frente do antigo Mappin, reparei que a reforma que a região está sofrendo, respeitou um pedaço de trilho desenterrado, que assim, ficou exposto e ganhou placa para explicar para quem não conhece, o que são aqueles dois pedaços de ferro em paralelo, enterrados no meio do asfalto!
texto enviado por: Silvana C. Boni
PÃO ITALIANO DE MOEMA
No largo de Moema existia(acho que ainda está viva) uma padaria que fazia o melhor pão italiano do bairro.Aos domingos a fila para comprar dava a volta no quarteirão.
enviado por: Valdir Saguas
No largo de Moema existia(acho que ainda está viva) uma padaria que fazia o melhor pão italiano do bairro.Aos domingos a fila para comprar dava a volta no quarteirão.
enviado por: Valdir Saguas
sábado, 11 de junho de 2011
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Avenida Aratãs,1701
Em 1948 Maria Lucia , seu marido Edmundo Rodrigues Alves (em memória) e suas filhas Maria Lucia e Maria Eliza na ocasião com nove meses se mudam da Rua General Carneiro, no Bosque da Saúde para uma casa na Avenida Uapés. Nessa casa nasce a terceira filha do casal, a Maria Alice.Em 1958 a familia se muda para uma casa na avenida Aratãs,1701.
Da esquerda para a direita a amiga Renata,Maria Eliza,Maria Alice,um amiguinho e Maria Lucia,na casa da avenida Uapés
Maria Alice e seus pais Maria Lucia e Edmundo,ano 1970
Casa da avenida Aratãs,1701 o portão e todos os detalhes em madeira da casa foram feitos pelo sr. Edmundo Rodrigues Alves, muito caprichoso, um verdaeiro artista na arte com a madeira.A casa,ainda existe, porém está toda reformada. O carro que aparece era da família,um Citroem.
Maria Eliza e Renato em frente a casa da avenida Aratãs, na foto aparece o cachorrinho Pichinim,ano 1968, depois que se casaram êles foram morar primeiro no bairro do Jabaquara e depois na cidade de Brasilia.
fotos e dados enviados por Maria Eliza Rodrigues Alves
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Adolescência e a Turma da Pracinha
Morei no Rio de Janeiro em 1972 e quando voltei p/ São Paulo estranhei muito. Quase não saia e, um dia, em 1974, meu 1º amigo, Fogueira, foi me chamar em casa, com sua possante Mobylette (ou será que era outro nome???), dizendo que ia me levar até a pracinha ali perto de casa para eu conhecer algumas pessoas. Subi na garupa e lá fomos nós!!! Chegando lá, vi meu irmão Peipei conversando com um grupo muito animado., formado pela Ana Cecília, Ana Maria, Nelsinho (que já conhecia) e Dante. Fui apresentada a todos e fiquei ali, cheia de timidez, conversando mais com o Fogueira e com ciúmes do meu irmão que nem disfarçava seu interesse pela Ana Cecília.
Nos dias que se seguiram, já ia com o Pei, depois do almoço, direto para a pracinha e fui conhecendo o resto do pessoal: Márcio, Risada, Gusto (irmão do Dante), Ivan, Dudú (irmão da Cristiane), Cristiane, Cláudia, Vavo, Armando,além de reencontrar o Tonho, Beto, Mário, Nininha, Vivo, Yara, Maria Silvia Pi, enfim, cada dia a turma ia aumentando. Eram tardes muito divertidas, cheias de papos furados, muitas gargalhadas, enfim, era só alegria.
Com o tempo, éramos 1 grupo enorme: Nelsinho, Tonho, Pei, Beto, Márcio, Mauro, Dante, Gusto, Ana Cecília, Ana Maria, Biinha, Marcelinho (estes 4 últimos todos irmãos), Vivo, Vavo, Mário, Nininha, Fernanda Moura, Fernanda Lisboa, Birigui, Yara, Maria Pi, Marco, Dudú, Cristiane, Mariane, Cláudia, Fogueira, Risada, Alemão, Nena, Ivan, Bolzan, Cibeli, Leda, Rose, Cida, Maria Silvia e Renata (irmãs), Fernando Dias, Armando, Pig, Maurízio Salla, Marina Lebowitz, Marta Néspoli, Cida e Mário Banin, Taborda, Sandra Brentare, Sandra italianinha, Maria José, Eliane e Silvana (irmãs), Jayme, Lia, Léia e tantos outros que não me lembro. Fazíamos muitas festas, íamos ao cinema Vila Rica, e tomávamos lanche na lanchonete do posto Shell, da Av. Santo Amaro. Lembro-me quando o Shopping Ibirapuera foi inaugurado e na hora que as portas foram abertas, o grupo quase todo estava lá. Foi inesquecível!!!
Como toda turma de jovens, é claro que os namoros começaram a aflorar: Pei e Ana Cecília, Beto e eu, Maria Pi e Marco, Márcio e Cristiane, Fogueira e Fernanda Lisboa, Bolzan e Cida, Cláudia e Vavo, Risada e Eliane, Nelsinho e Cibeli, assim como foram brigando e formando outros pares: Maria Pi e Vivo, Bolzan e Cristiane, Márcio e Nena, Vavo e Marina, enfim, pares foram formados e desfeitos e, claro, alguns acabaram se casando, tais como: Pei e Ana Cecília, Nelson e Cibeli, Bolzan e Cristiane, Vavo e Marina, Márcio e Nena.
Lembro-me também de quando inauguraram o New Lareira's, na Av. dos Bandeirantes, ao lado do viaduto da Av. Ibirapuera. Era nosso ponto de encontro e acho que demos muito lucro para o dono!!!
Foi uma adolescência maravilhosa, cheia de festas, cinemas, discotecas, corridas de Kart, fórmula 3 e moto, viagens, namoros, encontros e desencontros.
O melhor de tudo isso é que passados tantos anos ainda somos amigos e a alegria em nossos encontros é a mesma de quando éramos adolescentes, apesar de estarmos na faixa dos 50 anos, casados e com filhos!!!
Não posso deixar de citar que durante esses anos tivemos perdas de pessoas muito queridas e que deixaram grande saudade em n/corações!!! Fica aqui minha homenagem a esses amigos maravilhosos que nos deixaram tão cedo, mas que tenho certeza, estão sempre ao nosso lado: SANDRA ITALIANINHA, MÁRCIO, LIA e VAVO!!!
escrito por: Mariângela Miller Moreira Porto
Nos dias que se seguiram, já ia com o Pei, depois do almoço, direto para a pracinha e fui conhecendo o resto do pessoal: Márcio, Risada, Gusto (irmão do Dante), Ivan, Dudú (irmão da Cristiane), Cristiane, Cláudia, Vavo, Armando,além de reencontrar o Tonho, Beto, Mário, Nininha, Vivo, Yara, Maria Silvia Pi, enfim, cada dia a turma ia aumentando. Eram tardes muito divertidas, cheias de papos furados, muitas gargalhadas, enfim, era só alegria.
Com o tempo, éramos 1 grupo enorme: Nelsinho, Tonho, Pei, Beto, Márcio, Mauro, Dante, Gusto, Ana Cecília, Ana Maria, Biinha, Marcelinho (estes 4 últimos todos irmãos), Vivo, Vavo, Mário, Nininha, Fernanda Moura, Fernanda Lisboa, Birigui, Yara, Maria Pi, Marco, Dudú, Cristiane, Mariane, Cláudia, Fogueira, Risada, Alemão, Nena, Ivan, Bolzan, Cibeli, Leda, Rose, Cida, Maria Silvia e Renata (irmãs), Fernando Dias, Armando, Pig, Maurízio Salla, Marina Lebowitz, Marta Néspoli, Cida e Mário Banin, Taborda, Sandra Brentare, Sandra italianinha, Maria José, Eliane e Silvana (irmãs), Jayme, Lia, Léia e tantos outros que não me lembro. Fazíamos muitas festas, íamos ao cinema Vila Rica, e tomávamos lanche na lanchonete do posto Shell, da Av. Santo Amaro. Lembro-me quando o Shopping Ibirapuera foi inaugurado e na hora que as portas foram abertas, o grupo quase todo estava lá. Foi inesquecível!!!
Como toda turma de jovens, é claro que os namoros começaram a aflorar: Pei e Ana Cecília, Beto e eu, Maria Pi e Marco, Márcio e Cristiane, Fogueira e Fernanda Lisboa, Bolzan e Cida, Cláudia e Vavo, Risada e Eliane, Nelsinho e Cibeli, assim como foram brigando e formando outros pares: Maria Pi e Vivo, Bolzan e Cristiane, Márcio e Nena, Vavo e Marina, enfim, pares foram formados e desfeitos e, claro, alguns acabaram se casando, tais como: Pei e Ana Cecília, Nelson e Cibeli, Bolzan e Cristiane, Vavo e Marina, Márcio e Nena.
Lembro-me também de quando inauguraram o New Lareira's, na Av. dos Bandeirantes, ao lado do viaduto da Av. Ibirapuera. Era nosso ponto de encontro e acho que demos muito lucro para o dono!!!
Foi uma adolescência maravilhosa, cheia de festas, cinemas, discotecas, corridas de Kart, fórmula 3 e moto, viagens, namoros, encontros e desencontros.
O melhor de tudo isso é que passados tantos anos ainda somos amigos e a alegria em nossos encontros é a mesma de quando éramos adolescentes, apesar de estarmos na faixa dos 50 anos, casados e com filhos!!!
Não posso deixar de citar que durante esses anos tivemos perdas de pessoas muito queridas e que deixaram grande saudade em n/corações!!! Fica aqui minha homenagem a esses amigos maravilhosos que nos deixaram tão cedo, mas que tenho certeza, estão sempre ao nosso lado: SANDRA ITALIANINHA, MÁRCIO, LIA e VAVO!!!
escrito por: Mariângela Miller Moreira Porto
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Primeira Comunhão dos alunos do Colégio Nossa Senhora da Aparecida
1a.foto:Suely e seus amigos
2a.foto:Suely, seu irmão Hamilton e sua prima Sandra
as 2 fotos foram tiradas em frente a Igreja Nossa Senhora da Aparecida
ano das fotos: 1959
O colégio Nossa Senhora da Aparecida fazia todos os anos a primeira comunhão em grupos. Saíamos todos em procissão do colégio até a Igreja Nossa Senhora da Aparecida para a cerimônia e depois voltávamos com todos os familiares para o colégio para saborear uma farta mesa de lanche, afinal todas as crianças estavam pela primeira vez fazendo jejum.Êsse dia foi o acontecimento na minha vida!
fotos e texto enviados por Suely Piedade Santos
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Anita Lippi e seus filhos Ricardo e Ronaldo
os três na janela do belissimo Ford 1946
foto enviada por Ronaldo Lippi
os três na janela do belissimo Ford 1946
foto enviada por Ronaldo Lippi
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