JOGO DE TACO
Nossa brinquei muito na rua em que morava em Moema
Eu,a Cecilia do Amaral, Ana Lucia do Amaral, Sandra Salzano,Beth só meninas jogando taco e a vizinha do meu lado direito dona Alexandrina não devolvia nenhuma bolinha que caia na casa dela, ela tinha uma gaiola no quintal cheinha de bolinhas nossas, mas era muito bom, isso tudo na Avenida Jacutinga, 117
Maria Cristina Schmidt
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Acho que eu era a única menina atrevida a entrar no jogo de taco dos meninos da rua Olivia, a minha alegria durava pouco, pois logo eu era expulsa. Daí só de marra atrapalhava um pouquinho o jogo dos meninos.
Há muitos anos não vejo alguém jogar taco.
Marcia Ovando
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Imagina só cresci vendo os meus 4 irmãos e seus amigos jogando taco, quando faltava gente para o jogo lá ia eu e olha que eu jogava direito. Era bom demais tinha ate´campeonato entre as turmas das ruas próximas: Rua Chanés, Avenida Ibirapuera, Avenida Maracatins.
Maria Regina Bresda
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No meio da rua, que na época era de terra e que sempre tinhamos que entrar na casa de alguém para recuperar a bolinha.
Marco Otavio Baruffaldi
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Apreciava muito ver os meninos jogarem taco eu morria de vontade de jogar mas tinha vergonha de pedir para entrar no jogo
Adelaide
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Eu joguei muito taco...na Rua Ministro Gabriel de Rezende Passos, na época Avenida Tico Tico, ali, em frente onde hoje é o Hospital Alvorada, quando a rua ainda era de terra....onde havia o terreno do Sr. Cardoso, repleto de goiabeira,onde sempre íamos roubar goiabas e fugir do galo que era o cão de guarda... bons tempos
Ronaldo Lippi
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Eu joguei muiiiitttooooooo! Era bom nisso....kkkk
Fernando Carvalho
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ÔÔÔÔÔH.Quase em frente a sua casa,Um pouco mais para frente,entre a casa do Mario Sérghio e da Laurita.
Pedrinho Pinto da Silva
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Na Normandia faziamos campeonatos incríveis...
Eu e o Sylvinho eramos parceirões!
Fernando Brandão de Carvalho
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Infelizmente,não...
Luiz Saidenberg
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Sim mas muito pouco
Renato Lisi
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Na minha rua na Alameda dos Anapurus também fizemos muitos campeonatos e também perdemos muitas bolas que caiam na casa de uma vizinha muito chata que não devolvia de jeito nenhum as bolas acho que ela vendia as bolas que raiva
Anderson Silva
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Joguei muito com seu irmão!
Beto Coimbra
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domingo, 25 de novembro de 2012
domingo, 18 de novembro de 2012
Na Avenida Jandira, 49 a Casa Eurico
Em 70 anos de história, a Calçados Eurico já fez de tudo um pouco pelos seus clientes, ajudou a superar complexos e até salvou casamentos. Especialista em tamanhos grandes, a loja coleciona depoimentos de consumidores agradecidos por encontrar o seu número com a opção de escolha por diferentes modelos. Nídia Rosenthal, uma das herdeiras do negócio, não esquece do cheirinho de maçã que tomava conta da loja toda vez que uma cliente de Fraiburgo (SC) enviava uma caixa da fruta em agradecimento à entrega de um sapato. “Era muita gentileza. A gente estava vendendo e ganhando com isso. É muito bom esse retorno, é como um aplauso para o artista.”
Terminava o ano de 1936.
E com ele, a vida tranquila de uma família burguesa de um dos maiores centros culturais da Alemanha: Dusseldorf. A guerra trouxe-a para o Brasil, mais exatamente para uma fazenda de café e algodão próxima a Marília, no interior de São Paulo. Dona Leonie, contadora formada, assumiu funções compatíveis no escritório da fazenda, e o senhor Erich recebeu o cargo de almoxarife. Os filhos do casal, Gert, de 9 anos e Hans, de 7, frequentavam a escola da fazenda, que se resumia a uma classe para todas as idades. E cuidavam da limpeza e arrumação da casa. Em princípios de 1938, a família Rosenthal parte novamente. Desta vez para São Paulo, Capital. | A família Rosenthal e o amigo Steiner (centro) |
Dona Leonie logo começou a trabalhar em um banco, enquanto o senhor Erich procurava um local para montar seu próprio negócio.
Um dia tomou um bonde na Praça da Sé. O bonde ia até Santo Amaro, mas o senhor Erich resolveu descer em Indianópolis.
Em meados de 1938...
Herr Erich Rosenthal, que nesta época já era chamado de Senhor Eurico, tinha encontrado o lugar ideal para desenvolver seu negócio. Um bairro misto, afastado do centro, tal e qual era sua loja na Alemanha. Só que na verdade, a Avenida Jandira pouco ou nada tinha a ver com a Dusseldorfer Strasse.
Era uma rua de terra, que virava rio em dia de chuva, para alegria da meninada com seus barquinhos de papel. O comércio era mínimo: uma padaria na esquina, um barbeiro, um relojoeiro, uma loja de móveis, uma de uniformes escolares e alguns bazares. Como disse um pedestre bem humorado, era preciso ter coragem para abrir uma loja naquele fim de mundo.
Mas o senhor Eurico acreditou.
O bairro era bom. Os funcionários das fábricas e indústrias da redondeza eram uma clientela em potencial. Na época, tinha a Metalúrgica Barbará, a Reiche, fabricante de parafusos, a Junker, de fogões, a Sherwin Williams, de tintas, e poucas outras.
A colônia alemã, atraída pela indústria em crescimento, era bastante expressiva.
A linha de bonde Centro-Indianópolis fazia seu balão de retorno praticamente na porta, o que era garantia de movimento. E o que era mais importante: não havia na região nenhuma loja de calçados.
Mas tudo isto não significava, de modo algum, que os negócios seriam fáceis.
No Brasil, as coisas funcionavam de forma um pouco estranha aos modos germânicos do senhor Eurico.
A pontualidade não era prática muito difundida no país, qualidade não era a principal preocupação dos fabricantes de calçados, e a pechincha era uma mania nacional.
Aos poucos, com o apoio da família, e a vivência do amigo e funcionário Jacob no ramo de calçados, o senhor Eurico foi descobrindo as manhas do negócio made in Brasil.
| Seguindo os palpites de Jacob, o senhor Eurico aprendia a comprar a crédito de bons fornecedores, dona Leonie fazia clientes respondendo à pechincha com pequenos descontos, e os filhos divulgavam a imagem da loja distribuindo folhetos de propaganda. No dia 24 de dezembro de 1938, absolutamente contagiado pelo jeitinho brasileiro, o casal esticou o expediente das seis e meia da tarde até altas horas da noite, para atender os retardatários do Natal. Resultado: antes da Missa do Galo, a Casa Eurico cantava seu primeiro recorde de vendas: um conto de réis num único dia. A façanha se repetiu no carnaval, registrando a maior venda de tênis do ano. |
Arrematou um lote de calçados masculinos número nos tamanhos 43 e 44, anunciou no jornal alemão e vendeu tudo em poucos dias.
Ele tinha acabado de descobrir um segmento novo e inexplorado no ramo de calçados: o dos sapatos de números grandes, que a Casa Eurico lidera até hoje.
A loja no bairro
| No fim dos anos 40, São Paulo já era o maior centro industrial da América Latina. Para ter sucesso no comércio era preciso oferecer produtos diferenciados, vender status e fazer propaganda. A Casa Eurico aumentou suas vitrines e ganhou uma bela marquise na entrada, sinal da arquitetura dos novos tempos. Os anúncios veiculados no jornal alemão e no rádio se incumbiam de trazer a clientela selecionada. O carrossel infantil instalado bem no meio da loja trazia crianças com suas mamães a tiracolo. |
| Mas, segundo o senhor Eurico, a alma do negócio continuava sendo dona Leonie. Gert e Hans, os filhos do casal, já não trabalhavam na loja: Gert emigrou para os Estados Unidos, onde vive até hoje, e Hans se formou Engenheiro Civil e seguiu sua carreira em São Paulo. Nesta época, o casal Eurico e Leonie dividiam a responsabilidade e o trabalho com alguns funcionários competentes e dedicados. |
Era preciso modernizar a imagem da Casa Eurico.
Um belo banho de boutique, e a loja abriu suas portas para uma nova clientela, vinda de todos os cantos da cidade.
Aos sábados, a loja ficava tão cheia que as pessoas se aglomeravam à porta. Um sucesso que infelizmente o senhor Eurico teve pouco tempo para saborear. Com sua morte em 1976, o senhor Guimarães, gerente da loja desde 1964, passou a ser o braço direito de dona Leonie, ajudando-a em todas as transações com fornecedores. O filho Hans passou a assessorá-la na coordenação e solução de problemas administrativos, e sua nora, Liliana, auxiliou-a nos serviços de escritório por alguns anos.
Novos tempos
Em 1990, já com 90 anos, Dona Leonie achou que era hora de se aposentar. Seu filho Hans assumiu, então, a direção da loja ao lado das filhas e do Sr. Guimarães. No final de 1999 mais uma reforma fez com que a Casa Eurico se tornasse muito mais ampla, bonita e moderna.
Hirany Guimarães Moreira é uma espécie de braço direito da empresa, um dos entusiastas e responsável em tornar a loja exclusiva para pés grandes.Conhecido como o senhor Guimarães êle é funcionário desde 1961 quando tinha 21 anos.
Betty é uma campeã de vendas da loja e trabalha na empresa há quase 50 anos.
Casa Eurico na sua terceira geração: administrada pelas irmãs: Claudia, Nidia e Vera Rosenthal netas dos fundadores.
fonte: site Empreendedor e Casa Eurico
Marcia Ovando
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Avenida Ibirapuera
Avenida Ibirapuera em frente ao Hospital Alvorada, na foto Ricardo Lippi, ano 1970
foto de Mario Lippi
arquivo: Ronaldo Lippi
foto de Mario Lippi
arquivo: Ronaldo Lippi
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Uma casa em Moema
Uma casa em Moema perto da Alameda dos Anapurus que, ainda resiste bravamente ao tempo e ao crescimento do bairro.
Marcia Ovando
Marcia Ovando
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Desejos
Desejo a vocês...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na tv
Ter uma palavra especial
E que ela goste de você
Música de Tom e letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ver a banda passar
Noite de lua cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca,nem jamais e adeua.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho.
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender uma nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco,
Bolero de Ravel
E muito carinho meu
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Walter Walder
Walter Walder
05/01/1920 27/10/2012
Lidia Walder não importa a idade que tenhamos, pois perder mãe, pai é perder o chão, o porto serguro, o sentido de tudo.
Acho que o sr.Walter Walder vai continuar se deliciando pescando muitos peixes......
Os meus pêsames e meu abraço apertado.
Marcia Ovando
domingo, 28 de outubro de 2012
Tecelagem Lorena,na Alameda dos Nhambiquaras
A nova entrada da Tecelagem
Essa parte do prédio da Tecelagem ja foi entregue
A Tecelagem Lorena fundada em 1961, assim como a loja Sulamita fizeram parte da vida de muitos moradores de Moema. A minha mãe dona Tina dia sim e outro também lá estava ela fazendo compras tanto numa como na outra loja.Houve um tempo que também reinou em Moema a Tecelagem Vania.
Depois de muitos anos a Sulamita fechou,depois fechou a Tecelagem Vania, mas a Tecelagem Lorena permaneceu firme e forte crescendo junto com o bairro ali nos seus quase 1500 m2. na Alameda dos Nhambiquaras, 1375.
Bastava dona Tina,minha mãe entrar na Tecelagem Lorena para logo ser atendida carinhosamente por uma de suas vendedoras.Nas famosas semanas do retalho uma das vendedoras telefonava para mamãe avisando dessa semana especial. E ali na loja dona Tina fazia a festa!
Com o tempo a tecelagem foi se modernizando e acrescentando outros produtos para venda : armarinho , artigos de cama,mesa e banho e nos últimos anos esses artigos foram tomando um bom espaço da loja.
Não com a frequência constante de minha mãe, mas passei a comprar os meus tecidos na tecelagem.
Há alguns dias precisei ir ao bazar Ana Maria e resolvi atravessar a rua para ver as novidades em tecidos da nova coleção de verão na Tecelagem Lorena e dei de cara com algumas portas e janelas fechadas , caminhei até uma pequena porta aberta e por ali entrei.Qual não foi o meu espanto e desapontamento quando fui informada de que quase todo o prédio já havia sido entregue e que a loja funcionaria apenas naquele espaço.Segundo o vendedor dos quase 1500m2 a loja passou a funcionar, somente naquele pequeno espaço. A pequena loja tem pouquissimos tecidos e um alguns artigos de cama,mesa e banho.
Sai da loja sem ter conseguido comprar nada , com uma tristeza grande e com a única indagação: o que aconteceu?
Ah! Moema não será mais a mesma , que falta nos fará toda aquela imensidão de tecidos expostos em diversas prateleiras, prontinhos para serem comprados!
Marcia Ovando
Essa parte do prédio da Tecelagem ja foi entregue
A Tecelagem Lorena fundada em 1961, assim como a loja Sulamita fizeram parte da vida de muitos moradores de Moema. A minha mãe dona Tina dia sim e outro também lá estava ela fazendo compras tanto numa como na outra loja.Houve um tempo que também reinou em Moema a Tecelagem Vania.
Depois de muitos anos a Sulamita fechou,depois fechou a Tecelagem Vania, mas a Tecelagem Lorena permaneceu firme e forte crescendo junto com o bairro ali nos seus quase 1500 m2. na Alameda dos Nhambiquaras, 1375.
Bastava dona Tina,minha mãe entrar na Tecelagem Lorena para logo ser atendida carinhosamente por uma de suas vendedoras.Nas famosas semanas do retalho uma das vendedoras telefonava para mamãe avisando dessa semana especial. E ali na loja dona Tina fazia a festa!
Com o tempo a tecelagem foi se modernizando e acrescentando outros produtos para venda : armarinho , artigos de cama,mesa e banho e nos últimos anos esses artigos foram tomando um bom espaço da loja.
Não com a frequência constante de minha mãe, mas passei a comprar os meus tecidos na tecelagem.
Há alguns dias precisei ir ao bazar Ana Maria e resolvi atravessar a rua para ver as novidades em tecidos da nova coleção de verão na Tecelagem Lorena e dei de cara com algumas portas e janelas fechadas , caminhei até uma pequena porta aberta e por ali entrei.Qual não foi o meu espanto e desapontamento quando fui informada de que quase todo o prédio já havia sido entregue e que a loja funcionaria apenas naquele espaço.Segundo o vendedor dos quase 1500m2 a loja passou a funcionar, somente naquele pequeno espaço. A pequena loja tem pouquissimos tecidos e um alguns artigos de cama,mesa e banho.
Sai da loja sem ter conseguido comprar nada , com uma tristeza grande e com a única indagação: o que aconteceu?
Ah! Moema não será mais a mesma , que falta nos fará toda aquela imensidão de tecidos expostos em diversas prateleiras, prontinhos para serem comprados!
Marcia Ovando
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Regina Cordovil
Esta é a capa do meu segundo LP.Foi tirada no Jardim Escola Nova(que ficava na Avenida dos Eucaliptos)...estavamos no segundo ano primário.Atrás de mim ,está a Suely Horta Duprat e a Laurita...Do me lado está a Aurea Chaib.Atras da Suely está o Flavio Simões, atrás do Flavio Simões está o Glauco Pereira de Oliveira(ele morava na Rua Normândia e a Aurea na Avenida dos Eucaliptos, esquina com a Rua Jauaperi) e tem um bracinho e metade de uma cabecinha a esquerda da Aurea que é o Flavio Cidade. As músicas que tem nesse disco, nós cantávamos no colégio.
ano: 1964
Regina Cordovil
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
quarta-feira, 17 de outubro de 2012
Alameda dos Arapanés
Minha boneca, eu e minha mãe Maria Aparecida em frente a casa dos meus avós na Alameda dos Arapanés
Um olhar de encantamento
Deve ser Natal ou qualquer outra data festiva, pois na foto, estamos na casa dos meus avós paternos Luiz e Deolinda Walder, na Alameda dos Arapanés quase esquina com Macuco – a casa ainda lá está escondida por um muro alto.
O ano é 1947, documentado no verso da foto com as palavras escritas por minha mãe: “Lidia com 2 anos”.
Ao fundo minha mãe, Maria Aparecida Walder, olha com imensa ternura para sua primeira cria, único encantamento então de sua existência.
O carrinho e a boneca devem ter sido presentes de Papai Noel e, sobre essa boneca a mãe lembrava sempre um fato sui generis.
Certa feita ela cozinhava e me ouvia balbuciar, sentada à porta da cozinha, algo que não lhe agradava. Aproximou-se e me viu tentando colocar o vestido na boneca, sem conseguir e repetindo uma palavra socialmente não aceita. Como eu sabia? Meu pai sempre teve “boca suja” como ela e eu, que não perdia nada, captei a palavra e seu uso adequado na hora certa.
Contava ela que se aproximou, perguntou o que eu dizia para ter certeza do que ouvia e com doçura me explicou que Jesus não gostava que as criancinhas falassem aquela palavra. Claro que não me lembro desse fato, mas lembro de que nunca, enquanto estive na casa dos meus pais, disse uma única palavra de baixo calão.
Lidia Walder
domingo, 14 de outubro de 2012
Dia da criança, que presente dou pra minha ?
Desde que o criei, em janeiro de 2007, nunca fiquei tanto tempo sem escrever no blog de Flavia. Três meses. Mas esta pausa não significa eu ter desistido de lutar pela Lei Federal para Segurança nas Piscinas do Brasil. O cansaço é temporário, mas é constante minha disposição para cobrar das autoridades esta tão necessária Lei.
12 de Outubro - Dia da criança. O que dar de presente para Flavia? Tinha 10 anos quando o acidente numa piscina sem segurança lhe roubou a infância. 10 anos. Depois, 15, 20, e agora prestes a completar 25 anos os presentes que fazem bem à Flavia são, respeito, cuidados, amor, atenção e carinho. Como por exemplo o carinho transmitido neste texto já publicado aqui e que em 2008, minha amiga e escritora Leila Jalul escreveu para Flavia e que com frequência releio para ela.
“SE EU FOSSE...
Um anjo, ainda que por uns momentos, iria visitar Flavinha, sussurraria palavras mágicas, faria cócegas nos seus pés e na barriga, como fazem as mães nos filhos pequeninos, pelo prazer de ouvir as gargalhadas dobradas. Não importaria que depois viessem os soluços, tivesse de fazê-la tomar três goles dágua para que o ugle, ugle parasse de vez. Não temeria sequer colocar-lhe na testa um fio de linha vermelha emboladinha e umedecida com saliva.
Se fosse um anjo, não esse de verdade que ela tem, mas daqueles que a gente conhece das pinturas nas abóbadas das igrejas, pequenininhos, entroncadinhos, passaria dias e noites sorrindo para, diante dos meus malabarismos angelicais, ela esboçasse ainda que um mínimo daquela alegria criança que tinha antes do sono que já se prolonga.
Anjo não sou, mas bem que poderia ser uma fadinha esplendorosa e faiscante, varinha mágica na mão direita, asas de libélula e traje de bailarina. Se fosse uma fadinha sobrevoaria nas dependências do seu quarto e, tal qual um beija-flor, pararia bem próximo ao seus ouvidos , recitaria versos e cantaria canções de encantamento, só para vê-la, preguiçosamente, tentar acordar.
Fada não sou.
E se fosse um palhacinho, ainda com meu coração triste, será que conseguiria? Roupas coloridas, maquiagem forte, exagerada, voz de paspalha, perguntaria e Flávia responderia, na mais velha das velhas tradições do circo:
- Hoje tem marmelada?
- Tem sim, Senhor!
- Hoje tem goiabada?
- Tem sim, Senhor!
- E o palhaço, o que é?
- É ladrão de mulher!
Será?
Sou sem graça, mas daria o melhor do meu espírito parvo para entregá-la e reintegrá-la à vida. Odele, Flávia e o irmão teriam muito o que conversar. Ririam juntos.
......”
Infelizmente Leila, passados quase 15 anos desde o dia 06 de janeiro de 1998, ainda não temos motivos para sorrir. Seja porque Flavia continua em seu sono sem fim, seja porque as autoridades também ainda não acordaram para o grave problema de falta de segurança nas piscinas do Brasil. A tão necessária lei, não só ainda não saiu, como não se tem notícias de seu andamento. Por isso, neste dia 12 de Outubro dia de Nossa Senhora Aparecida padroeira do Brasil, em que se comemora também o dia da criança, um presente valioso para todas elas poderia ser a Lei Federal de Segurança nas Piscinas. Criança feliz, é criança brincando em segurança.
FLAVIA VIVENDO EM COMA...
"Este blog,criado em janeiro de 2007, é dedicado à minha filha Flavia, e sua luta pela vida. Flavia vive em coma vigil desde que, em 06.01.1998, aos 10 anos de idade, teve seus cabelos sugados pelo sistema de sucção da piscina do prédio onde morávamos em Moema- São Paulo. O que aqui escrevo,é o relato verídico dos fatos a partir do acidente,até os dias de hoje. É um alerta sobre o perigo existente em ralos de piscinas. É um protesto contra a lentidão da justiça brasileira."
Odele Souza
blog: www.flaviavivendoemcoma.blogspot.com
12 de Outubro - Dia da criança. O que dar de presente para Flavia? Tinha 10 anos quando o acidente numa piscina sem segurança lhe roubou a infância. 10 anos. Depois, 15, 20, e agora prestes a completar 25 anos os presentes que fazem bem à Flavia são, respeito, cuidados, amor, atenção e carinho. Como por exemplo o carinho transmitido neste texto já publicado aqui e que em 2008, minha amiga e escritora Leila Jalul escreveu para Flavia e que com frequência releio para ela.
“SE EU FOSSE...
Um anjo, ainda que por uns momentos, iria visitar Flavinha, sussurraria palavras mágicas, faria cócegas nos seus pés e na barriga, como fazem as mães nos filhos pequeninos, pelo prazer de ouvir as gargalhadas dobradas. Não importaria que depois viessem os soluços, tivesse de fazê-la tomar três goles dágua para que o ugle, ugle parasse de vez. Não temeria sequer colocar-lhe na testa um fio de linha vermelha emboladinha e umedecida com saliva.
Se fosse um anjo, não esse de verdade que ela tem, mas daqueles que a gente conhece das pinturas nas abóbadas das igrejas, pequenininhos, entroncadinhos, passaria dias e noites sorrindo para, diante dos meus malabarismos angelicais, ela esboçasse ainda que um mínimo daquela alegria criança que tinha antes do sono que já se prolonga.
Anjo não sou, mas bem que poderia ser uma fadinha esplendorosa e faiscante, varinha mágica na mão direita, asas de libélula e traje de bailarina. Se fosse uma fadinha sobrevoaria nas dependências do seu quarto e, tal qual um beija-flor, pararia bem próximo ao seus ouvidos , recitaria versos e cantaria canções de encantamento, só para vê-la, preguiçosamente, tentar acordar.
Fada não sou.
E se fosse um palhacinho, ainda com meu coração triste, será que conseguiria? Roupas coloridas, maquiagem forte, exagerada, voz de paspalha, perguntaria e Flávia responderia, na mais velha das velhas tradições do circo:
- Hoje tem marmelada?
- Tem sim, Senhor!
- Hoje tem goiabada?
- Tem sim, Senhor!
- E o palhaço, o que é?
- É ladrão de mulher!
Será?
Sou sem graça, mas daria o melhor do meu espírito parvo para entregá-la e reintegrá-la à vida. Odele, Flávia e o irmão teriam muito o que conversar. Ririam juntos.
......”
Infelizmente Leila, passados quase 15 anos desde o dia 06 de janeiro de 1998, ainda não temos motivos para sorrir. Seja porque Flavia continua em seu sono sem fim, seja porque as autoridades também ainda não acordaram para o grave problema de falta de segurança nas piscinas do Brasil. A tão necessária lei, não só ainda não saiu, como não se tem notícias de seu andamento. Por isso, neste dia 12 de Outubro dia de Nossa Senhora Aparecida padroeira do Brasil, em que se comemora também o dia da criança, um presente valioso para todas elas poderia ser a Lei Federal de Segurança nas Piscinas. Criança feliz, é criança brincando em segurança.
FLAVIA VIVENDO EM COMA...
"Este blog,criado em janeiro de 2007, é dedicado à minha filha Flavia, e sua luta pela vida. Flavia vive em coma vigil desde que, em 06.01.1998, aos 10 anos de idade, teve seus cabelos sugados pelo sistema de sucção da piscina do prédio onde morávamos em Moema- São Paulo. O que aqui escrevo,é o relato verídico dos fatos a partir do acidente,até os dias de hoje. É um alerta sobre o perigo existente em ralos de piscinas. É um protesto contra a lentidão da justiça brasileira."
Odele Souza
blog: www.flaviavivendoemcoma.blogspot.com
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
Ser criança é.....
Mariângela Miller Moreira Porto e seu gato Sadinho em 1963
Ser criança é:
"Ser criança é acreditar que tudo é possivel.
É ser inesquecivelmente feliz com muito pouco.
É se tornar gigante diante de gigantescos pequenos obstáculos.
Ser criança é fazer muitos amigos antes mesmo de saber o nome deles.
É conseguir perdoar muito mais fácil do que brigar.
Ser criança é ter o dia mais feliz da vida, todos os dias.
Ser criança é o que a gente nunca deveria deixar de ser"
Glberto dos Reis
Ser criança é:
"Ser criança é acreditar que tudo é possivel.
É ser inesquecivelmente feliz com muito pouco.
É se tornar gigante diante de gigantescos pequenos obstáculos.
Ser criança é fazer muitos amigos antes mesmo de saber o nome deles.
É conseguir perdoar muito mais fácil do que brigar.
Ser criança é ter o dia mais feliz da vida, todos os dias.
Ser criança é o que a gente nunca deveria deixar de ser"
Glberto dos Reis
domingo, 7 de outubro de 2012
Lembranças de uma avó
Minhas filhas, assim como todas as mulheres modernas, trabalham fora exercendo a chamada "dupla jornada”.
Por conta disso, estou sempre rodeada dos netos. Eles vêm em busca de um dengo, de ajuda nos trabalhos escolares e, principalmente, saborear alguns quitutes, típicos de "casa da vovó".
Mas, gostam muito, também, de ouvir as histórias que conto sobre minha infância. Desde o mais velho, com 20 anos, até o pequeno, com 7, divertem-se muito ouvindo os relatos das travessuras, das brincadeiras de rua, todas elas já conhecidas de todos nós. Eles gostam de saber os detalhes e já tive que contar a mesma história várias vezes.
Outro dia, o menorzinho, Leonardo, hoje com 7 anos, olhou-me com tristeza e perguntou:
- Vovó, você não tinha play?
Expliquei a ele, que a rua era o play das crianças e ali nos divertíamos muito, brincando de "estátua", de "jogar sério" "jogar pedrinhas", brincadeiras que ele não conhecia. Inclusive, o teatrinho de rua, onde encenávamos pequenos roteiros ou sinopses, feitos pelos mais criativos. Também fazíamos as roupas dos personagens, com muito papel crepom, cola e purpurina. Tudo muito colorido.
Nossa plateia era formada pelos vizinhos, que traziam suas cadeiras e, ainda, nos aplaudiam muito. Depois, servíamos lanchinhos de pão de forma e água com groselha, comprada em litro, no Zé da venda.
Meu netinho, ainda não satisfeito, tornou a perguntar: -E, também não tinha shopping?
Novamente tive que explicar que nosso shopping era ali mesmo, a céu aberto, aonde os vendedores vinham até nós para oferecerem seus produtos. Eram os mascates que vendiam roupas, vendedores de livros, os verdureiros, o peixeiro, etc. Mas o que mais gostávamos mesmo, eram dos vendedores de doce como o "quebra-queixo", "machadinha", "biju" e, principalmente, do vendedor de "sonhos e "maria-mole", com seu carrinho envidraçado e todo pintado de branco. Que delícia!
Além dos vendedores, tínhamos, também, os compradores. Uns compravam jornais e papelão, outros garrafas, metais, etc.
E nós, (acho) iniciando a reciclagem, juntávamos todo esse material e ficávamos à espera dos compradores. Os cruzeiros e centavos, obtidos com essa transação, eram facilmente trocados por gibis, ou pelas delícias açucaradas descritas à cima.
Acho que hoe é difícl para uma criança, imaginar toda essa liberdade que tínhamos, pois as ruas, agora, são assustadoras.
Bernadete Pedroso
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Rio da Traição
Que legal. Voce morava ou mora bem perto da casa do palhaço Arrelia. Ele morava na
Praça Cel. Fernandes de Lima. São umas 3 quadras. Esse era o nosso caminho para as aventuras
na beira do corrego. Havia alí uma chacara que tinha um pé de castanha. Eram umas bolas espinhudas.
Nós só conseguiamos pegar as que estavam no chão. Nem sabíamos o que era aquilo. Meu avô contava
que o nome "traição" era devido a uma emboscada que um bandeirante sofreu do proprio filho, naquelas margens.
Acredito que vindos do litoral ou de Santo André da Borda do campo o Rio da Traição era caminho para o oeste.
Acho que já estou viajando mas pode ser verdade.
José Eduardo Soares
sábado, 29 de setembro de 2012
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
O ipê amarelo da Alameda dos Aicás
Todos os dias, nesta época, o ipê amarelo da Alameda dos Aicás vira atração turística. E para nossa alegria, ele está bem ao lado do ateliê, enfeitando a rua para recepcionar a primavera. Uma festa de cor e beleza. O ipê amarelo já florido ( as fotos foram tiradas no dia 18/9/2012),é um espetáculo que dura poucos dias e merece ser visto.
Ida e Kika
ateliê
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Alameda Iraé
Tia Diva, minha mãe Anita, eu Ronaldo Lippi, meus irmãos Roberto e Marinho e meu primo Renato. À direita o Grupo Escolar César Martinez, ao fundo o terreno do CERI, a praça das bicicletas e lá no horizonte o local onde virou o Hospital do Servidor Público, na Rua Pedro de Toledo. Todos no carro Ford 41 do meu pai, Mario Lippi.
ano da foto: 1955
foto tirada por : Mario Lippi
ano da foto: 1955
foto tirada por : Mario Lippi
domingo, 16 de setembro de 2012
GOL, depois de um ano nada mudou
Toda vez que preciso comprar passagem surge a dúvida de
sempre:
- Será que a acessibilidade ao site das empresas aéreas brasileiras funcionam adequadamente?
Há tempo, tanto eu quanto muitos deficientes visuais têmos reclamado através do twitter, facebook, email e por telefone a má qualidade e a falta de acessibilidade ao sites das nossas empresas aéreas. Inclusive há algum tempo enviei um email para a empresa Gol cobrando soluções e a mesma respondeu que estaria tomando providências, mas um ano se passou e, absolutamente nada mudou. Infelizmente, tudo continua igual!
Hoje, a empresa Gol lançou uma promoção, mas como o site não é acessível, certamente não poderei usufruir da promoção.
Tentei também, comprar através do televendas más, sem sucesso pois, apenas fui informado de que deveria entrar em contato com o SAC. E aí foi aquela jornada ....interminável! Liguei para o SAC e me informaram que deveria comprar a passagem diretamente do site da empresa. Isso realmente, seria o óbvio! A atendente tentou solucionar o problema e depois de muito tempo me informou que não podia efetuar a venda com a devida promoção. Enquanto ouço a resposta dela, bombardeio a Gol através do twitter cobrando uma solução. Recebo a resposta de que a atendente do SAC foi autorizada a me vender a passagem promocional.
Está mais do que na hora da ANAC cobrar soluções das empresas aéreas brasileiras. E sem dúvida, o correto seria que todas empresas aéreas cumprissem as normas de acessibilidade nos seus devidos sites.
- Será que a acessibilidade ao site das empresas aéreas brasileiras funcionam adequadamente?
Há tempo, tanto eu quanto muitos deficientes visuais têmos reclamado através do twitter, facebook, email e por telefone a má qualidade e a falta de acessibilidade ao sites das nossas empresas aéreas. Inclusive há algum tempo enviei um email para a empresa Gol cobrando soluções e a mesma respondeu que estaria tomando providências, mas um ano se passou e, absolutamente nada mudou. Infelizmente, tudo continua igual!
Hoje, a empresa Gol lançou uma promoção, mas como o site não é acessível, certamente não poderei usufruir da promoção.
Tentei também, comprar através do televendas más, sem sucesso pois, apenas fui informado de que deveria entrar em contato com o SAC. E aí foi aquela jornada ....interminável! Liguei para o SAC e me informaram que deveria comprar a passagem diretamente do site da empresa. Isso realmente, seria o óbvio! A atendente tentou solucionar o problema e depois de muito tempo me informou que não podia efetuar a venda com a devida promoção. Enquanto ouço a resposta dela, bombardeio a Gol através do twitter cobrando uma solução. Recebo a resposta de que a atendente do SAC foi autorizada a me vender a passagem promocional.
Está mais do que na hora da ANAC cobrar soluções das empresas aéreas brasileiras. E sem dúvida, o correto seria que todas empresas aéreas cumprissem as normas de acessibilidade nos seus devidos sites.
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Alameda dos Anapurus, 1931
Morei de 1963 a 1974 na Alameda Anapurus, 1931.Estudei no Napoleão de Carvalho Freire, Fiação Indiana e no Manaoel de Paiva. A Avenida Ibirapuera, era sem asfalto, passava o Bonde e eu colocava cacos de vidro na linha e quando o Bonde passava ficava um pózinho bem fino de vidro que fazíamos icerol. Tinha uma chácara próxima ao Quartel onde eu pegava na beira do arame farpado, morango e pitanga. Nas noites de verão ia buscar sorvete de palitos (uns 50 pelo menos) na Sorveteria Sonata.
Paulo Roberto Ramos de Moura
Paulo Roberto Ramos de Moura
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
Fiação Indiana
BOAS RECORDAÇÕES,INTEGRANTES DA MINHA FAMILIA, TANTO POR PARTE DE MEU PAI COMO DA MINHA MÃE TRABALHARAM NA FIAÇÃO INDIANA. MEU AVÕ CLAUDINO BORBA, MEU PAI ANTONIO DE ALMEIDA BORBA, MEU TIO AVO OLIMPIO BORBA,MEUS TIOS JOÃO BORBA, GETULIO BORBA, MINHA AVO OLGA TEUSTCHBEN, MEUS TIOS ELZA E ORBEDÃ. INCLUSIVE ESTUDEI NA ESCOLA DA FÁBRICA, JOGUEI BOLA NO CAMPO DE FUTEBOL QUE FICAVA NA RUA JURUPIS. TEMPOS BONS.SERÁ QUE NÃO TERIA FOTOS DA ESCOLA.
Claudino Borba
Claudino Borba
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Alameda Iraé,números 184 e 162
FORD conversível 1941 de Mario Lippi, pai de Ronaldo Lippi.Dentro do carro ao volante sua mãe Dona Anita,seus irmãos Roberto e Marinho,Ronaldo e seu primo Renato
foto tirada em 1955 por Mario Lippi
Ronaldo Lippi autorizou essa postagem
foto tirada em 1955 por Mario Lippi
Ronaldo Lippi autorizou essa postagem
domingo, 9 de setembro de 2012
Dona Lurdes e suas flores: comentários
"Dona Lurdes,era muito conhecida na zona sul.Um sábado dos anos de 1960, fui com um amigo comprar flores no dia do casamento de sua irmã. Se não tiver enganado era o buquê que a noiva usaria." Mario Lopomo
"Como eu me lembro bem da dona Lurdes... era automático ir lá na Rua Periquito comprar flores que parecia ser a única floricultura que existia em São Paulo... May vc é mágica fazendo nossas lembranças reviverem" Cristina Kuczynski
"Dona Lurdes era mesmo uma pessoa meia brava,séria e sem muita conversa e mesmo assim era a que mais vendia flores lindas e perfumadas. Nos meus quinze anos ganhei muitos arranjos,um mais bonito que o outro.Eh dona Lurdes".Marta Ovando Obara
"Minha mãe comprava muitas flores lá eu lembro que ficava atrás do cine Grauna.Vc lembra quando o buque era de palmas e se embrulhava com celofane ficando quase um triangulo fechado com um laço? Então muitos 15 anos de amigos foram presenteados com este buque."Ana Cristina Maruca
"Dona Lourdes era famosa no bairro, seu endereço tbem.Uma travessinha estreita e feinha, mas com flores que enfeitavam nossa casa. Lembro dela com seu avental e lenço na cabeça."Ana Maria Visconti Penteado
"Lembro que minha mãe comprava sempre palmas vermelhas com grande folhagens que enfeitavam a sala de jantar.Por falar nisso,por onde andas as palmas, sairam de moda. Eu preferia as flores do campo: margaridinhas,bocas de leão,sempre-vivas.Duravam muito e o colorido lindo.No meu aniversário de 15 anos eu ganhei uma linda orquidea lilás numa caixinha de celofane, presente de bom gosto e muito sofisticado para mim. Ficou lá até murchar coitadinha, sem água. Hoje orquídeas florescem em árvores de grande avenidas, as rosas são colombianas,as tulipas holandesas, tem até mini rosas lindinhas.
Atualmente eu quero dar ou se recebo flores elas veem pela internet sem ver suas cores ou sentir seu perfume ao escolhe-las.Tempos modernos....Saudades de D.Lurdes."Vera Dulce Melega
sábado, 1 de setembro de 2012
Alameda Iraé, 420
O meu pai Francesco Condino durante alguns anos foi dono da Sapataria Italiana que ficava entre as Ruas Jurupis e Jamaris .Um dia êle resolveu mudar de ramo e vendeu o estabelecimento,mas eu escolhi continuar na mesma atividade. Então no dia 23 de abril de 1974 inaugurei o meu comércio: a Sapataria Iraé, na Alameda Iraé, 420.
Tôdas as máquinas usadas até hoje são do início da sapataria e foram compradas na época do fabricante iuguslavo Desiderio Uscas.
Michele Contino
Na sapataria encontramos todos os dias o Sr. Michele Condino sempre pronto para contar suas infinitas histórias sobre o bairro de Moema
Tôdas as máquinas usadas até hoje são do início da sapataria e foram compradas na época do fabricante iuguslavo Desiderio Uscas.
Michele Contino
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Indústrias que funcionaram no bairro de Moema
"Nossa,quanta lembrança me veio a tona quando achei este site.O que mais lembro são os cheiros característicos das fábricas, quando minha mãe me puxava pelo braço fazendo compras no bairro,principalmente da Metalúrgica Bárbara e Tintas Sherwim Williams que eram perto de casa (Rua Aratans),outra boa lembrança também são os vitrais da igreja N.S.Aparecida". José Ivan Jacinto Coimbra
"Nossa trabalhei na Fiação Indiana, que foi fechada para se transformar no Shopping Ibirapuera,morava na Rua Jacutinga, com meus pais e minha irmã, e estudamos no Levy e no Grupo Escolar Cesar Martinez, fiz primeira comunhão na Igreja Nossa Senhora Aparecida e lembro que neste dia,minha mãe me acordou de madrugada para tomar o café da manhã, pois tinha que ficar 3 horas sem comer para poder comungar, andei muito a pé pelo bairro e quando passo por lá(é muito difícil isto acontecer, pois estou fora de S.Paulo há quase 30 anos),tem lugares que tenho dificuldades para reconhecer.A agencia do Joquei lembro bem, meu tio era alfaiate na casa ao lado e em frente tinha o cine Joa, ninguém lembra dele, grande matines.Saudades daqueles tempos." Maria Cristina Di Pace Schmidt
"É interessante que só agora ao ler esta lista me dei conta de quantas indústrias havia no bairro.Isso me trouxe uma imagem muito antiga que acontecia todos os dias na minha vida prá casa,no ônibus escolar.Sempre por volta de uma da tarde,passando pelas ruas de Moema, que chamávamos de Indianópolis,onde moravam muitos alunos, a gente se deparava com as calçadas repletas de trabalhadores esparramados numa preguiça gostosa de quem havia acabado de almoçar.Agora entendo melhor aquelas cenas e sinto saudade." Suely Piedade Santos
"Assim como a Suely a lembrança que tenho é a de ver os trabalhadores da Indústria de Linhas Setta na Avenida Ibirapuera, depois do almoço, alguns sentados na mureta, outros em algum cantinho protegidos pela sombra do muro jogando conversa fora e um e outro tentanto um cochilo." Marcia Ovando
INDÚSTRIAS QUE FUNCIONARAM NO BAIRRO:
.Metalúrgica Bárbara
.Indústria Itaúna de Bomba d água
.Linhas Setta
.Sucos k- refresco
.Fábrica de Bomba d água vempa
.Sherwim Willians tintas
.Indústria Yanes
.Indústria Impacta
.Indústria de Transformadores Wilkason
.Pial Indústira Interruptores
.Eletrodos Fredotti
.Máquina de Solda Simonek
.Indústrias Durlin
.Parafuso Fapap
.Fiação Indiana
.Tecelagem das Américas
.Fiat Lux
.Brindes Pombo
.Indústria de Conservas Irmãos Machatanz
"Nossa trabalhei na Fiação Indiana, que foi fechada para se transformar no Shopping Ibirapuera,morava na Rua Jacutinga, com meus pais e minha irmã, e estudamos no Levy e no Grupo Escolar Cesar Martinez, fiz primeira comunhão na Igreja Nossa Senhora Aparecida e lembro que neste dia,minha mãe me acordou de madrugada para tomar o café da manhã, pois tinha que ficar 3 horas sem comer para poder comungar, andei muito a pé pelo bairro e quando passo por lá(é muito difícil isto acontecer, pois estou fora de S.Paulo há quase 30 anos),tem lugares que tenho dificuldades para reconhecer.A agencia do Joquei lembro bem, meu tio era alfaiate na casa ao lado e em frente tinha o cine Joa, ninguém lembra dele, grande matines.Saudades daqueles tempos." Maria Cristina Di Pace Schmidt
"É interessante que só agora ao ler esta lista me dei conta de quantas indústrias havia no bairro.Isso me trouxe uma imagem muito antiga que acontecia todos os dias na minha vida prá casa,no ônibus escolar.Sempre por volta de uma da tarde,passando pelas ruas de Moema, que chamávamos de Indianópolis,onde moravam muitos alunos, a gente se deparava com as calçadas repletas de trabalhadores esparramados numa preguiça gostosa de quem havia acabado de almoçar.Agora entendo melhor aquelas cenas e sinto saudade." Suely Piedade Santos
"Assim como a Suely a lembrança que tenho é a de ver os trabalhadores da Indústria de Linhas Setta na Avenida Ibirapuera, depois do almoço, alguns sentados na mureta, outros em algum cantinho protegidos pela sombra do muro jogando conversa fora e um e outro tentanto um cochilo." Marcia Ovando
INDÚSTRIAS QUE FUNCIONARAM NO BAIRRO:
.Metalúrgica Bárbara
.Indústria Itaúna de Bomba d água
.Linhas Setta
.Sucos k- refresco
.Fábrica de Bomba d água vempa
.Sherwim Willians tintas
.Indústria Yanes
.Indústria Impacta
.Indústria de Transformadores Wilkason
.Pial Indústira Interruptores
.Eletrodos Fredotti
.Máquina de Solda Simonek
.Indústrias Durlin
.Parafuso Fapap
.Fiação Indiana
.Tecelagem das Américas
.Fiat Lux
.Brindes Pombo
.Indústria de Conservas Irmãos Machatanz
domingo, 26 de agosto de 2012
Neil Armstrong
"...da próxima vez que você der um passeio em uma noite clara e vir a LUA sorrindo para você, lembre de NEIL ARMSTRONG e dê uma piscadela para êle". (frase da família de N.Armstrong)
"Um pequeno passo para o homem e um salto gigante para a humanidade". 20/07/1969/ Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na LUA.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Dia dos pais
Momentos
Um pai,uma mãe e cinco filhos. Uma casa de "alaranjado brilhante". Porta sempre entreaberta e na mesa guloseimas mil! No quintal sempre um pequinês correndo de lá prá cá. Na grama roupas quarando ao sol e no varal sempre muitos sonhos estendidos! Todos os dias final de tarde,no portão dessa casa, os cinco filhos entre uma brincadeira e outra esperam o pai dobrar a esquina da Rua Olivia, em Moema....voltando de mais um dia de trabalho.
Meu pai Altivo Ovando
Marcia Ovando
domingo, 5 de agosto de 2012
domingo, 29 de julho de 2012
Em Moema: Fiação Indiana
Foto da Fiação Indiana nos anos 20 época da instalação das máquinas.Localizava-se onde hoje é o Shopping Ibirapuera.Nos anos 70, sob o comando do meu pai, eu vivia ali. Meu pai ERICO STICKEL foi superintendente da Fiação nos anos 60 e 70, quando a empresa foi vendida.
foto e texto cedidos por: Fernando Stickel
foto e texto cedidos por: Fernando Stickel
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Rua Cadineus, Moema
A Rua Cadineus é uma pequena travessa da Alameda dos Anapurus, assim como quase tôdas as ruas de Moema, essa também virou estacionamento .
Tive a alegria de curtir em Moema um tempo em que brincávamos livremente, tempo em que os muros das casas eram bem baixos e viravam bancos para a meninada.Tempo em que os vizinhos se conheciam e praticamente as portas das casas ficavam abertas! Tempo de pouquíssimos automóveis.
Marcia Ovando
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"May, que saudades disso tudo! Uma delícia ler sua narrativa sobre dona Lurdes, retrata exatamente como ela era, como era o seu compercio de flores e o sucesso que fazia... muito mais do que as floriculturas do bairro, que tinham boa apresentação porém nenhuma delas cegavam a ter a variedade e a quantidade de flores do simples e até rustico comércio de dona Lurdes.
Revivi nos comentários da Mê, da Vera Dulce e outros, a época da juventude que vivemos....cine Graúna, ramalhetes de palmas embrulhados em celofone...ótimas lembranças.May grande beijo a você e as nossas amigas...." Vera Helena S, Brick