quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Maria Stella Castelari Coimbra

















DONA STELLA   é a Rua Olivia, é a Embaixador Ribeiro Couto, é Moema!
PARABÉNS, 93  ANOS!

6 comentários:

  1. MINHA TIA AVÓ MARAVILHOSA...BATALHADOPRA, ALEGRE, VIVA, SAUDAVEL E PRINCIPALMENTE UNICA!!!!

    A SRA É TUDO...OBRIGADA POR SER MINHA TIA AVÓ, IRMÃ DO MEU AVÔ AMADO, POR SER ESSA MULHER ALEGRE, INCENTIVADORA E PRINCIPALMENTE, POR AMAR A TODOS DE SUA FAMILIA INCONDICIONALMENTE!

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  2. A D. Stella é 1 pessoa muito especial p/mim, assim como tb era o Dr. Breno. Durante o tempo em que convivi com esse casal maravilhoso, fui tratada como filha, com muito carinho e minha maior lembrança é a alegria dos 2, sempre sorrindo, contando histórias, enfim, era muito divertido ficar na companhia deles!
    Algumas vezes a D.Stella ficava brava (tb com 5 filhos qquer pessoa perde a paciência né), dava umas broncas e em seguida voltava a sorrir. Confesso que quando ela ficava séria, dava 1 frio na espinha e as pernas quase tremiam,kkkkk, mas o medo logo passava pois ela é uma pessoa de coração enorme, de bem com a vida e com as pessoas.
    A D.Stella faz parte da história do Jardim Novo Mundo e tb faz parte da minha história. Agradeço a ela por todas as vezes que fez sopa de feijão pq sabia que eu gostava e agradeço todo o carinho que ela e o Dr. Breno me deram. É isso!!!
    D.Stella, a Sra. está sempre em meus pensamentos e mora no meu coração.

    Mariângela Miller Moreira Porto

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  3. Era uma tarde do ano de 1969 e após as aulas no Grupo Escolar Napoleão de Carvalho Freire, eu e o Beto, com minha Caloi dobrável passeavamos pelas ruas do bairro, o Beto de pé no bagageiro gritando: corre, corre. Eu magrinho naquela época, tinha que pedalar de pé para conseguir atingir um pouco mais de velocidade. Percorriamos as ruas perto de nossas casas, eu morava na José Candido de Souza e ele na Embaixador Ribeiro Couto. Envoltos naquela sensação de liberdade e coragem por podermos andar sozinhos. Sim, o bairro permitia que dois meninos de 9 anos fizessem isso.
    Chegando em minha casa havia uma rampa para alcançar a garagem e o Beto socando o banco da bike gritava: corre, corre. Quando chegamos na garagem, haviamos atingido uma certa velocidade por causa da rampa da entrada e aí quem disse que consegui parar? Fomos arremessados por cima das caixas, enceradeira,forte apache,autorama, enfim por cima das coisas que guardavamos na garagem naquela época. Após o susto inicial percebi que entre mortos e feridos todos se salvaram. Qual não foi a minha surpresa quando percebi que o Beto estava com um galo enorme em cima do olho um pouco arrocheado. Caraca,quase desmaiei de susto imaginando que tivesse ferido meu amigo mortalmente. Corri para chamar minha mãe, claro porque nessa hora o corajoso menino já queria o colo da mãe. Coitada, quase a matei de susto. Ela jovem mãe um pouco inexperiente só se lembrou de um costume popular emergencial, o de colocar um bife em cima do local atingido. Cara aquele bife deixou o negocio mais assustador. Após minha mãe verificar que aparentemente não havia maiores danos precisavamos mostrar o estrago a D. Stella para verificarmos se deveriam ser tomadas outras providências. Poxa quase caí de costas na hora de contar o ocorrido para os pais do Beto. Graças a Deus Sr. Breno e D. Stella logo verificaram que não havia maiores danos e nos liberaram para brincar novamente. Mas nunca mais deixei o Beto mandar eu correr com ele na garupa, até porque depois da pancada seria melhor eu seguir pela minha própria cabeça, afinal quem sabe se a pancada não deixou ele meio doidinho né? RSRSRSRS
    Lá na casa de D. Stella e do Sr. Breno era uma delícia, uma casa térrea muito ampla, daquelas que haviam no bairro naquela época, onde hoje se constroem predios para 50 famílias ou mais. Eramos generosamente recebidos pela D. Stella com sua alegria contagiante e pelo Sr. Breno com sua elegância tradicional. Lá jogavamos canastra após as aulas e nos divertiamos. Lá também ocorreu o meu primeiro bailinho, a primeira paixão, sim porque a irmã do Beto, a Telinha, cresceu e virou uma gatinha. Lá era um lugar mágico, lembro até hoje que entramos escondidos no quarto do irmão mais velho do Beto, o Breninho, para espiarmos o poster psicodélico que ele trouxe dos EUA retratando o Pato Donald dando uns amaços na Margarida, uau!
    Lá tive uma adolescência coroada pela generosidade daquela família.
    A casa da D. Stella é táo mágica que nos transporta no tempo.
    Deus abençou D. Stella com essa família linda. Muito obrigado por tudo D. Stella.
    Um beijo a todos.
    Edi.

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  4. Oie...

    As fotos,por sí só,já contam a história de Stela.
    Que bacana!
    E ainda ganhamos mais histórias pelos comentários.
    Valeu!
    Muita paz!

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  5. Beto,Vc era mais novinho....mas deu sequência na "turma" daquele bairro espetacular que nascemos!!!! a nossa vida era maravilhosa....vc com a sua bicicletinha....vc era muito pequenininho junto com o Vivinho, o Vavo, Mariozinho e Robertinho.....Na verdade, a Rua era de todos nós...os pequenos (q eram vcs), os médios (eu, Silvia, sua irmã, Fernanda, Marta, Laurita, Dorinha, Didel, Trix, Toto, Pedrinho, Tadeu, ixi...eram tantos! e os grandes que eram da turma da Mai, Mê, Rose,....esses já n ficavam tanto com a gente....já eram maiores!!!! Mas a nossa infância foi de dar inveja a qualquer um!!!!

    comentário de Regina Cordovil sobre o comentário
    acima feito pelo Edi

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  6. marta ovando obara11/03/2011 7:29 PM

    querida dna Stela, parabens sempre, sempre, que todos os seus dias sejam de alegria e paz,ehhh dona Stela to aqui lembrando do curau que faziamos na sua cozinha,e debulha milho,e cozinha e rala e e comee que bagunça , ta louco, mas a sra ria e se agitava,as vezes ficava brava mas passava logo.lembro tambem de tomarmos cafesinho juntas..como era boa a convivencia entre os vizinhos,existia carinho e amizade sinceros,que saudades,Abraços com carinho da Marta,

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