domingo, 5 de agosto de 2012
domingo, 29 de julho de 2012
Em Moema: Fiação Indiana
Foto da Fiação Indiana nos anos 20 época da instalação das máquinas.Localizava-se onde hoje é o Shopping Ibirapuera.Nos anos 70, sob o comando do meu pai, eu vivia ali. Meu pai ERICO STICKEL foi superintendente da Fiação nos anos 60 e 70, quando a empresa foi vendida.
foto e texto cedidos por: Fernando Stickel
foto e texto cedidos por: Fernando Stickel
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Rua Cadineus, Moema
A Rua Cadineus é uma pequena travessa da Alameda dos Anapurus, assim como quase tôdas as ruas de Moema, essa também virou estacionamento .
Tive a alegria de curtir em Moema um tempo em que brincávamos livremente, tempo em que os muros das casas eram bem baixos e viravam bancos para a meninada.Tempo em que os vizinhos se conheciam e praticamente as portas das casas ficavam abertas! Tempo de pouquíssimos automóveis.
Marcia Ovando
quarta-feira, 11 de julho de 2012
A elegãncia em primeiro lugar
Quem usou uma roupa de organdi vai entender o motivo das "asinhas" abertas
Minha avó Maria fazia questão de ver os netos muito bem vestidos e para isso não polpava na hora da compra de tecidos que seriam caprichosamente cosidos por costureiras de Amparo. Não preciso dizer que era um martírio as provas de roupas, menos somente, que usá-las nas festas ou como roupa de domingo.
De todos o organdi, sem dúvida, era o que mais provocava tortura , porque pinicava demais. Mesmo assim, sobrevivi a tudo e guardo ótimas recordações de lindos vestidos que ganhei.
"Organdi, do francês organdi, é a designação de um tecido originário de Urganje, região russa situada no antigo Turquistão, famosa na Idade Média por seu mercado de seda. Na língua portuguesa, passou a denominar uma espécie de musselina, um tecido transparente, mais consistente que a seda, mas igualmente leve, e com um preparo especial, um acabamento engomado que lhe confere uma certa consistência.
O musseline é purgado para retirar toda a goma, e somente depois é tingido enquanto o organdi perde na purga somente 10% da goma (tinto em cru), dai se explica o toque engomado que ele possui.~
Este tipo de tecido é referido na cantiga de Paulo de Carvalho "A Nini dos meus 15 anos", no conto de Manuel Bandeira "Tragédia brasileira", no samba de Noel Rosa "Cem mil réis" e na música "Camisola do dia" de Herivelo Martins."(wikipedia)
foto e texto: Suely Piedade Santos
domingo, 8 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Vila Indiana, em Moema
Lidia Walder e seu primo Benedito em frente à casa da família na Vila Indiana , Moema em 1947. Nessa vila moravam os operários da Fiação Indiana.
foto enviada por: Lidia Walder
foto enviada por: Lidia Walder
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Alameda dos Anapurus
Prédio da Alameda dos Anapurus esquina com a Avenida Moema
Dá para imaginar êste prédio todo reformado, pintado e em suas janelas jardineiras repletas de flores!
Marcia Ovando
terça-feira, 19 de junho de 2012
Velhas Memórias
Há quem diga que a expressão "ficar" é do século XX / XXI , acredito que a palavra não era usada nos anos 70, mas com certeza isso já existia nesse tempo, não tão abertamente declarado mas sutilmente acontecia...
Hoje voltando aos meus 13 anos vejo que meu príncipe encantado foi meu primeiro ficante. Eu só o encontrava nos bailinhos da Manja ou nos bailes do Clube Marajoara, e por algumas vezes também no Cauí que ficava na Al Maracatins,então resumindo ele era meu ficante dançante ,não menosprezando o amor que sentia por ele no auge da minha adolescência! Aliás, acredito que foi esse auge que espantou o garoto de 20 anos ,2 anos depois ele arrumou uma de 19 anos que como ele disse ; com ela ele podia fazer coisas que não podia fazer comigo...santa ignorância!!!
Chorei por 3 dias seguidos,amaldiçoando a tal Mayra (era seu nome) .E por mais de 2 meses aquele aperto no coração não dava passagem pra nada....
Chegou o carnaval e aí até tentei esquecer nos braços de outro no embalo de "Máscara Negra"...tão intenso quanto a duração do carnaval...
O dias passaram os meses voaram ,escutei borburinhos que no Rio de Janeiro meu tio estava trancado no apartamento e que todas as portas estavam com sacos de areia. Ouvi meus pais preocupados com o que poderia acontecer em São Paulo,fui com ele comprar areia e sacos de estopas pois deveríamos nos preparar para o pior.
No Reporter Esso passavam imagens de estudantes apanhando nas ruas do Rio de Janeiro,mas tudo era uma nuvem sob minha cabeça ôca ...a dor no meu coração era a coisa mais importante no momento, e foi assim que a revolução de 68 passou na minha vida!
Filmes no cine Joá no cine Jurucê e o voley no Alberto Levy ajudaram a me refazer e infelizmente também a repetir o primeiro colegial e assim a passar para o período da manha. Foi aí que conheci a famosa troca de bilhetes. Eu deixava um bilhete debaixo da carteira dizendo quem eu era e o rapaz da noite deixava a resposta. Minhas respostas eram sempre em caneta verde,escrita perfeita e alinhada .Era uma aventura deliciosa! A espera do dia seguinte para poder ler as respostas era eletrizante ( a tal da adrenalina dos dias de hoje),assim começou a era "virtual" não é mesmo?De alguma maneira estávamos lá à procura do nosso par perfeito! Rsrsrs
Ele estava cursando o último ano do colegial e coincidente era meu vizinho de rua ,eu na Nhambiquaras e ele na Iraí. Sem saber que éramos vizinhos trocamos bilhetes por algumas semanas.O encontro de conhecimento foi em um lugar público é claro no baile da Manja.
Ao som de Ray Coniff , Elvis , Roberto Carlos e grande jovem Guarda,eu comecei a colocar uma pedra no dono do DKV azul.
Eu já estava com 16 anos mais ou menos e o ficante ficou meio nublado no meu pequeno passado,mas um dia indo à escola encontrei ele no caminho e assim me ofereceu uma carona,garanto a todos que minha perna tremeu ,meu coração disparou e foi com um fio de voz que aceitei,e também foi assim que meu príncipe virou um sapo ,quando ao chegar perto do Levy ele disse muito sério:
"Iara voce sabe que nóis somo um pra outro ,agente se separou, mais nóis vai ficar junto!!!!!!"
Acabou....meu príncipe derreteu ,caiu do seu trono e se espatifou no chão!!!!!!
texto: Iara Schaeffer
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Moema e suas árvores
Viver em Moema é viver sempre com surpresas... Imaginem vocês que outro dia estava no ônibus aqui ainda pertinho de casa, quando olhei e vi em frente a um prédio, êsse pé de laranja todinho colorido da bela fruta...
Fiquei encantada, admirada e feliz! Pensei: gente, moro num bairro repleto de barzinhos,restaurantes , lojas,bairro bem movimentado de carros, pessoas, aviões sem contar a quantidade de edifícios e me deparo com pedacinhos do interior.Árvores frutíferas, árvores floridas e meu coração ficou colorido de paz e alegria!
Avenida dos Jamaris
Avenida Jacutinga
texto e fotos:Marta O.Obara
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Ronaldo Lippi e sua família
Esta foto foi tirada na Chácara São Mario, em Santa Isabel, que era dos meus pais,atualmente é minha.Era aniversário de 70 anos da minha mãe!
Em todas as reuniões que fazemos lá sempre tiramos fotos desse tipo... é a tradicional foto do morro... é interessante, depois de alguns anos,verificamos quantos já não se encontram entre nós e quantos surgiram... é o milagre da continuidade....
ano da foto: 1996
foto e texto: Ronaldo Lippi
sexta-feira, 1 de junho de 2012
CONCERTO PELA VIDA
EM PROL DO HOSPITAL DO CÃNCER
A.C. CARVALHO
TEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO
Praça Ramos de Azevedo
dia 20 de junho de 2012, às 20:00h
Orquestra ALLEGRO: regência: Maestro RENATO MISIUK
Participações: Giovanna Maíra e Brenner Bianco
TENOR: JORGE DURIAN
maiores informações: (11) 31728388 (11) 40968428
EM PROL DO HOSPITAL DO CÃNCER
A.C. CARVALHO
TEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO
Praça Ramos de Azevedo
dia 20 de junho de 2012, às 20:00h
Orquestra ALLEGRO: regência: Maestro RENATO MISIUK
Participações: Giovanna Maíra e Brenner Bianco
TENOR: JORGE DURIAN
maiores informações: (11) 31728388 (11) 40968428
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Na Alameda dos Nhambiquaras
Na Alameda dos Nhambiquaras esta residência cercada por todos os lados do comércio local e de alguns prédios, ainda resiste!
Marcia Ovando
sexta-feira, 25 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Moema e alguns dos seus prédios na década de 60
Prédio da Avenida dos Imarés quase esquina da Avenida Ibirapuera
No andar térreo tinha um salão de beleza bem conhecido,onde minha mãe dona Tina ajeitava os seus cabelos e cuidava de suas unhas!
Prédio da Avenida Cotovia esquina da Avenida Jauaperi
Neste prédio morava dona Laura professora de uma das minhas irmãs
Prédio da Avenida dos Maracatins esquina com a Avenida Moema
Nêste prédio moravam os irmãos Margarido, colegas do Colégio Estadual Alberto Levy
Marcia Ovando
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Em Moema "A VIDA ERA BELA"
1939 – começa a 2ª guerra. Walter, operário, 19 anos e Maria, empregada doméstica, 16 anos, ambos moradores de Moema, que então chamava-se Indianópolis, não se conheciam e enquanto alguns jovens do bairro lutavam numa guerra que não era deles, suas vidas continuavam, apesar do fantasma de uma possível convocação.
Em Moema havia um clube: o União de Indianópolis – uma sociedade com salão de baile e campo de futebol, este, na Alameda dos Maracatins. Foram seus presidentes nessa época, o Bigode e o Sr. Pinhão, dos quais infelizmente só lembramos os apelidos. Também havia o Antonio Saraiva, o Palha, que era diretor esportivo do clube.
Walter, o Meningite, apelido dado pelos colegas que se reuniam no Largo Franco, era goleiro do time de futebol e foi locutor do programa de calouros do clube, A Peneira, até que o substituíram por Jorge Frassati, melhor qualificado para ler os comerciais dos patrocinadores.
O Mario Cozel, chefe da mecânica na Fiação Campo Belo, também jogava no time e tinha uma cunhada que no final do ano emprestava um piano para a final de gala do concurso de calouros, ocasião em que as lojas patrocinadoras ofereciam os prêmios aos melhores. (Esse Mario Cozel, era o pai do Mario Cozel Filho, aquele jovem que foi morto na explosão de um carro bomba, na porta do 2º exército, durante a vigência do AI-5. Ele servia o exército e estava de sentinela naquela hora. O jipe foi abandonado ali e ele foi verificar de que se tratava. Era um atentado terrorista e ele morreu. Aquela praça em frente ao QG do 2º Exército tem o seu nome e um busto em sua homenagem).
Voltando ao União de Indianópolis, aos domingos o Narciso Vernise – o Homem do Tempo que todos conhecemos - irradiava pelo alto falante, as corridas de cavalo do Jóquei Clube, para os freqüentadores do campo de futebol. Um dia, durante um campeonato de várzea coberto pela Rádio Panamericana, ele foi notado e convidado pela equipe para apresentar, naquela emissora, o programa sobre metereologia.
O Ernesto Cinquetti, também fazia parte dessa turma e quando os pracinhas de Moema voltaram da guerra, ele mandou celebrar uma missa em ação de graças com a presença deles no campo de futebol da Fiação Indiana. Foi uma comoção geral!
Maria, freqüentava um cinema do bairro, acompanhada sempre pela mãe e pela melhor amiga – Nair. Não perdia um filme do Nelson Ed com a Janette Mac Donald – dramas cheios de sofrimento e música lírica. Muito bonita, Maria era comparada a atriz Mary Pickford.
Durante as sessões de cinema, nas cenas mais tristes, ouviam-se estrondosas gargalhadas na platéia. Era um grupo de rapazes, o Jorge, o Ricardo e o Nêgo, que incógnitos, divertiam-se em ridicularizar o comportamento das choronas de plantão e à saída, ficavam nas portas, zombeteiros, encarando as moças de olhos vermelhos e lacrimejantes.
Walter e Maria se conheceram nos bailes do União, namoraram e casaram-se em 1943. Enfrentaram juntos racionamentos, blckouts, desemprego e em 1945, no final da guerra, pouco antes de Hiroshima e Nagasáki, tiveram uma filha: eu.
texto e fotos enviados por Lidia Walder
sábado, 5 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
Para Debora Manes
Menina morena
Risonha meia mulher.
O que espera ali em pé?
Menina mulher
Morena e risonha
Procura sua vida
Na porta da fé....
texto e fotografia de Iara Schaeffer
sábado, 28 de abril de 2012
Moema década de 70
FOTO AÉREA DO INÍCIO DOS ANOS 70
A foto aérea do início dos anos 70 revela um desengonçamento adolescente: a cidade se desenvolvia rápido em alguns lugares, mas se esquecia de outros.
A avenida larga que corta a foto é a Rubem Berta, inaugurada pouco tempo antes, e o aeroporto de Congonhas aparece na parte superior esquerda. E os bairros dos dois lados da avenida contrastam bastante entre si. Moema, à direita, embora ainda sem nenhum prédio de apartamentos, já está bem moderna. Mas o Planalto Paulista, do lado esquerdo, com suas ruas de terra, uns terrenos baldios e o córrego Paraguai (no canto inferior), ainda mantém um certo ar interiorano.
O contraste se manteve até 1978, quando a gestão Olavo Setúbal canalizou o córrego e construiu sobre ele a avenida José Maria Whitaker – que por sinal é feia de doer
fonte: Martin Jayo, economista e professor da Faculdade Getúlio Vargas
foto reproduzida de skycrapercity.com
quarta-feira, 25 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Alameda Iraé
Vovó Ida Lippi : na moto modelo Jawa os seus netos Roberto e Renato.
Ao fundo a construção do Grupo Escolar César Martinez na Alameda Iraé
ano da foto: 1953
enviada por: Ronaldo Lippi
Ao fundo a construção do Grupo Escolar César Martinez na Alameda Iraé
ano da foto: 1953
enviada por: Ronaldo Lippi
sábado, 14 de abril de 2012
Moema tem um semeador: Caetano Beccari
O SEMEADOR QUE MORA EM MOEMA
Morador de Moema defende o plantio de árvores frutíferas pela cidade como incentivo para a preservação da natureza
Caetano Beccari fez 87 anos em 2011 e como já o conheço há quase duas décadas, pude vê-lo um pouco mais jovem, embora como todos saibam juventude é um estado de espírito e nesse aspecto ele se mantém atuante e forte. Beccari plantou em sua casa, acerolas trazidas pelo filho que visitou o Amazonas, em sua casa onde também há um caquizeiro e o mais interessante é que ele mora em Moema, movimentado bairro da capital paulista, onde os aviões quase esbarram a barriga no topo dos edifícios, e pilotos e aeromoças podem dar “tchauzinho” antes de pousar no Aeroporto Congonhas.
Costumo chamá-lo de ouvinte número 1 porque em 1993, apresentando um programa de rádio na madrugada, solicitava aos ouvintes para que ligassem e o primeiro a telefonar foi ele registrando sua audiência. Suas ligações sempre participativas passaram a ser constantes e certa vez ao enfrentar um problema de rouquidão, diante do microfone, recebi dele um pedido para que fosse até sua casa onde suas acerolas que ele dizia conter 30% a mais de vitamina C que qualquer laranja, aguardavam por mim. Fui ao seu endereço e me surpreendi, Avenida Miruna próximo da Maracatins, fundos do Shopping Ibirapuera.
Sua casa é uma visita ao passado com televisão e aparelho de som dos anos 1970 que ainda funcionam. Ele ouve discos em vinil e alguns em 78 rotações que encontram lugar para serem executados. Até seu carro, um antigo Fusca, traz nostalgia mas a localização do imóvel é que impressiona, porque resiste entre aos arranha-céus, mesmo sendo casa térrea, vizinha por sinal de outra onde funciona um restaurante no qual Caetano Beccari e sua esposa Irma, costumam almoçar para não terem mais que ir ao fogão. “Fiz de minha casa um pequeno oásis no meio desse deserto onde só há fumaça e automóveis apressados”, comenta.
A residência de Caetano Beccari é o resquício do passado de um bairro que já teve chácaras, algumas ruas de terra e outras de paralelepípedo. Ele é do tempo em que Moema era bairro fabril, citando que no terreno do Shopping Center Ibirapuera funcionava uma fábrica de meias existindo ainda outras ao longo da avenida. “O bonde que seguia para Santo Amaro atravessava Moema e depois só parava em estações, porque do Campo Belo até o Largo Treze era zona rural”, explica para emendar em seguida que já fez de quase de tudo um pouco na vida. Foi aluno, por exemplo, da Escola Técnica de Aeronáutica que funcionou por uns tempos na Hospedaria dos Imigrantes e ali preparou soldados que lutaram pelo Brasil na Segunda Guerra Mundial. Beccari serviu na Força Aérea de 1945 a 1958, cuidando da manutenção e preparando motores para as aeronaves. Saiu oficial e depois trabalhou em fábrica de fios, oficina de automóveis, distribuição de doces caseiros, além de oferecer serviços de engenharia hidráulica a quem precise.
Mas foi mesmo em 1992, um ano antes de se tornar meu ouvinte, que ele se aposentou para se dedicar à sua verdadeira vocação: plantar árvores. Desde então, já foram mais de mil unidades plantadas dentro da cidade de São Paulo, a maior parte em canteiros do Hospital da Aeronáutica, no Campo de Marte. A maioria é de mangueiras estando algumas já altas em um terreno da Infraero lá em Moema, ao lado do shopping e bem perto de sua casa.
Tenente reformado da FAB ele circula com desenvoltura no meio militar e onde aparece um espaço, entre um quartel e outro, lá vai ele plantar uma árvore e até mesmo no Aeroporto de Cumbica já plantou, mantendo “suas filhas” catalogadas, segundo espécie e localização, em um livro de anotações mantido por ele. Sua maior área de plantio, entretanto, é mesmo no Campo de Marte, em Santana, onde cultivou mais de 340 unidades. Mas já semeou também em escolas, praças e condomínios. “Basta me chamar que eu levo a muda, pá, enxada, ancinho e regador”, avisa porque depois não quer dar trabalho ao interessado pedindo ferramentas. Antes de plantar, Beccari costuma fazer uma breve exposição de como se preservar a árvore e se convidado, também faz palestras encorajando outras pessoas a seguirem seu exemplo em nome da natureza.
Plantando foi que descobriu o gosto pela natureza ainda criança, na fazenda da família, em Santo Antônio da Posse, cidade onde nasceu, no interior de São Paulo auxiliando os pais na lavoura. Morou com eles até os 19 anos, depois veio para São Paulo, no ano de 1943, entrando para a Escola Técnica de Aeronáutica, mas nunca perdeu o hobby da jardinagem. Em sua casa, no canteiro de entrada, tem pau-brasil, erva-doce e acerola, “para encher os olhos dos vizinhos”, diz ele orgulhoso por sempre receber a visita dos moradores próximos e de estar sempre disposto em auxiliar quem quer que seja. A casa de Caetano Beccari não tem muros altos. Mantém os mesmos gradis que instalou na década de 1970. “Só faço o bem e acho que até os ladrões me respeitam”, diz sorrindo. Quisera todos pudesse envelhecer assim.
O botânico Gregório Ceccantini, do Departamento de Botânica da Universidade de São Paulo (USP), informa que é preciso conhecer a espécie antes de plantar, para que não cause problemas, como desequilíbrios ambientais ou a quebra de calçadas com suas raízes. A Prefeitura não recomenda o plantio de árvores por munícipes em locais públicos e para isso é preciso uma licença especial.
texto e fotos do jornalista e escritor Geraldo Nunes
domingo, 8 de abril de 2012
Rua Pariquera-açu
Rua Pariquera-açu ,rua pequenina entre a Avenida dos Eucaliptos e Avenida Cotovia.Assim como muitas ruas de Moema um dia já foi bem tranquila , gostosa demais para as brincadeiras de amarelinha.Numa das casas da rua, quase em frente a esta casa tôda florida morava um menino que eu achava o máximo, pois êle sabia andar de bicicleta,por um longo tempo, sem colocar as mãos no guidon!Para mim era mesmo o máximo!
Marcia Ovando
quinta-feira, 29 de março de 2012
Ônibus Moema
AUTO VIAÇÃO MOEMA
Adolpho Aquilino comprou a Auto Viação Moema no final de 1963 e em 1972 vendeu a empresa/reprodução das fotos de Adamo Bazani
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Quando o ônibus Moema parava no ponto em frente ao Colégio Estadual Professor Alberto Levy, na Aveinida Indianópolis, em questão de minutos quase que lotava, praticamente só com os alunos e os
professores do colégio.
Entre muitos risos,namoricos, fofoquinhas e cochichos e, também com a distribuição de olhares mais sérios de alguns professores o ônibus seguia o seu percurso.Consigo lembrar de alguns amigos e professores: na altura da Avenida Maracatins esquina da Avenida Moema desciam os irmãos Margarido e às vezes a professora de ciências dona Elza, na Praça de Moema e próximo à Praça desciam o Sergio, Rosana, Arturo, Ana, Maria Cezira,sua irmã Maria Rosires, Nelsinho e pelo menos uma ou outra vez a professora de história dona Lucília ,também descia na Praça, mais adiante o Victor, Nicoleta e alguns professores,acho que nesse ponto também descia a professora de latim Maria Lucia ,mais para o final da rua descia o Marcio, na Rua Canário quase esquina da Rua Pavão descia a Cristina e no final da Rua Canário com a Rua Cotovia desciam quase que os últimos passageiros: minha irmã Maria Mercedes, eu e, também a professôra de francês dona Carmem.
texto de: Márcia Ovando
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Prá quem não lembra, os ônibus da viação Moema eram verdes-brancos, com detalhes vermelhos....faziam a linha Moema- Praça da República.Tinham seu ponto inicial lá no fim da Rua Canário, seguiam por ela até a Lavandisca, entravam na Av,. Ibirapuera, à direita na Av.Moema,à esquerda na Maracatins, aí ingressavam na Av. Indianópolis até a Jabaquara, seguindo por ela, Domingos de Morais, Vergueiro, Av.Liberdade até o centro velho, de onde chegava à Praça da República. O interessante é que na Canário, Moema e Maracatins, seguiam sentido inverso da atual mão de direção quando iam para o centro e na Lavandisca quando voltavam... Eu usei essa linha algumas vezes quando trabalhei na Praça da Liberdade, às vezes saia cedo de casa e ao invés de pegar o bonde, tomava o Moemão....
Ronaldo Lippi
AUTO VIAÇÃO MOEMA
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Quando o ônibus Moema parava no ponto em frente ao Colégio Estadual Professor Alberto Levy, na Aveinida Indianópolis, em questão de minutos quase que lotava, praticamente só com os alunos e os
professores do colégio.
Entre muitos risos,namoricos, fofoquinhas e cochichos e, também com a distribuição de olhares mais sérios de alguns professores o ônibus seguia o seu percurso.Consigo lembrar de alguns amigos e professores: na altura da Avenida Maracatins esquina da Avenida Moema desciam os irmãos Margarido e às vezes a professora de ciências dona Elza, na Praça de Moema e próximo à Praça desciam o Sergio, Rosana, Arturo, Ana, Maria Cezira,sua irmã Maria Rosires, Nelsinho e pelo menos uma ou outra vez a professora de história dona Lucília ,também descia na Praça, mais adiante o Victor, Nicoleta e alguns professores,acho que nesse ponto também descia a professora de latim Maria Lucia ,mais para o final da rua descia o Marcio, na Rua Canário quase esquina da Rua Pavão descia a Cristina e no final da Rua Canário com a Rua Cotovia desciam quase que os últimos passageiros: minha irmã Maria Mercedes, eu e, também a professôra de francês dona Carmem.
texto de: Márcia Ovando
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Prá quem não lembra, os ônibus da viação Moema eram verdes-brancos, com detalhes vermelhos....faziam a linha Moema- Praça da República.Tinham seu ponto inicial lá no fim da Rua Canário, seguiam por ela até a Lavandisca, entravam na Av,. Ibirapuera, à direita na Av.Moema,à esquerda na Maracatins, aí ingressavam na Av. Indianópolis até a Jabaquara, seguindo por ela, Domingos de Morais, Vergueiro, Av.Liberdade até o centro velho, de onde chegava à Praça da República. O interessante é que na Canário, Moema e Maracatins, seguiam sentido inverso da atual mão de direção quando iam para o centro e na Lavandisca quando voltavam... Eu usei essa linha algumas vezes quando trabalhei na Praça da Liberdade, às vezes saia cedo de casa e ao invés de pegar o bonde, tomava o Moemão....
Ronaldo Lippi
segunda-feira, 26 de março de 2012
REVISTA ATITUDE
A jornalista Anna Carolina entrou em contato comigo ,pois a revista gostaria de saber sobre o blog já que a edição do mês de março seria sobre o bairro de Moema. Gostei da matéria. Um ano do blog,adorei a comemoração! Obrigada a todos que de uma ou outra maneira contribuem com o moemadetantashistorias.blogspot.com!
sábado, 24 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
..diretamente da Avenida Macuco
BOLO DE MAÇÃ
Há quase 15 anos, recebemos este bolo no momento em que nossos corações estavam super apertadinhos. Veio para adoçar nossa tristeza e nossa família sentiu o conforto necessário e docinho.
Desde então, ofereço as pessoas para que sintam a leveza, entendimento e otimismo para viver!
Este post, dedico a minha irmã May, com muito carinho.
Bolo de maçã com casca
1° parte:
Coloque no liquidificador cascas de 2 maçãs, 3 ovos, 1 xícara de óleo, 1 xícara de açúcar, 1 colher (café) de canela em pó. Bata bem!
2° parte:
Corte as maçãs em pedaços não muito pequenos, coloque na vasilha e despeje por cima 2 xícaras de farinha de trigo, misture bem, acrescente 1 xícara de uvas passa, torne a misturar, acrescente 1 xícara de açúcar, 1 colher (sobremesa) de canela em pó e 1 colher (sopa) de fermento. Misture e acrescente o que está batido (1° parte). Misture bem!
Unte a forma com manteiga e farinha de rosca. Forno médio por 45 minutos.
Sirva com sorvete ou chantilly! Hummm!
Observação! Polvilhe o bolo pronto com açúcar de confeiteiro e canela em pó!
Prontinho!
Desde então, ofereço as pessoas para que sintam a leveza, entendimento e otimismo para viver!
Este post, dedico a minha irmã May, com muito carinho.
Bolo de maçã com casca
1° parte:
Coloque no liquidificador cascas de 2 maçãs, 3 ovos, 1 xícara de óleo, 1 xícara de açúcar, 1 colher (café) de canela em pó. Bata bem!
2° parte:
Corte as maçãs em pedaços não muito pequenos, coloque na vasilha e despeje por cima 2 xícaras de farinha de trigo, misture bem, acrescente 1 xícara de uvas passa, torne a misturar, acrescente 1 xícara de açúcar, 1 colher (sobremesa) de canela em pó e 1 colher (sopa) de fermento. Misture e acrescente o que está batido (1° parte). Misture bem!
Unte a forma com manteiga e farinha de rosca. Forno médio por 45 minutos.
Sirva com sorvete ou chantilly! Hummm!
Observação! Polvilhe o bolo pronto com açúcar de confeiteiro e canela em pó!
Prontinho!
enviado por : Marta Ovando Obara
blogtucha.blogspot.com.br
segunda-feira, 19 de março de 2012
Ronaldo Lippi passeando por Nova York
NOVA YORK CITY
fevereiro de 2012
Time Square
Ronaldo, sua esposa Marcia e seu filho Ronaldo
Central Park
Marcia e Ronaldo
Edificio DAKOTA
Em frente ao Edifício DAKOTA
"onde John Lennon foi tirado de nós"
Marcia,Ronaldo e Ronaldo
Memorial World Trade Center
Nova Torre no local do WTC
Manhatan vista do Empire State ao fundo a Nova Torre
do WTC e lá longe a Estátua da Liberdade
fotos enviadas por: Ronaldo Lippi
sexta-feira, 16 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
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