sábado, 29 de março de 2014
Para os meus filhos Arthur, Thiago e Fabio.
As lindas flores do meu caminho...para enfeitar um tantinho o caminho de vocês!
sexta-feira, 28 de março de 2014
Almoço no Shopping Ibirapuera
Fernando Carvalho almoçando com sua mãe a sra. Irany no Andiamo, no Shopping Ibirapuera
Fernado disse que sua mãe aos 94 anos tem bom humor e muito apetite!
sexta-feira, 21 de março de 2014
Avenida Ibirapuera, década de 70
Estátua do King Kong em frente ao Shopping Ibirapuera\ década de 70
Minha mãe Léa com meus irmãos Cássio e Glauco
Shopping Ibirapuera
Meu pai Tércio Lemenhe de Oliveira em frente ao supermercado Argênzio, na Avenida Ibirapuera
fotos enviadas por Laércio Pereiera de Oliveira
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É Laércio...nessa você foi longe! Me lembro muito bem...tanto do Shopping (fui na inauguração) quanto do King Kong, também do Argenzio(minha mãe adorava)... agora, de vocês...jamais vou esquecer! Glauco foi meu companheiro de classe por anos...pelo menos 8... Laércio estava mais adiantado...
Quero deixar um beijo enorme pra familia Oliveira... que eu tenho uma grande estima!
É Mai ...essa Moema tem realmente histórias pra contar... Bjs
Regina Cordovil
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Estudei com o Glauco na mesma turma da Re e se não me engano vocês moravam em frente da Patricia. Que fotos Laércio... bjs
Marta Ovando Obara
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Quando o Argenzio abriu os meus pais passaram a ir só de vez em quando no Mercado Municipal, pois pela primeira vez o bairro passou a ter um supermercado, também com produtos especiais, diferenciados. Lembro bem de ir aos sábados com o meu pai comprar queijo parmesão ralado na hora e azeitonas pretas.
Obrigada Laércio, abraços
Márcia Ovando
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Boas lembranças e o melhor de tudo é que vendo essas fotos tenho a sensação de ter ido outro dia mesmo na inauguração do Shopping Ibirapuera.
Muito bom.
Ana Maria
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domingo, 16 de março de 2014
Um pedacinho de Moema em Barcelona
Na Rua Embaixador Ribeiro Couto em Moema, algumas vezes eu Santiago morador da casa de número 132 e a Marta moradora da casa de número 152 batiamos papo, ou melhor dizendo falavamos horas e horas sobre nossas vidas e muitas vezes filosofavamos de como arrumar o mundo com a inocência e a ilusão da idade, até que as mães zangadas pela demora, chamavam para o jantar.
Aos 18 anos eu tive que voltar com a minha familia para a Espanha, deixando o bairro de Moema que tanto amava.As inocentes e maravilhosas conversas ficaram quebradas, só lembranças nas memórias .
Minha irmã Laurita que xeretando no google descobriu o blog da Márcia(irmã da Marta) o moemadetantashistorias.blogspot.com e sem demora me informou e eu rapidamente entrei em contato com minha amiga Marta,amiga de muitas conversas.. Agora depois de 40 anos nossas conversas voltaram, só que agora conversamos sentados em frente da internet.O gozado de tudo isso é que as conversas são as mesmas o diferente são os corpos que os anos foram moldando. As conversas estão acompanhadas da ironia que a perspectiva da maturidade fornece.
.Essa vida cheia de surpresas fez com que o destino trouxesse a Mainah (filha da minha amiga Marta)para estudar em Toulouse(França) perto de Barcelona. A Mainah teve uns dias de folga e veio para Barcelona nos conhecer.
Moema não poderia deixar de ter embaixadora melhor uma pessoa afável,agradável,simpática e muito curiosa da vida.
Barcelona esteve encantada de ter um pedacinho de Moema, a capital de Catalunya mostrou à Moema os lugares que fizeram essa cidade ser conhecida no mundo.
Logo teremos a visita da Mayra(a outra filha da Marta) e, novamente a Mainah . Barcelona espera as duas com os braços abertos.
Dragão Parque Guell do Arquiteto Gaudi
Mainah
Santiago e Mainah
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Catedral de Barcelona: Nádia, Maria e Mainah
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Igreja Sagrada Família Gaudi: Nádia e Mainah
Maria, Mainah e Nádia
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Palácio Real Montjuic: Mainah, Santiago ,Nádia e Maria
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Saboreando tapas e paella
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Mainah e Maria
texto e fotos de : Santiago Fernández(Santi) de Barcelona
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Obrigada Santi pelo texto e pelas fotos tão lindas. Dá para imaginar um pouco a beleza dessa Catedral de Barcelona e da Igreja Sagrada Familia Gaudi
Márcia Ovando
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deve ter sido um emocionante encontro e essa pella é de dar água na boca
Maria Helena
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Pedro Luiz Trevisan
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Bons amigos são para sempsre mesmo que durante muitos anos não conivam mas quando essa amizade revive é como se o tempo nõa tivesse passado. Tenho certeza que agora vocês não vão mais querer perder essas conversas e muito menos deixar para outro dia. O tempo não pára.
Therezinha
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Você não imagina minha alegria!!! Agora nunca vamos nos perder e nossas conversas já estão em dia só falta o nosso reencontro com direito a abraços apertadinhos e com certeza muito choro de felicidade!!Obrigada pelo carinho para com a minha Mainah, ela adorou vocês. Tucha.
Marta Ovando Obara
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sexta-feira, 14 de março de 2014
quinta-feira, 13 de março de 2014
domingo, 9 de março de 2014
De Moema para Barcelona
Crescemos e cultivamos nossa amizade em Moema, eu Laura, meu irmão Santiago e nossa vizinha Marta e toda a força dos nossos vínculos amorosos e generosos, dez com que a história se repetisse, porém em Barcelona, pois a nossa segunda geração se encontrou , a Mainah filha da Marta com a Nádia filha do Santi e a Jana minha filha.
Foi a maior prova de que as histórias podem se repetir através dos tempos...
Laura Fernandez (Laurita)
Nádia, Mainah e Jana passeando por Barcelona!
sexta-feira, 7 de março de 2014
Dia da Mulher
" É próprio da mulher o sorriso que nada promete e permite tudo imaginar"
Carlos Drummond de Andrade
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
A primeira bicicleta a gente nunca esquece!
A minha primeira bike
Fernando Brandão de Carvalho
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Sierger marca alemã anos 60
Caloi arco duplo aro 26 anos 60
Narvik marca portuguesa anos 60
Monark anos 60
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A minha bicicleta
A minha bicileta
só tem dois pedais
mas se monto nela...
não tem dois, tem mais!
A minha bicicleta
tem um guiador
quando monto nela...
...sou aviador
No jardim onde ando
não vejo um canteiro...
sou aviador,
vejo o mundo inteiro
Voo mesmo a sério!...
Por cima das árvores
(não toco no chão)
voo mesmo a sério
vou de avião...
A minha bicicleta também tem selim
mas eu nem me sento
gosto mais assim:
Pedalo em pé
dá mais rapidez
a minha bicicleta
é o que tu vês:
É um avião,
pois eu não te digo?!
Da próxima vez...
Da próxima vez
levo-te comigo?
poeta e escritor português: Fernando Miguel Bernardes
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Quando mudamos para Moema descobrimos um bairro para brincar e jogar, as ruas eram as prolongações dos nossos quintais. Abriu-se para mim um mundo sem horizontes.Os meus pais vendo a liberdade que podiamos ter compraram para mim e minha irmã duas bicicletas Caloi. Foi então que comecei a descobrir caminhos novos, alguns difícieis para a minha Caloi de três marchas andava por todos os lados até passava pelo riozinho com água, hoje a Avenida dos Bandeirantes, as ruas Catuiçara, Pavão, Irauna, Gaivota, Ilamônia ficavam pequenas. Foi quando comecei a explorar o outro lado da Avenida dos Bandeirantes até a Avenida República do Líbano..
Com o tempo a bicicleta ficou velha e eu tinha 16 anos e achei que precisava uma melhor, comprei um motor de 25 Cm cúbicos fiz a adaptação na garagem da minha casa. Posso dizer que comecei a conhecer novos espaços cada vez mais longes, certo que o problema de levar um motor adaptado, tinha problemas cada dez minutos, mas eu conseguia arrumar. Um dia na rua Jurupis parei na frente de um mecânico e pedi ajuda, pois o motor não funcionava bem pela "vela" como boa pessoa de Moema êle me ajudou e quando me despedi disse: "estás começando a sofrer muito jovem", não entendi nada eu era o menino mais feliz do mundo com a minha bicicleta motorizada, barulhenta e com cheiro de gazolina.
Santiago Fernandez\ Santi\ diretamente da Espanha
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Não sei quantos anos tinha quando ganhei minha bicicleta uma Merk Suisse, verdinha e toda imponente... mas para andar fizemos exame de ciclista para temos a cartinha é lógico que era de brincadeira,mas tivemos que subir em rampas, andar sem as mãos, ultrpassar obstáculos, andar de zig zag nos cones, estacionar e frear na hora certinha. Puxa era um sufoco danado, mas finalmente recebíamos o nosso passaporte para a liberdade, uma cartinha feita de papel alumini de lata de leite Ninho que era escrito com canetinha... e lá íamos alucinados e felizes pedalando pelo nosso bairro!! Que saudade...
Marta Ovando Obara
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Nossa Martucha que bacana eu não me lembrava disso, realmente deve ter sido uma curtição.(Márcia Ovando)
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O ano devia ser 1951 ou 52, ainda não frequentava a escola. Meu tio Luiz - aquele que morava na em Moema, na Alameda dos Arapanés, e me colocava na moto para fotografar- trabalhava na Caloi, no Brooklin e, com o consentimento de chefe - trazia para casa peças com pequenos defeitos e assim, montou uma bicicleta adequada ao meu tamanho. Tinha 6 ou 7 anos e essa foi a minha primeira bicicleta.
A alegria só não era completa por um simples detalhe: a bike não tinha pneus,nem freios,mas isso não era obstáculo para minhas aventuras.
Aos sábados ia com o meu pai passear na Cidade Monções,nas imediações da Hípica Paulista, conforme o Google, a quase 5 km de casa.uau!
Naquele tempo o DAEE abria as valetas para os canos da água e o bairro estava todo esburacado. Meu pai ia à frente e eu fazia o que podia para acompanhá-lo, patinando com a roda a seco naquela revolta da borda do buraco e de repente,vapt! Escorreguei. Cai com a bicicleta e tudo dentro do buraco. A valeta era estreita e fiquei exatamente como estava: sentada no selim e com os pés nos pedais.Foi uma dificuldade sair da bicicleta e entregá-la ao meu pai, que a essas alturas, estava deitado no chão, com meio corpo dentro do buraco.Nada demais aconteceu.
Um pouco mais velha, dava minhas voltas no quarteiraõ,sozinha, livre! Era delicioso ir pelo lado com menos declive e voltar pelo ladeirão da Rua Platina. A bicicleta já estava um pouco pequena para mim, que sempre fui muito alta para a idade, assim como dizia a minha mãe, eu parecia um camelo, curvada sobre os guidões e foi assim com a cara me precedendo que certo dia perdi a direção e subi na pilha de tijolos em frnte de casa, deixando a bicicleta para traz e aterrisando de queixo no topo da pilha.
Explicando: a pilha de tijolos estava organizada em degraus.Meu avô arrumava assim, para evitar que ela desmoronasse e machucasse as crianças, então com a velocidade que vim, foi fácil subir com a bicicleta o primeiro lance e me esparramar depois.
Hematomas à parte- eu parecia um moleque, como dizia minha pernóstica tia avó professora- aquela minha primeira bicicleta me proporcionou muitos bons momentos na infância.
eu na moto do meu tio Luiz em frente a casa dos meus avós paternos Luiz e Deolinda Walder na Alameda dos Arapanés esquina com a Avenida Macuco.
Lidia Walder
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Nossa, se me lembro e quanto!... Tinhamos 2 lá em casa. Uma para os meninos com esse cano abaixo do selim e outra para as meninas sem o cano. Éramos 6 meninas e como a fila para usar a bicicleta era grande, usávamos a dos meninos, pois eles eram só 3...Bons tempos.
Bernadete Pedroso
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Claro tinha uma Goerich amarela com degrede laranja. Vários e vários tombos, alguns com pequenas fraturas.
Pedrinho Pinto da Silva
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Eu não tinha,mas me lembro de um tombo com uns 10 anos de idade, quando aguardava o taxi que meu pai chamou, para irmos até a Estação Rodoviária, e eu fui dar uma volta no selim de minha amiga Ivone e quando vimos que o carro já estava em minha casa, ela se assustou, correu e brecou, caimos.Ela, a bicileta e Eu. Lavei o machucado e ainda levei umas belas palmadas. Isso foi na antiga rua Tico-Tico, hoje Ministro Gabriel de Rezende Passos, em Moema.
Marilia Machado César Décourt
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Nossa viajei no tempo...! Lembro que tínhamos uma inglêsa Phillips, pneu balão, com farol a dínamo, lembro também que colocávamos cartas de baralho, ou papelão para fazer barulho nos raios, ou mesmo a latinha de extrato de tomate "Elefante", com um fio esticado para imitar uma "sirene" ou algo parecido....,puxa que infância criativa tivemos, heim?! E saudável! Matávamos aula sim, mas para ir até interlagos de "magrela" ou até o aeroporto, junto a cabeceira da pista no famoso 'XADRÊS"...., o Pedrinho deve lembrar de várias aventuras....
João Arthur Matta Martins
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Relação de amor e dor com a minha primeira bici... tentativa e erro o tempo todo; não conseguia equilibrio e tinha dificuldade em usar o breque!!! haha
Dora Carvalho
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Não tive bicicleta na minha infância aí em Sampa. Só fui ter uma aqui em Catalão. As poucas vezes que pedalei por Moema foi na bicicleta de um amigo.
Sylvio Neto Lorenzi
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Também não tive bicicleta, tempos dificieis e o dinheiro do pai não sobrava para uma bicicleta. Mas eu tive duas amiguinhas a Maria Clara e a Lidia que sempre emprestavam as suas bicletas e até quando a Maria Clara viajava de férias para a casa do vó no interior ela deixava a sua bicicleta em casa para eu usar.Boas amigas que me trazem recordações boas.
Maria do Céu
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a minha primeira bike foi uma Ceci com cestinha. Amei e por muito tempo dsfilei pelas ruas do bairro e dos bairros próximos feliz da vida.
Maria Cecilia
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Lembro sim...Na verdade,era a do meu irmão e eu sempre pedalava. Compartilhávamos a mesma bicicleta.
Eu adoro pedalar. Hoje tenho a minha bike e pedalo no jardim da orla, aqui em Praia Grande.
Adoooooro!
Sonia Astrauskas
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Se lembro...tinha freio no pé. MONARK COR VERDE ARO 26.
Pedro Luiz Trevisan
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Me lembro sim Marcia, andava feito uma doidinha nel, adorava!
Eliana Moretti Bueno
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Nossa! Foi um presente de mnatal que me deixou muito feliz!!! Era vermelha e branca e foi nela que aprendi a andar de bike!!! Foi no natal de 1967 e meus irmãos tb ganharam bicicletas!!!Època feliz!!! A bike me dava sensação de liberdade!!!
Mariângela Miller Moreira Porto
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Até para andar de bicicleta era preciso permissão dos pais. Aprendi pedalar com meus irmãos.
Neusa Bertolini
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Lembro que tive só adulto. Meu pai não queria. Andava nas dos meus amigos(Arthur e Alex).
Luiz Rinaldi Neto
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Ganhei a minha bicilceta no meu aniversário de 13 anos. Linda toda reluzente amarela e prata. Foi o melhor presente que ganhei .
Maria Lucia
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Santiago... me lembro da sua barulhentíssima... assim comolembro a da Laurita... ela levava a gene no guidon...kkkkkkk a minha era uma caloi gt.... ganhei não... comprei, com 10 anos, eu e meu pai fizemos uma música pro festival de carnaval da Record...e ganhamos! ai ele me deu, de prêmio a minha caloi kkkkkk ganhei o mundo!
Regina Cordovil
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A minha primeira bicicleta( compartilhada com meus irmãos) foi uma Phillips, inglesa, da década de 40(ganhamos a magrela lá por 1961,62...), que meu pai comprou de um amigo e mandou reformar. Ela pesava uma tonelada, não tinha marchas, mas eu me diverti muito com ela, durante alguns anos. Meus irmãos ganharam bicicletas novas e eu fiquei com a velha phillips de aro 28, enorme para um moleque de 11 anos, como eu era....
Ronaldo Lippi
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Nunca tive uma bicicleta pra chamar de minha.
Mas usava a que minha mãe ganhou de meu pai.
Uma Rabeneick alemã, preta com frisos dourados feitos a mão.Provavelmente entre os anos 55/56/57
Uma tela de filó, cobria as rodas traseiras para segurança de criança que fosse transportada na garupa.
O selim era de couro natural armado sobre molas,com a estampa do nome.
Uma enorme bomba de ar em aço e cabo de madeira,vinha fixada no tubo inferior.
Na parte inferior do bagageiro haviam duas gavetas,que deslizavam longitudinalmente.Grafadas com o emblema e em metal claro.
Numa,ferramentas e pano de limpeza.
Na outra local para guardar luvas.
Pequena tranca circular, impedia a movimentação da bicicleta,travando as rodas ao corpo da mesma.
Só se abria mediante uso de chaves.
Um vistoso emblema por sobre o para-lamas dianteiro em forma de pássaro e outro no no tubo de direção.
Na traseira disco reflexivo vermelho.
Um farol dianteiro movido a dínamo,era afixado na roda dianteira.Este era seu sistema de iluminação.
O freios com sistema de varão,agiam sobre as rodas por intermédio de sapatas de borracha.Pneus de passeio com aro 720 em rodas de raios cromados.
Enfim,....uma maquina incrível .
Usei muito esta bcicleta até com "rachas" com os amigos que usavam Monark e Calói.
Mas usava a que minha mãe ganhou de meu pai.
Uma Rabeneick alemã, preta com frisos dourados feitos a mão.Provavelmente entre os anos 55/56/57
Uma tela de filó, cobria as rodas traseiras para segurança de criança que fosse transportada na garupa.
O selim era de couro natural armado sobre molas,com a estampa do nome.
Uma enorme bomba de ar em aço e cabo de madeira,vinha fixada no tubo inferior.
Na parte inferior do bagageiro haviam duas gavetas,que deslizavam longitudinalmente.Grafadas com o emblema e em metal claro.
Numa,ferramentas e pano de limpeza.
Na outra local para guardar luvas.
Pequena tranca circular, impedia a movimentação da bicicleta,travando as rodas ao corpo da mesma.
Só se abria mediante uso de chaves.
Um vistoso emblema por sobre o para-lamas dianteiro em forma de pássaro e outro no no tubo de direção.
Na traseira disco reflexivo vermelho.
Um farol dianteiro movido a dínamo,era afixado na roda dianteira.Este era seu sistema de iluminação.
O freios com sistema de varão,agiam sobre as rodas por intermédio de sapatas de borracha.Pneus de passeio com aro 720 em rodas de raios cromados.
Enfim,....uma maquina incrível .
Usei muito esta bcicleta até com "rachas" com os amigos que usavam Monark e Calói.
As fotos não representam a Rabeneick da Dona Hilda,pois não as encontrei.
Mas são parecidas.
Sistema de freio por varões
Um dos emblemas da Rabeneick
Este ficava no para-lama traseiro e o tubo de direção
Marco Otavio Baruffaldi
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Foi muito dificil eu aprender andar de bicicleta porque sempre tive muito medo. Eu já estava moça quando conseguir sair pedalando sozinha. Aproveitei muito o banco de carona de minhas amigas e lembro de cada passeio que fiz sentada na garupa da bicicleta das amigas.
Clotilde Maria
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
Rubem Alves
"Na saudade descobrimos que pedaços de nós já ficaram para trás.
E descobrimos, na saudade, uma coisa estranha: desejamos encontrar , no futuro aquilo que já
experimentamos com alegria, no passado.
Só podemos amar o que um dia tivemos".
Rubem Alves
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
domingo, 26 de janeiro de 2014
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Na Alameda dos Aicás
Ida e Kika, obrigada pelo carinho!
Fico feliz em saber que "pessoinhas" de mãos tão habilidosas que com agulhas e linhas fazem trabalhos tão
lindos agora terão oportunidade de passear pelas histórias ,fotos e relatos do moemadetantashistorias.
Meninas...muitos abraços bem apertadinhos!
Márcia
A foto aérea é do inico dos anos 70. A avenida que corta a foto é a Rubem Berta.
Moema está à direita, reparou? Sem nenhum prédio de apartamentos! À esquerda, o Planalto Paulista, ainda com muitas ruas de terra e o córrego Paraguai no canto inferior , que depois foi canalizado, e é onde existe a Avenida José maria Witaker. Até o Ateliê Ida e Kika, que ainda nem sonhava em ser ateliê também está na foto, lá longe.
Alameda dos Aicás, 1198 Moema
55369657\35869657
atelie@idaekika.com.br
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Grupo Escolar César Martinez
Deborah,Sueli, Renata, Alzira, Silvia Helena, Renata e .........................e a professora Lidia
Grupo Escolar César Martinez, ano 1968
Telma Cinquetti
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Quanta gente bonita! gostei muito
Aparecida Dias
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Todos tão arrumadinho e sem TENIS: sapatinhos engraxados
Dirce
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Assim se vestiam os estudantes: uniforme impecável, sapatos engraxados..que duravam o ano todo!
Márcia Ovando
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Boa tarde, Marcia
só hoje vi sua carinhosa mensg sabe tenho realmente mta saudade do meu tempo de Moema, morei na Jamaris, 537 20 anos e a escola era maravilhosa encontrei vários amigos de lá p\face adoraria um dia poder abraçar a todos do meu tempo, estou na foto da escola na segunda fileira meio de lado e com uma franja, meus irmãos eram muito conhecidos um deles era conhecido como Zuppa e o outro era o Carlinhos que também esstudava na mesma ecola mas as classes eram mistas, realmente tudo muito diferente mas alegre e saudável um tempo realmente mto. bom, eu criei um grupo no face que se chama Moema tempo mto. bom, dá 1 olhadinha vai ver mta. gente
um grande abraço
Rosana Zuppo
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014
SEGURANÇA NAS PISCINAS
PETIÇÃO ON LINE POR SEGURANÇA NAS PISCINAS.
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www.avaaz.org\segurança piscinas
www.flaviavivendoemcoma.blogspot.com.br
domingo, 12 de janeiro de 2014
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
.... palavras carinhosas!
Nooooosaaa! Que fotos! Me remeteram a um passado distante...quantas lembranças! Você é muito especial!Mai, por sua iniciativa!Faz e fará muitas pessoas felizes com os resgates! Parabéns!
João Arthur Matta Martins
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como é bom palavras carinhosas, bjs João Arthur
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Mai , já escrevi algumas vezes e escrevo novamente que este seu blog é encantador, trás lembranças, acontecimentos tão especiais de nossas fotos, sou uma fãzona do seu blog! bjs bjs
Cristina
Irany Cabral de Carvalho
Parabéns Dona IRANY CABRAL CARVALHO: muita saúde e muito amor sempre desses seus filhos tão queridos, de todos os seus amigos e de seus familiares!
Agora os preparativos parea receber a família e os amigos de minha mãe que completa 94 anos hoje. Ela é uma força da natureza, produto original dos pampas gaúchos, uma beleza em nossas vidas!Feliz aniversário minha mãe. Saúde e prosperidade. Didel
94...bem vividos! Um exemplo de coragem e determinação!!! Beijo, mãe. Dorinha
domingo, 1 de dezembro de 2013
Natal e Ano Novo
Muitos abraços bem apertadinhos para quem me deixou mensagens de carinho.
E abraços ,ainda mais apertados para algumas pessoinhas , pois sem a ajuda delas ...tudo teria sido impossível. Ah! agora tudo passou!
Agradeço,agradeço, agradeço.
Gratidão eterna aos que me ofereceram amor na hora em que mais precisei.
Então, se a vida é um rasgar-se....que a gente possa encontrar sempre muita fôrça e luz para....remendar-se!
UM NATAL E UM ANO NOVO .....SÓ DE ALEGRIAS!
Márcia Ovando
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...agora o blog e euzinha vamos arrumar a mala!
...logo estaremos de volta!
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