segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A primeira bicicleta a gente nunca esquece!







                                                                       

A minha primeira bike 
 Fernando Brandão de Carvalho


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 Sierger marca alemã anos 60

 
Caloi arco duplo aro 26 anos 60

Narvik marca portuguesa anos 60

Monark anos 60
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A minha bicicleta

A minha bicileta
só tem dois pedais
mas se monto nela...
não tem dois, tem mais!

A minha bicicleta
tem um guiador 
quando monto nela...
...sou aviador

No jardim onde ando
não vejo um canteiro...
sou aviador,
vejo o mundo inteiro

Voo mesmo a sério!...

Por cima das árvores
(não toco no chão)
voo mesmo a sério
vou de avião...

A minha bicicleta também tem selim
mas eu nem me sento
gosto mais assim:

Pedalo em pé

dá mais rapidez
a minha bicicleta
é o que tu vês:

É um avião,
pois eu não te digo?!

Da próxima vez...

Da próxima vez
levo-te comigo?

poeta e escritor português: Fernando Miguel Bernardes

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Quando mudamos para Moema descobrimos um bairro para brincar e jogar, as ruas eram as prolongações dos nossos quintais. Abriu-se para mim um mundo sem horizontes.Os meus pais vendo a liberdade que podiamos ter compraram para mim  e minha irmã duas bicicletas Caloi. Foi então que comecei a descobrir caminhos novos, alguns difícieis para a minha Caloi de três marchas andava por todos os lados até passava pelo riozinho com água, hoje a Avenida dos Bandeirantes, as ruas Catuiçara, Pavão, Irauna, Gaivota, Ilamônia ficavam pequenas. Foi quando comecei a explorar o outro lado da Avenida dos Bandeirantes até a Avenida República do Líbano..
Com o tempo a bicicleta ficou  velha  e eu tinha 16 anos e achei que precisava uma melhor, comprei um motor de 25 Cm cúbicos fiz a adaptação na garagem da minha casa. Posso dizer que comecei a conhecer novos espaços cada vez mais longes, certo que o problema de levar  um motor adaptado, tinha problemas cada  dez minutos, mas eu conseguia  arrumar. Um dia na rua Jurupis parei na frente de um mecânico e pedi ajuda, pois o motor não funcionava bem pela "vela" como boa pessoa de Moema êle me  ajudou e quando me despedi disse: "estás começando a sofrer muito jovem", não entendi nada eu era o menino mais feliz do mundo com a minha bicicleta motorizada, barulhenta e com cheiro de gazolina.

Santiago Fernandez\ Santi\ diretamente da Espanha

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Não sei quantos anos tinha quando ganhei  minha bicicleta uma Merk Suisse, verdinha e toda imponente... mas para andar fizemos exame de ciclista para temos a cartinha é lógico que era de brincadeira,mas tivemos que subir em rampas, andar sem as mãos, ultrpassar obstáculos, andar de zig zag nos cones, estacionar e frear na  hora certinha. Puxa era um sufoco danado, mas finalmente recebíamos o nosso passaporte para a liberdade, uma cartinha feita de papel alumini de lata de leite  Ninho que era escrito com canetinha... e lá íamos alucinados e felizes  pedalando pelo nosso bairro!! Que saudade...

Marta Ovando Obara
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Nossa Martucha que bacana  eu não me lembrava disso, realmente deve ter sido uma curtição.(Márcia Ovando)
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O ano devia ser 1951 ou 52, ainda não frequentava a escola. Meu tio Luiz - aquele que morava na em Moema, na Alameda dos Arapanés, e me colocava na moto para fotografar- trabalhava na Caloi, no Brooklin e, com o consentimento de  chefe - trazia para casa peças com pequenos defeitos e assim, montou uma bicicleta adequada ao meu tamanho. Tinha 6 ou 7 anos e essa foi a minha primeira bicicleta.
A alegria só não era completa por um simples detalhe: a bike não tinha pneus,nem freios,mas isso não era obstáculo para minhas aventuras.
Aos sábados ia com o meu pai passear na Cidade Monções,nas imediações da Hípica Paulista, conforme o Google, a quase 5 km de casa.uau!
Naquele tempo o DAEE abria as valetas para os canos da água e o bairro estava todo esburacado. Meu pai ia à frente e eu fazia o que podia para acompanhá-lo, patinando com a roda a seco naquela revolta da borda do buraco e de repente,vapt! Escorreguei. Cai com a  bicicleta e tudo dentro do buraco. A valeta era estreita e fiquei exatamente  como estava: sentada no selim e com os pés nos pedais.Foi uma dificuldade sair da bicicleta e entregá-la ao meu pai, que a essas alturas, estava deitado no chão, com meio corpo dentro do buraco.Nada demais aconteceu.
Um pouco mais velha, dava minhas voltas no quarteiraõ,sozinha, livre! Era delicioso ir pelo lado com menos declive e voltar pelo ladeirão da Rua Platina. A bicicleta já estava um pouco pequena para mim, que sempre fui  muito alta para a idade, assim como dizia a minha mãe, eu parecia um camelo, curvada sobre os guidões e foi assim com a cara me precedendo que certo dia perdi a direção e subi na pilha de tijolos em frnte de casa, deixando a bicicleta para traz e aterrisando de queixo  no topo da pilha.
Explicando: a pilha de tijolos estava organizada em degraus.Meu avô arrumava assim, para evitar que ela desmoronasse e machucasse as crianças, então com a velocidade que vim, foi fácil subir com a bicicleta o primeiro lance e me esparramar depois.
Hematomas à parte- eu parecia um moleque, como dizia minha  pernóstica tia avó professora- aquela minha primeira bicicleta me proporcionou muitos bons momentos na infância.

eu na moto do meu tio Luiz em frente a  casa dos meus avós paternos Luiz e Deolinda Walder na  Alameda dos Arapanés esquina  com a Avenida Macuco.

Lidia Walder

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Nossa, se me lembro e quanto!... Tinhamos 2 lá em casa. Uma para os meninos com esse cano abaixo do selim e outra para as meninas sem o cano. Éramos 6 meninas e como a fila  para usar a bicicleta era grande, usávamos a dos meninos, pois eles eram só 3...Bons tempos.

Bernadete Pedroso

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Claro tinha uma Goerich amarela com degrede laranja. Vários e vários tombos, alguns com pequenas fraturas.

Pedrinho Pinto da Silva

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Eu não tinha,mas me lembro de um tombo com uns 10 anos de idade, quando aguardava o taxi que meu pai chamou, para irmos até a Estação Rodoviária, e eu fui dar uma volta no selim de minha amiga Ivone e quando vimos que o carro já estava em minha casa, ela se assustou, correu e brecou, caimos.Ela, a bicileta e Eu. Lavei o machucado e ainda levei umas belas palmadas. Isso foi na antiga rua Tico-Tico, hoje Ministro Gabriel de Rezende Passos, em Moema.

Marilia Machado César Décourt
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Nossa viajei no tempo...! Lembro que tínhamos uma inglêsa Phillips, pneu balão, com farol a dínamo, lembro também que colocávamos cartas de baralho, ou papelão para fazer barulho nos raios, ou mesmo a latinha de extrato de tomate "Elefante", com um  fio esticado para imitar uma "sirene" ou algo parecido....,puxa que infância criativa tivemos, heim?! E saudável! Matávamos aula sim, mas para ir até interlagos de "magrela" ou até o aeroporto, junto a cabeceira da pista no famoso  'XADRÊS"...., o Pedrinho deve lembrar de várias aventuras....

João Arthur Matta Martins

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Relação de amor e dor com a minha primeira bici... tentativa e erro o tempo todo; não conseguia equilibrio e tinha dificuldade em usar o breque!!! haha

Dora Carvalho

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Não tive bicicleta na minha infância aí em Sampa. Só fui ter uma aqui em Catalão. As poucas vezes que pedalei por Moema foi na bicicleta de um amigo.

Sylvio Neto Lorenzi

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Também não tive bicicleta, tempos dificieis e o dinheiro do pai não sobrava para uma bicicleta. Mas eu tive duas amiguinhas a Maria Clara e a Lidia que sempre  emprestavam as suas bicletas e até quando a Maria Clara viajava de férias para a casa do vó no interior ela deixava a sua bicicleta em casa para eu usar.Boas amigas que me trazem recordações boas.
Maria do Céu

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a minha primeira bike foi uma Ceci com cestinha. Amei e por muito tempo dsfilei pelas ruas do bairro e dos bairros próximos feliz da vida.

Maria Cecilia
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Lembro sim...Na verdade,era a do meu irmão e eu sempre pedalava. Compartilhávamos a mesma bicicleta.
Eu adoro pedalar. Hoje tenho a minha bike e pedalo no jardim da orla, aqui em Praia Grande.
Adoooooro!

Sonia Astrauskas

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Se lembro...tinha freio no pé. MONARK COR VERDE ARO 26.

Pedro Luiz Trevisan

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Me lembro sim Marcia, andava feito uma doidinha nel, adorava!

Eliana Moretti Bueno

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Nossa! Foi  um presente de mnatal que me deixou muito feliz!!! Era vermelha e branca e foi nela que aprendi a andar de bike!!! Foi no natal de 1967 e meus irmãos tb ganharam bicicletas!!!Època feliz!!! A bike me dava sensação de liberdade!!!

Mariângela Miller Moreira Porto
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Até para andar de bicicleta era preciso permissão dos pais. Aprendi pedalar com meus irmãos.

Neusa Bertolini
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Lembro que tive só adulto. Meu pai não queria. Andava nas dos meus amigos(Arthur e Alex).

Luiz Rinaldi Neto
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Ganhei a minha  bicilceta no meu aniversário de  13 anos. Linda toda reluzente amarela e prata. Foi o melhor presente que ganhei .

Maria Lucia

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Santiago... me lembro da sua barulhentíssima... assim comolembro a da Laurita... ela levava a gene no guidon...kkkkkkk a minha era uma caloi gt.... ganhei não... comprei, com 10 anos, eu e meu pai fizemos uma música pro festival de carnaval da Record...e ganhamos! ai ele me deu, de prêmio a minha caloi kkkkkk ganhei o mundo!

Regina Cordovil
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A minha primeira bicicleta( compartilhada com meus irmãos) foi uma Phillips, inglesa, da década de 40(ganhamos a magrela lá por 1961,62...), que meu pai comprou de um amigo e mandou reformar. Ela pesava uma tonelada, não tinha marchas, mas eu me diverti muito com ela, durante alguns anos. Meus irmãos ganharam bicicletas novas e eu fiquei com a velha phillips de aro 28, enorme para um moleque de 11 anos, como eu era....

Ronaldo  Lippi
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Nunca tive uma bicicleta pra chamar de minha.

Mas usava a que minha mãe ganhou de meu pai.


Uma Rabeneick alemã, preta com frisos dourados feitos a mão.Provavelmente entre os anos 55/56/57
Uma tela de filó, cobria as rodas traseiras para segurança de criança que fosse transportada na garupa.
O selim era de couro natural armado sobre molas,com a estampa do nome.
Uma enorme bomba de ar em aço e cabo de madeira,vinha fixada no tubo inferior.
Na parte inferior do bagageiro haviam duas gavetas,que deslizavam longitudinalmente.Grafadas com o emblema e em metal claro.
Numa,ferramentas e pano de limpeza.
Na outra local para guardar luvas.
Pequena tranca circular, impedia a movimentação da bicicleta,travando as rodas ao corpo da mesma.
Só se abria mediante uso de chaves.
Um vistoso emblema por sobre o para-lamas dianteiro em forma de pássaro e outro no no tubo de direção.
Na traseira disco reflexivo vermelho.
Um farol dianteiro movido a dínamo,era afixado na roda dianteira.Este era seu sistema de iluminação.
O freios com sistema de varão,agiam sobre as rodas por intermédio de sapatas de borracha.Pneus de passeio com aro 720 em rodas de raios cromados.
Enfim,....uma maquina incrível .

Usei muito esta bcicleta até com "rachas" com os amigos que usavam Monark e Calói.




As fotos não representam a Rabeneick da Dona Hilda,pois não as encontrei.
Mas são parecidas.




                                                                           
Sistema de freio por varões

                                                                           

Um dos emblemas da Rabeneick

                                                                         

Este ficava no para-lama traseiro e o tubo de direção

                                                    
                                                             Marco Otavio Baruffaldi

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Foi muito dificil eu aprender andar de bicicleta porque sempre tive muito medo. Eu já estava moça quando conseguir sair pedalando sozinha. Aproveitei muito o banco de carona de minhas amigas e lembro de cada passeio que fiz sentada na  garupa da bicicleta das amigas.

                                                         Clotilde Maria

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Rubem Alves




"Na saudade descobrimos que pedaços de nós já ficaram para trás.

E descobrimos, na saudade, uma coisa estranha:   desejamos encontrar ,  no futuro  aquilo que  já

experimentamos com alegria, no passado.

Só podemos amar  o que um dia tivemos".


Rubem Alves

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Alameda Iraé






                                                             

Anita Lippi, mãe do Ronado Lippi,  Alameda Iraé, ano 1947

domingo, 26 de janeiro de 2014

Rua Catuiçara, 41





                                           Convite   da   festa de  15 anos de  Maria Regina Cordovil




                                                                             

enviado por Dora  Carvaho

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Na Alameda dos Aicás




Ida e Kika, obrigada pelo carinho!


Fico feliz em saber que "pessoinhas" de  mãos tão habilidosas que com agulhas e linhas fazem trabalhos tão

lindos agora terão oportunidade de passear pelas histórias ,fotos e relatos do moemadetantashistorias.


Meninas...muitos abraços  bem apertadinhos!

Márcia




                                                                             

A foto aérea é do inico dos anos 70. A avenida que corta a foto é a Rubem Berta.
Moema está à direita, reparou? Sem nenhum prédio de apartamentos! À esquerda, o Planalto Paulista, ainda com muitas ruas de terra e o córrego Paraguai no canto inferior , que depois foi canalizado, e é onde existe a Avenida José maria Witaker. Até o Ateliê Ida e Kika, que ainda nem sonhava em ser ateliê também está na foto, lá longe.



Alameda dos Aicás, 1198  Moema
55369657\35869657
atelie@idaekika.com.br








sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Grupo Escolar César Martinez




                                                               

Deborah,Sueli, Renata, Alzira, Silvia Helena, Renata e .........................e a professora Lidia

Grupo Escolar César Martinez, ano 1968

Telma Cinquetti

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Quanta gente bonita! gostei muito

Aparecida Dias
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Todos tão arrumadinho e sem TENIS: sapatinhos engraxados
Dirce
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 Assim se vestiam os estudantes: uniforme impecável, sapatos engraxados..que duravam o ano todo!
Márcia Ovando

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Boa tarde, Marcia

só hoje vi sua carinhosa mensg sabe tenho realmente mta saudade do meu tempo de Moema, morei na Jamaris, 537   20 anos e a escola era maravilhosa encontrei vários amigos de lá p\face adoraria um dia poder abraçar a todos do meu tempo, estou na foto da escola na segunda fileira meio de lado e com uma franja, meus irmãos eram muito conhecidos um deles era conhecido como Zuppa e o outro era o Carlinhos que também esstudava na mesma ecola mas as classes eram mistas, realmente tudo muito diferente mas alegre e saudável  um  tempo realmente mto. bom, eu criei  um grupo no face que se chama Moema tempo mto. bom, dá 1 olhadinha vai ver mta. gente

um grande abraço

Rosana Zuppo

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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

SEGURANÇA NAS PISCINAS





             PETIÇÃO  ON LINE POR SEGURANÇA NAS PISCINAS.


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domingo, 12 de janeiro de 2014

Rua Lavandisca, feira de domingo





                                                                 

Feira de domingo na Rua Lavandisca, barraca do Sakai

As melhores flores de Moema

Fernando Carvalho 

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

.... palavras carinhosas!




Nooooosaaa! Que fotos! Me remeteram a um passado distante...quantas lembranças! Você é muito especial!Mai, por sua iniciativa!Faz e fará muitas pessoas felizes com os resgates! Parabéns!

João Arthur Matta Martins
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como é bom palavras carinhosas, bjs João Arthur

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Mai , já escrevi algumas vezes e escrevo novamente que este seu blog é  encantador, trás lembranças, acontecimentos tão especiais de nossas fotos, sou uma fãzona do seu blog! bjs bjs

Cristina

Irany Cabral de Carvalho


Parabéns Dona IRANY  CABRAL CARVALHO: muita saúde e muito amor sempre desses seus filhos tão queridos, de todos os seus amigos e de seus familiares!


                                                                 

Agora os preparativos parea receber a família e os amigos de minha mãe que completa 94 anos hoje. Ela é uma força da natureza, produto original dos pampas gaúchos, uma beleza em nossas vidas!Feliz aniversário minha mãe. Saúde e prosperidade.  Didel


94...bem vividos! Um exemplo de coragem e determinação!!! Beijo, mãe.  Dorinha

domingo, 1 de dezembro de 2013

Natal e Ano Novo





                                                                               
         



Muitos abraços bem apertadinhos para quem me deixou mensagens de carinho.
E abraços ,ainda mais apertados para algumas pessoinhas , pois sem a ajuda  delas ...tudo teria sido impossível. Ah! agora tudo passou!
Agradeço,agradeço, agradeço.

Gratidão eterna aos que me ofereceram amor na hora em que mais precisei.


Então, se a vida é um rasgar-se....que a gente possa encontrar sempre muita fôrça e luz  para....remendar-se!


UM NATAL E UM ANO NOVO .....SÓ DE ALEGRIAS!

Márcia Ovando
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...agora o blog e euzinha vamos arrumar a  mala!

...logo estaremos de volta!





                                                                           


sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Mappin, venha correndo Mappin...




"Mappin, venha correndo Mappin, é a liquidação"...



O Mappin foi inaugurado por ingleses no dia 29 de novembro de 1913, mesta 6a.feira estaria fazendo 100 anos.






"Na Rua XV de Novembro, o Mappin foi símbolo de glamour por décadas com sua loja sofisticada na Praça Patriarca e, no fim dos anos 30, na Praça Ramos de Azevedo.
Foi líder no mercado por muitos anos." (  Jornal Estado de São Paulo)

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A vida era de uma simplicidade tamanha que ir uma vez ou outra ao salão de chá inglês do Mappin e assistir aos seus  desfiles de moda era motivo de muita alegria.

Márcia Ovando






                                                                           

sábado, 23 de novembro de 2013

Em Moema, minha irmã e o pastel!







                                                                       


Minha irmã Marta, sempre bonita e tão sorridente, devorando um pastel na feira de 4a.feira, em Moema! Ah! minha irmã quando vejo você assim saboreando com muito gosto esse pastel ..lembro do papai  se deliciando com todas as guloseimas  possíveis e imaginárias!
Márcia Ovando

foto enviada : Mayra Ovando Obara

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Avenida Jurucê





                                                                         

Moramos dois anos na Rua Geórgia, no Brooklin e em 1953 foi quando  fomos morar na Avenida Jurucê.
Eu virei moleca! Aí comecei a ter gosto pela Liberdade.Era brincando na rua,andando de bicicleta,os jogos de roda,mocinha e bandido e quando chovia, com as bonecas.
Lembro dos nossos vizinhos que minha mãe os chamava de nossa familia.. Dona Paulina, era tia da cantora Marlene( as cantoras do rádio) a dona Ana que catava tudo que achava no lixo e que  hoje chamamos "acumuladora" ,tinha um cachorro que ninguém desprezava e a Irca apelido de Erika Choma , minha grande amiga até hoje e que nasceu na Alemanha de Hitler, durante a  2a.guerra ,mas era filha de mãe russa.
Minha Jurucê, de chão batido que alagava quando chovia mas que sabia que um dia seria majestosa tanto que já era Avenida!
Avenida Jurucê, não te esqueço.... jamais!

Maria Cezira Alberton Oliveira


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Liberdade era o que toda meninada  tinha nessa época : todos na rua se esbaldando, hoje prevalecem os carros nas ruas, que pena

Maria José
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Que foto bonita e texto interessante, recordando um pedacinho aqui outro ali vai se montando a história de cada um, que acaba se tornando a história desse bairro, não conhecia o blog , vou virar fãzona. 
Edith

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sábado, 19 de outubro de 2013

Yedda Mendonça Neto


                                                               

Yedda Mendonça Neto e seus filhos Fabio e Fernando
ano: 1967
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Yedda querida depois que você se mudou da Rua Normandia, Moema nunca mais foi a mesma!
Márcia Ovando

domingo, 13 de outubro de 2013

Maria Cezira Alberton de Oliveira e sua amiga Maria Cecilia







                                                                         


Das tantas e tantas lembranças boas que tenho de São Paulo, uma é a minha amiga Maria Cecilia.
Morava na  Avenida Ibirapuera bem em frente à Igreja Nossa Senhora Aparecida e era  neta dos donos do maravilhoso castelinho que encantava a todos nós.Muitas vezes estive brincando com ela em sua casa que ficava ao lado dos avós.Eram quatro meninas: Maria Cecilia, Maria Amélia, Maria Tereza e Maria Cristina e Raulzinho o único menino.
A fotografia do nosso diploma do primário na escola " Linneu Prestes" em Santo Amaro é a única lembrança que tenho da inesquecível amiga dos tempos felizes.



Maria Cezira Alberton de Oliveira

domingo, 6 de outubro de 2013

Moema e seus jogadores de futebol




                                                               

Jogo de futebol na  Duplex fábrica de borracha  para carros no bairro de Santana. Ficamos uns 3 dias para tirar essa borracha do corpo, pois a quadra era coberta por um pó de borracha. 
Da esquerda para  direita:  Luiz Puntel (Mago),goleiro Pedrinho, Gilberto Abe (Giba),Rafael  Bianco (Flim), Carlos Puntel (Puntel)
data: 1976\1977

Pedrinho Pinto da Silva

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Outubro Rosa




                                                                       






domingo, 29 de setembro de 2013

José Luiz Ferreira Barreto, o Zé Luiz, o Didi




                   Sòmente hoje fiquei sabendo que meu amigo querido dos tempos dourados de adolescência, da Rua Olivia, José Luiz Ferreira Barreto, faleceu.
                   Ganhamos um concurso de rock  com a música cantada pelo Elvis Presley, na casa da Rosana Escorel..Arrasamos!
                    Consegui  algumas vezes entrar no jogo de taco (  menina não participava) porque êle defendia a minha participação, pois sabia que eu  jogava legal.
                     O Zé Luiz  e o  meu outro querido amigo Leonildo, que há anos partiu, me ensinaram  a andar de bicicleta sem segurar no guidão, deixando  as mãos livres e, também a passar de bicicleta para o outro lado do mato , sem medo, pela pontezinha improvisada com uma tábua estreita   sobre o  córrego , que anos depois viria a ser  a  Avenida dos Bandeirantes.
                      Êle chegou a me enviar   convites  dos encontros da turminha do bairro, inclusive enviou fotos e  filminho dos encontros, ainda guardados nas minha pasta de amigos. Acabei nunca participando desses encontros.

sábado, 28 de setembro de 2013

Paulo Leminski






                               Um passarinho
                                volta para a árvore
                                 que não mais existe
                               Meu pensamento
                                 voa até você
                                   só para  ficar triste

                                                                 Paulo Leminski

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Avenida Jurucê






                                                                         


1962 - vindo da Avenida Ibirapuera, à esquerda a FAPAP, fábrica de parafusos que para mim era uma festa quando faziam greve porque os operários ficavam no portão que se vê, barrando a entrada de quem quisesse "furar a greve". Era um acontecimento!!! à direita, a casa da Celia Regina de Paula, um sobrado muito grande e que  era a mais nova construção da rua e depois vinham os quatro sobrados que faziam esquina com a Avenida Juquis. Em seguida a fábrica falida de fogões Junker e à esquerda ficava o enorme muro da Sherwinn Willians.
Celia querida, já não está mais entre nós mas deixo aqui o registro e minha saudade.
Mariangela e Dulce nunca mais tive noticias.
Sonia Maria Mangueiras, pequenina chupando pirulito, amizade que persiste  até hoje!

Maria Cezira Alberton de Oliveira

terça-feira, 24 de setembro de 2013

BETH G. COIMBRA




                                                                             

BETH  G.COIMBRA, menina valente, guerreira demais !  Que todos os anjos recebam você com muita luz e alegria.

Márcia Ovando

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Avenida Jurucê






                                                                           


Eu adorava quando o meu avô Eduardo, pai do meu pai,vinha de Porto Alegre para nos visitar em São Paulo. E  ele se sentia tão bem na nossa casa que nem o pijama tirava! Gostava de ir à feira nas 4as. feiras na Avenida Lavandisca, quando comprava meio quilo de azeitonas verdes para mim e depois no domingo quando comprava  mais meio quilo, só para mim!
Nos sobrados que aparecem moravam no primeiro as irmãs Norma,Iracema e o meu amigo Marco Antonio, no segundo a familia  japonesa  Rosa e do Pedro Kobayashi, depois a Elvira, Tanino e Tania, irmãos italianos da familia Di Mauro e por último na esquina da Avenida Juquis, a Mariuze e o Zeca, paranaenses.Ô! beleza de mistura...Ô! São Paulo que abraça a todos de todo mundo!!!

Avenida Jurucê
Maria Cezira Alberton de Oliveira
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Ter convivido com avós é uma benção de Deus.

Rose Cunha

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Muitos amigos na sua rua você  mantem contato com todos êles?

Marina
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Morei um tempo na Avenida dos Arapanés e depois mudamos para Santos, mas confesso sentir muita saudade do tempo bom que aproveitei em Moema, saudade

Dolores
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Que vovô bonzinho Cezira, toda essa azeitona só para você gulosa! Também lembro do meu pai trazendo da feira da Lavandisca uns pirulitos com o formato de chupeta, doce e gostoso demais.Cezira, essa feira ainda existe,um pouco menor, mas sempre lotadinha e com os produtos sempre bons. O que é bom é para sempre, por isso a feira da Lavandisca continua servindo novas gerações!!!Abraços, com azeitonas e pirulitos.

Marta
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RESPOSTAS:

Para  Marina: - Sim, Marina, são amigos de toda vida e até hoje mantenho contato com muitos deles.Somos uma família!
Maria Cezira


Para Marta:  Menina , lembro de você muito pequena! E das deliciosas chupetas doces, então, que delicia saber que a feira da Lavandisca ainda se mantém.Aliá, as feiras, o pão  dágua e as pizzas de SP são incomparáveis!!! bj
Maria Cezira

domingo, 15 de setembro de 2013

Avenida Jurucê







                                                                                   

Da janela da minha casa sabíamos quando o meu pai  - Geraldo Lemos de Oliveira- que era piloto estava chegando no Aeroporto de Congonhas porque o avião passava bem na frente da nossa janela. Eu corria para rua com minha bicicleta para esperá-lo. Quanta expectativa!
Em 1954, Avenida Jurucê esquina Avenida Ibirapuera naquela época, Bairro Indianópolis.


Maria Cezira Alberton de Oliveira

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Achei o blog porque  procurei a  Avenida Jurucê e  para alegria minha encontrei fotos e textos sobre a rua. Morei só 6 meses da minha vida nessa rua em 1970 e sempre me recordo desse  curto e feliz tempo.Abraços , Ana Beatriz
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Nossa que foto...e o Fordão,então.Que gostoso esperar o pai e da janela saber que ele está chegando!Tempinho bom demais.Beijão, Marta
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Que beleza de foto nem dá para imaginar uma criança assim pequena andando de bicicleta em plena Avenida Jurucê!!!!!!

Jussara Ferraz

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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Avenida Ibirapuera





                                                                         

fonte: google- não encontrei  nenhum crédito, referência


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Ah! se esses trilhos pudessem ter contado todas as histórias que ouviu dos passageiros dos bondes que deslizavam sobre seus trilhos.

Márcia Ovando


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Alameda Iraé






                                                                           
Na Alameda Iraé o primeiro à esquerda era tio do meu pai , o segundo (o do meio) meu avô Roberto
o da direita o meu tio,ainda vivo,apesar de doente,com 92 anos, Silvano

foto de Mario Lippi 
Ano: 1948

Ronaldo Lippi

domingo, 1 de setembro de 2013

Avenida ibirapuera






Caminhão que transportava todos  os instrumentos  e material necessários para as apresentações do Conjunto Dimensão 5   estacionado  na  Avenida  Ibirapuera  em frente  ao Hospital Alvorada, o prédio que  aparece no fundo ficava quase na esquina da Avenida Chibarás.

Ano da foto: 1970

Ronaldo Lippi