terça-feira, 12 de março de 2013
As meninas de Moema
Mayra,Juliana e Fernanda deixando um pouquinho Moema para mostrar as delícias de Campos do Jordão para os amigos de Maceió
Mayra, Fernanda e Juliana, meninas de Moema
Marcia Ovando
sábado, 9 de março de 2013
Moema : chuvarada fez muito estrago
As águas de novembro,dezembro, janeiro,fevereiro e......
as do dia 08 de março
Rua Tuim entre Avenida Macuco e Rua Grauna
fotos : Marco Otavio Baruffaldi e Iara Schaeffer
sexta-feira, 8 de março de 2013
DIA DA MULHER
Hoje o dia é seu MARIA BEATRIZ CORDEIRO MECCA por todo seu esforço e bravura em
conseguir todo o dinheiro ( pedindo aos amigos, conhecidos, pessoas das redes sociais) para trazer
seu filho Renato Mecca, professor de Educação Fisica de São Carlos, de volta para o Brasil.
Êle vivia há algum tempo na Indonésia, onde sofreu um acidente de moto.
quarta-feira, 6 de março de 2013
Charlie Brown Jr.
COMPLICADA E PERFEITINHA
VOCÊ ME APARECEU
ERA TUDO O QUE EU QUERIA
ESTRELA DA SORTE
QUANDO A NOITE ELA SURGIA
MEU BEM VOCÊ CRESCEU
MEU NAMORO É NA FOLHINHA
MULHER DE FASES........
Charlie Brown Jr. CHORÃO
sábado, 2 de março de 2013
Rua Embaixador Ribeiro Couto, um dia Rua Olivia
Olá, eu sou a Laurita, que maravilha, xeretando no Google achei as lembranças mais lindas do meu passado , neste blog.
Algumas fotos:
a minha casa onde eu cresci
Fernanda, Laurita e Dora
Marta, eu e Fernanda
ano das fotos: 1968
Laura Fernandez
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O blog tem me trazido algumas surpresas: aproximidade com algumas pessoas, através dos comentários ,fotos, histórias. Surpresa pela ausência de alguns que achei que fossem ter parcipação constante...o que não aconteceu. Surpresa por uma, outra entrevista que já dei. Surpresa de pessoas queridas, distantes há tempo, que já deixaram mensagens bem significativas, assim como comentários especiais .E ontem recebi a linda surpresa a mensagem no blog...diretamente da Espanha, da Laura Fernadez, a Laurita pessoa querida que fez parte intensamente da vida das minhas irmãs Marta e Maria Fernanda , da vida da nossa casa .....na Rua Olivia.
Laurita um abraço bem apertado!
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Colégio Nossa Senhora da Aparecida
Algumas dessas crianças moravam em Moema
foto de 1955
João dos Santos Motta
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Alberto Levy
Alunos do Instituto de Educação Professor Alberto Levy
Nicoleta,Maria Mercedes,Haydée,Ana, Ana Maria, Ronaldo, Pedro, Antonio....... moravam em Moema
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Alberto Levy
Ana Cristina,Marlene,Maria Mercedes, Vera,Mariângela,Marialice,Marcia alunas do Instituto Estadual de Educação Professor Alberto Levy,algumas dessas alunas moravam em Moema
Marcia Ovando
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Alberto Levy
foto de Renato Lisi
Muitos jovens moradores de Moema e de bairros próximos estudaram no Levy numa época em que o estudo público era o melhor.Aliás só mesmo alunos estudiosos frequentavam as escolas públicas. Durante muitos anos algumas escolas reinaram e a disputa para frequentar as mesmas era grande.
O Alberto Levy fez parte da minha vida !
Marcia Ovando
Muitos jovens moradores de Moema e de bairros próximos estudaram no Levy numa época em que o estudo público era o melhor.Aliás só mesmo alunos estudiosos frequentavam as escolas públicas. Durante muitos anos algumas escolas reinaram e a disputa para frequentar as mesmas era grande.
O Alberto Levy fez parte da minha vida !
Marcia Ovando
sábado, 2 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Tragédia em Santa Maria sob o olhar do músico Ronaldo Lippi ,da Banda Hot Rocks
Terrível a tragédia que atingiu o município de Santa Maria e a todos nós. Fico pensando e lembro que poderia ter sido em qualquer lugar, até em um dos bares onde costumo tocar.Alguns poucos deles tem em seu quadro de funcionários uma brigada de incêndio e esses devem ser valorizados,mesmo que isso não seja a garantia absoluta de que esse tipo de fato não possa ocorrer.Agora com em todas as tagédias,começam a procurar os culpados.Foi o cara da banda que acendeu fotos que deram início ao incêndio, foram os donos da boate que permitiram que se usassem artefatos desse tipo em um ambiente potencialmente perigoso, foi o cantor da banda que não soube usar o extintor de incêndio,foi o responsável pela manutenção do extintor,foi a direção da boate que permitiu super lotação,foi o responsável pela decoração da casa e pelo uso de materiais inflamáveis, foram os seguranças que impediram que as pessoas deixassem o local sem pagar as contas,foram as autoridades que deram alvará de funcionamento para um local sem equipamentos de segurança necessários,foi a falta de sprinklers, foram legisladores que não criaram leis específicas para impedir esse tipo de fato...
Enfim,nunca vai se saber quem são os culpados.Foram todos esses, ou nenhum deles. Foi apenas uma fatalidade ou uma tragédia anunciada.Não importa.Ninguém vai trazer os jovens de volta.
Eu cá com meus botões,fico analisando a situação,e percebo que a culpada é a loucura.
Nós estamos vivendo um momento onde a palavra de ordem é a loucura.Quem promove eventos, seja em casas fechadas ou em espaços abertos,usa a loucura para faturar.A loucura de ganhar dinheiro é a primeira.Quem sai na "balada" não pretende apenas passar algumas horas agradáveis,curtindo uma boa música ou um bom papo com os amigos,sai para a locura... quanto mais "loko" melhor. Quanto mais bêbado conseguir ficar,mais "loko",melhor...
A música, que tem sido minha profissão em quase meio século ,deixou de ser o foco,passando a ser apenas um elemento provocador da loucura. Nós,músicos, ficamos reféns da loucura.No meu caso específico,neste momento, tocando rock,somos obrigados a apenas agitar,pois músicas mais calmas não atendem a necessidade da loucura. Quando ousamos em tocar alguma coisa mais sossegada,recebemos críticas imediatas, tendo do público quando dos responsáveis pelos locais onde estamos tocando.Então trabalhamos no fio da navalha.Não podemos mesclar diferentes tipos de rock.E não podemos "botar prá quebrar" sob pena de criarmos conflitos entre os presentes,quando a loucura atinge níveis insuportáveis,gerando brigas, confusões e comportamentos inadequados,mas tendo que manter o som "loko".Isso ocorre não apenas onde se toca rock.Baladas tecno eletrônicas ridículas tocam a mesma música insuportavelmente alta durante toda a noite sem parar, para manter a loucura em níveis absurdos regada a ecstasy e todos os tipos de bebidas,casas country-sertanejas universitárias adotam o som arrasta-pé sem moderação com quantidades estúpidas de álcool sendo ingeridas, onde o pagode é tocado,ninguém pode ficar apenas curtindo o som, todos tem que participar o tempo todo cantando aos berros acompanhando as coreografias e os coraçõezinhos,sempre com muita loucura e álcool rolando solto,os shwos de axé e carnaval sem comentários:AÊ GALERA!!!!!!!!!!! aos berros tem que ser repetido milhaares de vezes pela vida afora para os bêbados permanecerem no êxtase da loucura, os bailes funks,seguem em recintos fechados ou praças públicas demonstram a que ponto a loucura pode chegar, com meninas de 12,13 anos , de classe baixa ou milionárias dançando lascivamente obras primas da loucura da imbecilidade humana como: senta na cabecinha,senta na cabecinha....no norte e nordeste os forrós seguem a mesma tendência dos excessos de locura, o mesmo
acontecendo lá pras bandas do sul,onde os bailões gaúchos tradicionais no CTGs deram lugar a baladas louquíssimas,como o vaneirão sendo substituídos pelo "tchê music" em casas noturnas onde a loucura é o foco, e não as prendas em suas danças e trajes típicos...
Está na hora de alguém tomar providência. Não apenas em relação às regras e atitudes para impedir que fatos trágicos como esse voltem a se repetir,isso é óbvio. Com certeza,nos próximos meses a fiscalização vai ser incrementada, políticos aproveitadores vão criar mais leis rigorosas sobre o assunto apenas para aparecerem na mídia, leis que nunca serão cumpridas,alguns locais serão fechados,outros farão obras visando esse lado da segurança,mas enquanto a loucura não for contida,a possibilidade disso ocorrer novamente sempre vai estar presente,nossos formadores de opiniões tem que mudar o comportamento.Chegou a hora de acabar com o domínio da loucura.Nossa juventude tem que perceber que não temos que viver todo dia como se o mundo fosse acabar amanhã,embora para alguns isso aconteça, como para as infelizes vítimas de Santa Maria.
Vamos deixar a locura restrita aos sanatórios e hospícios.Ninguém precisa de loucura para ser feliz.Vamos dizer não à locura. Talvez não resolvamos todos os problemas,mas é um começo.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Lidia Mazzarolo Galdieri
PARABÉNS
CEM ANOS !
LIDIA MAZZAROLO GALDIERI
Lidia Mazzarolo Galdieri morou durante muitos na Avenida Açocê. Viu seus filhos Sergio e Gilberto crescerem juntamente com o bairro de Moema. Quem passasse em frente a sua casa ,pelo menos, por alguns intantes parava para admirar suas rosas no jardim.
100 anos uma benção dos céus!
Saúde, bons momentos ao lado de seus filhos e netos e...... muitos chocolates!
Marcia Ovando
sábado, 19 de janeiro de 2013
Nasci em Moema
Em primeiro lugar,parabenizo à Márcia pela criação do blog.
Me chamo Marcelo, tenho 47 anos e nasci em Moema .Morei na Jandira e na Jurucê.
Estou há horas lendo o blog,tentando achar conhecidos,e, de certa forma, relembrando minha infãncia.
Resolvi comentar neste ponto*, pois li nomes que me soaram familiares Mario Cozel F., conforme dito agora por minha mãe, paquerou muito minha tia (irmã dela rsrssr).
O Cinquetti foi proprietário de um bar na Ibirapuera próximo ao balão do bonde, que depois pertenceu ao meu pai.Minha mãe acabou de comentar que ele(Cinquetti) sofreu um acidente feio com fogos de artifício e teve graves ferimentos em uma das mãos.
Meu nono cedeu parte dos fundos do terreno de sua casa na Jurucê, para que fosse ampliada a área do Caui/União.
Com relação ao Caui, meus pais comentavam que aprendi a nadar com menos de 1 ano na piscina do clube. Os amigos do meu pai,bêbados rsrsr, me jogavam na água, e eu tinha que me virar sozinho para emergir e voltar para a borda e alguém me pegar.
Penso que eu fui da última geração, que aproveitou Moema quando ainda se tinha terrenos baldios com mamoeiras pro estilingue, podia-se jogar bola na rua e andar de bicicleta sem o risco de ser atropelado,algumas calçadas eram de terra e podíamos jogar bolinha de gude, soltar pipa,etc...
Irei continuar seguindo o blog e torcendo para que com o tempo, ache pessoas que não tive mais contato.
Mais uma vez parabéns e obrigado...
* referência ao texto : Em Moema " A VIDA ERA BELA", de Lidia Walder
Marcelo
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Lembranças de Moema
Eu morei na Iraúna logo que nasci em 1975.Nessa época, a casa da Anapurus era do meu avô, êle morava lá desde 1950.A minha casa na Iraúna ficava na primeira quadra de quem vem da Avenida Ibirapuera.Lembro de dois vizinhos que eram amigos do meu pai, o Mendonça e a Tânia, que moravam do outro lado da rua e que tinham dois filhos já adolescentes. Êles tinham também dois cães da raça boxer.Quando nós mudamos para a Anapurus continuamos frequentando a casa deles, mas nada resiste ao tempo, e êles se separaram e mudaram de lá.
Lembro de um amigo do meu pai chamado Iran, êle morava perto na nossa casa da Iraúna,numa casa branca,de esquina,sem muros. Infelizmente não lembro exatamente em que rua ficava a casa dele,tenho que passar na porta para lembrar.Também não sei que fim êle levou.
Luciana Toledo
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Certamente que tenho muitas lembranças sobre Moema.Nasci na Iraúna,em seguida mudei para a Ilamônia onde vivi por mais 15 anos.Meu pai tinha uma imobiliária na Carinás e foi êle quem loteou e vendeu a parte do Jardim Novo Mundo (aquele pedaço entre as avenidas dos Eucaliptos e dos Bandeirantes).Aquelas casinhas que estão no blog foram construidas na época em que meu pai vendeu os terrenos.Sabe a casa onde é a Pizzaria 1900 na Nhambiquaras? Foi da minha bisavó Aurea, foi a casa onde meu pai cresceu.
Luciana Toledo
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Encontro de Levyanos: Alameda Iraé com Avenida Moema
FELIZ ENCONTRO INESPERADO !
Fui tirar umas fotos de Moema e encontrei minhas amigas Marilia Machado César Décourt e Ana Cristina Maruca.
Milton Seiji Yamaguchi
Olha só que presente tivemos ontem nós 3!!! Eu e a Marilia Machado César Décourt tomávamos um café no mesmo bar na Alameda Iraé com a Avenida Moema, onde comemoramos há alguns anos com coca-cola a nossa missa de formatura do ginásio da Escola Estadual Professor Alberto Levy e vimos o Milton Seiji Yamaguchi fotografando a Avenida Iraé.Amigos LEVYANOS, sempre amigos!
Ana Cristina Maruca
...................................................................................................................................................................
Que beleza de trio! Ana Cristina Maruca sempre querida, nada como morar em Moema e encontrar a todo instante um Levyano!
Aliás o Milton Seiji Yamaguchi tirou algumas fotos para o blog!
Abraço apertado para os três
Marcia Ovando
Fui tirar umas fotos de Moema e encontrei minhas amigas Marilia Machado César Décourt e Ana Cristina Maruca.
Milton Seiji Yamaguchi
Olha só que presente tivemos ontem nós 3!!! Eu e a Marilia Machado César Décourt tomávamos um café no mesmo bar na Alameda Iraé com a Avenida Moema, onde comemoramos há alguns anos com coca-cola a nossa missa de formatura do ginásio da Escola Estadual Professor Alberto Levy e vimos o Milton Seiji Yamaguchi fotografando a Avenida Iraé.Amigos LEVYANOS, sempre amigos!
Ana Cristina Maruca
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Que beleza de trio! Ana Cristina Maruca sempre querida, nada como morar em Moema e encontrar a todo instante um Levyano!
Aliás o Milton Seiji Yamaguchi tirou algumas fotos para o blog!
Abraço apertado para os três
Marcia Ovando
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Bom dia, dia
BOM DIA, DIA
BOM DIA 2013!
Minhas Orquídeas já estão agarradinhas na belíssima Araucária
Bom dia para você que acompanha o blog diariamente deixando comentários , para você que também acompanha o blog, mas prefere ficar anônimo.
Para você que colabora com fotos, histórias e relatos!
Para vocês meus irmãos Maria Mercedes, Marta, Maria Fernanda e Altivo Jr que acredito que uma vez ou outra também visitam o blog, bom dia!
Especial bom dia para Cris,Maria, Ronaldo,Marcelo,Pedro,Ana, Natalia, Dirce,Neusa, José e Antonio.
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
2013
... 2013 está chegando
BENDITO QUEM INVENTOU O BELO TRUQUE DO CALENDÁRIO, POIS O BOM DA SEGUNDA-FEIRA, DO DIA PRIMEIRO DO MÊS E DE CADA ANO NOVO É QUE NOS DÃO A IMPRESSÃO DE QUE A VIDA NÃO CONTINUA,MAS APENAS RECOMEÇA...
Mario Quintana
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
FELIZ NATAL
Que o bom velhinho traga de presente para todos um pacote especial...... só com amor!
!... falando em amor o texto e a foto da minha amiga Berna :
EU E ELAS
Essas são minha manas queridas. Estivemos juntas no último final de semana e, foi muito gostoso como sempre. Elas estão sempre fazendo programas e viagens. Como moro no Rio, não participo muito desses encontros, mas quando vou à Sampa,elas me paparicam demais, levando-me para rever lugares inesquecíveis e tembém conhecer lugares novos, onde passamos momentos agradáveis.
Éramos 9 irmãos, criados com muita rigidez e disciplina, mas num lar cheio de amor e harmonia.Infelizmente, dois deles já estão em outro plano, mas estão sempre presentes em nossas lembranças.
Nessa foto estão da esquerda para a direita.....Leticia, Margarida, Eu, Angelica e Madalena. Acho que ela ficou muito bonita retratando bem nossa união. Só não é perfeita, porque faltou nossa mana Maria de Lourdes, que deve estar encantando os anjos lá no céu.
Carreguei no colo algumas dessas manas, mas hoje são elas que me carregam e eu adoro...rsrsr
sábado, 15 de dezembro de 2012
Minha primeira árvore de Natal
Casei em Outubro 1975,eu lembro que não tínhamos muito dinheiro sobrando nesse nosso primeiro Natal,tudo que tínhamos foi feito por nós mesmo ou ganho de parentes ,portanto uma árvore de Natal estava fora de cogitações..
Mas, eu amava o Natal daquela época, tudo parecia tão diferente...
O único shopping era o Iguatemi ,e as decorações por lá, eram lindas!!! Meu lugar preferido para me deliciar com as cores e as luzes de Natal! Não existia a fonte do lago do Ibirapuera ,nem as luzes da Paulista,o centro ainda era o lugar mais frequentado no Natal,ainda existia os presépios da Galeria Prestes Maia,e a fila era quase igual ao do banco Real nos dias de hoje..Andar pela rua direita e olhar o prédio da Light todo enfeitado e o Mappin era o must do Natal..
O único shopping era o Iguatemi ,e as decorações por lá, eram lindas!!! Meu lugar preferido para me deliciar com as cores e as luzes de Natal! Não existia a fonte do lago do Ibirapuera ,nem as luzes da Paulista,o centro ainda era o lugar mais frequentado no Natal,ainda existia os presépios da Galeria Prestes Maia,e a fila era quase igual ao do banco Real nos dias de hoje..Andar pela rua direita e olhar o prédio da Light todo enfeitado e o Mappin era o must do Natal..
Mas voltando a minha arvore.. pois bem nada de dinheiro nada de árvore de Natal!!!!
Não conformada com isso ,em minhas muitas andaças por aí, achei um galho seco na rua e catei ele,pensei que ele poderia me dar uma boa arvore de Natal ,cobri todos os galhos com papel alumínio e minha mãe me deu umas bolinhas prateadas coloquei as bolinhas em laços de fitas vermelho e ...voilá ,minha arvore de Natal!!! Fiquei tão orgulhosa com o meu desempenho e criatividade que não vi a hora de alguém vê-la e me encher de elogios...
Chegando em casa aquela noite meu marido ,olhou pra ela e disse:
"-Nossa que coisa mais horrorosa!!!!!!!!!!!"
Ai ai.. minha primeira obra prima totalmente desmoralizada!!!!!
Não me importei muito,também não a joguei no lixo...em janeiro tirei todos os enfeites e pendurei o galho na área de serviço.
Ano seguinte até poderia comprar uma arvore mas decidi usar o mesmo galho,pintei-o de prateado e usei as mesmas bolinhas do ano interior uns algodões desfiados para imitar a neve e acrescentei umas luzinhas.
Assim que meu marido chegou disse:
“-Nossa que lindo, muito original, perfeito!!”
Humpf... Vai entender os homens...rsrsrs
Iara Schaeffer
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Avenida dos Imarés
Êste prédio éum charme! Ah! que maravilha se todos os prédios tivessem apenas 4,5,6 andares! Mais uma vez a ÁRVORE resiste, sobrevive solitária entre muitos carros e poluição intensa .
Avenida dos Imarés esquina da Avenida Moreira Guimarães.....ao fundo um pedacinho da pista do Aeroporto de Congonhas
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
De Chico Buarque de Holanda para Oscar Niemeyer
"A casa do Oscar era o sonho da família. Havia um terreno para os lados da Iguatemi, havi...
a o anteprojeto, presente do próprio, havia a promessa de que um belo dia iríamos morar na casa do Oscar. Cresci cheio de impaciência porque meu pai, embora fosse dono do Museu do Ipiranga, nunca juntava dinheiro para construir a casa do Oscar. Mais tarde, num aperto, em vez de vender o museu com os cacarecos dentro, papai vendeu o terreno da Iguatemi. Desse modo a casa do Oscar, antes de existir, foi demolida. Ou ficou intacta, suspensa no ar, como a casa no beco de Manuel Bandeira.
Senti-me traído, tornei-me um rebelde, insultei meu pai, ergui o braço contra minha mãe e saí batendo a porta da nossa casa velha e normanda: só volto para casa quando for a casa do Oscar! Pois bem, internaram-me num ginásio em Cataguases, projeto do Oscar. Vivi seis meses naquele casarão do Oscar, achei pouco, decidi-me a ser Oscar eu mesmo. Regressei a São Paulo, estudei geometria descritiva, passei no vestibular e fui o pior aluno da classe. Mas ao professor de topografia, que me reprovou no exame oral, respondi calado: lá em casa tenho um canudo com a casa do Oscar.
Depois larguei a arquitetura e virei aprendiz de Tom Jobim. Quando minha música sai boa, penso que parece música do Tom Jobim. Música do Tom, na minha cabeça, é casa do Oscar."
Senti-me traído, tornei-me um rebelde, insultei meu pai, ergui o braço contra minha mãe e saí batendo a porta da nossa casa velha e normanda: só volto para casa quando for a casa do Oscar! Pois bem, internaram-me num ginásio em Cataguases, projeto do Oscar. Vivi seis meses naquele casarão do Oscar, achei pouco, decidi-me a ser Oscar eu mesmo. Regressei a São Paulo, estudei geometria descritiva, passei no vestibular e fui o pior aluno da classe. Mas ao professor de topografia, que me reprovou no exame oral, respondi calado: lá em casa tenho um canudo com a casa do Oscar.
Depois larguei a arquitetura e virei aprendiz de Tom Jobim. Quando minha música sai boa, penso que parece música do Tom Jobim. Música do Tom, na minha cabeça, é casa do Oscar."
Oscar Niemeyer
"Meu trabalho não tem importãncia,nem a arquitetura tem importância prá mim.Para mim o importante é a vida, a gente se abraçar.Conhecer pessoas,haver solidariedade,pensar num mundo melhor. O resto é conversa fiada"
Oscar Niemeyer
domingo, 25 de novembro de 2012
Brincadeira de rua
JOGO DE TACO
Nossa brinquei muito na rua em que morava em Moema
Eu,a Cecilia do Amaral, Ana Lucia do Amaral, Sandra Salzano,Beth só meninas jogando taco e a vizinha do meu lado direito dona Alexandrina não devolvia nenhuma bolinha que caia na casa dela, ela tinha uma gaiola no quintal cheinha de bolinhas nossas, mas era muito bom, isso tudo na Avenida Jacutinga, 117
Maria Cristina Schmidt
..............................................................................................................................................................
Acho que eu era a única menina atrevida a entrar no jogo de taco dos meninos da rua Olivia, a minha alegria durava pouco, pois logo eu era expulsa. Daí só de marra atrapalhava um pouquinho o jogo dos meninos.
Há muitos anos não vejo alguém jogar taco.
Marcia Ovando
..................................................................................................................................................................
Imagina só cresci vendo os meus 4 irmãos e seus amigos jogando taco, quando faltava gente para o jogo lá ia eu e olha que eu jogava direito. Era bom demais tinha ate´campeonato entre as turmas das ruas próximas: Rua Chanés, Avenida Ibirapuera, Avenida Maracatins.
Maria Regina Bresda
...................................................................................................................................................................
No meio da rua, que na época era de terra e que sempre tinhamos que entrar na casa de alguém para recuperar a bolinha.
Marco Otavio Baruffaldi
...............................................................................................................................................
Apreciava muito ver os meninos jogarem taco eu morria de vontade de jogar mas tinha vergonha de pedir para entrar no jogo
Adelaide
.........................................................................................................................................
Eu joguei muito taco...na Rua Ministro Gabriel de Rezende Passos, na época Avenida Tico Tico, ali, em frente onde hoje é o Hospital Alvorada, quando a rua ainda era de terra....onde havia o terreno do Sr. Cardoso, repleto de goiabeira,onde sempre íamos roubar goiabas e fugir do galo que era o cão de guarda... bons tempos
Ronaldo Lippi
.......................................................................................................................................
Eu joguei muiiiitttooooooo! Era bom nisso....kkkk
Fernando Carvalho
.........................................................................................................................................
ÔÔÔÔÔH.Quase em frente a sua casa,Um pouco mais para frente,entre a casa do Mario Sérghio e da Laurita.
Pedrinho Pinto da Silva
...........................................................................................................................................
Na Normandia faziamos campeonatos incríveis...
Eu e o Sylvinho eramos parceirões!
Fernando Brandão de Carvalho
...........................................................................................................................................
Infelizmente,não...
Luiz Saidenberg
...........................................................................................................................................
Sim mas muito pouco
Renato Lisi
...........................................................................................................................................
Na minha rua na Alameda dos Anapurus também fizemos muitos campeonatos e também perdemos muitas bolas que caiam na casa de uma vizinha muito chata que não devolvia de jeito nenhum as bolas acho que ela vendia as bolas que raiva
Anderson Silva
................................................................................................................................................
Joguei muito com seu irmão!
Beto Coimbra
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Nossa brinquei muito na rua em que morava em Moema
Eu,a Cecilia do Amaral, Ana Lucia do Amaral, Sandra Salzano,Beth só meninas jogando taco e a vizinha do meu lado direito dona Alexandrina não devolvia nenhuma bolinha que caia na casa dela, ela tinha uma gaiola no quintal cheinha de bolinhas nossas, mas era muito bom, isso tudo na Avenida Jacutinga, 117
Maria Cristina Schmidt
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Acho que eu era a única menina atrevida a entrar no jogo de taco dos meninos da rua Olivia, a minha alegria durava pouco, pois logo eu era expulsa. Daí só de marra atrapalhava um pouquinho o jogo dos meninos.
Há muitos anos não vejo alguém jogar taco.
Marcia Ovando
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Imagina só cresci vendo os meus 4 irmãos e seus amigos jogando taco, quando faltava gente para o jogo lá ia eu e olha que eu jogava direito. Era bom demais tinha ate´campeonato entre as turmas das ruas próximas: Rua Chanés, Avenida Ibirapuera, Avenida Maracatins.
Maria Regina Bresda
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No meio da rua, que na época era de terra e que sempre tinhamos que entrar na casa de alguém para recuperar a bolinha.
Marco Otavio Baruffaldi
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Apreciava muito ver os meninos jogarem taco eu morria de vontade de jogar mas tinha vergonha de pedir para entrar no jogo
Adelaide
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Eu joguei muito taco...na Rua Ministro Gabriel de Rezende Passos, na época Avenida Tico Tico, ali, em frente onde hoje é o Hospital Alvorada, quando a rua ainda era de terra....onde havia o terreno do Sr. Cardoso, repleto de goiabeira,onde sempre íamos roubar goiabas e fugir do galo que era o cão de guarda... bons tempos
Ronaldo Lippi
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Eu joguei muiiiitttooooooo! Era bom nisso....kkkk
Fernando Carvalho
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ÔÔÔÔÔH.Quase em frente a sua casa,Um pouco mais para frente,entre a casa do Mario Sérghio e da Laurita.
Pedrinho Pinto da Silva
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Na Normandia faziamos campeonatos incríveis...
Eu e o Sylvinho eramos parceirões!
Fernando Brandão de Carvalho
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Infelizmente,não...
Luiz Saidenberg
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Sim mas muito pouco
Renato Lisi
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Na minha rua na Alameda dos Anapurus também fizemos muitos campeonatos e também perdemos muitas bolas que caiam na casa de uma vizinha muito chata que não devolvia de jeito nenhum as bolas acho que ela vendia as bolas que raiva
Anderson Silva
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Joguei muito com seu irmão!
Beto Coimbra
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domingo, 18 de novembro de 2012
Na Avenida Jandira, 49 a Casa Eurico
Em 70 anos de história, a Calçados Eurico já fez de tudo um pouco pelos seus clientes, ajudou a superar complexos e até salvou casamentos. Especialista em tamanhos grandes, a loja coleciona depoimentos de consumidores agradecidos por encontrar o seu número com a opção de escolha por diferentes modelos. Nídia Rosenthal, uma das herdeiras do negócio, não esquece do cheirinho de maçã que tomava conta da loja toda vez que uma cliente de Fraiburgo (SC) enviava uma caixa da fruta em agradecimento à entrega de um sapato. “Era muita gentileza. A gente estava vendendo e ganhando com isso. É muito bom esse retorno, é como um aplauso para o artista.”
Terminava o ano de 1936.
E com ele, a vida tranquila de uma família burguesa de um dos maiores centros culturais da Alemanha: Dusseldorf. A guerra trouxe-a para o Brasil, mais exatamente para uma fazenda de café e algodão próxima a Marília, no interior de São Paulo. Dona Leonie, contadora formada, assumiu funções compatíveis no escritório da fazenda, e o senhor Erich recebeu o cargo de almoxarife. Os filhos do casal, Gert, de 9 anos e Hans, de 7, frequentavam a escola da fazenda, que se resumia a uma classe para todas as idades. E cuidavam da limpeza e arrumação da casa. Em princípios de 1938, a família Rosenthal parte novamente. Desta vez para São Paulo, Capital. | A família Rosenthal e o amigo Steiner (centro) |
Dona Leonie logo começou a trabalhar em um banco, enquanto o senhor Erich procurava um local para montar seu próprio negócio.
Um dia tomou um bonde na Praça da Sé. O bonde ia até Santo Amaro, mas o senhor Erich resolveu descer em Indianópolis.
Em meados de 1938...
Herr Erich Rosenthal, que nesta época já era chamado de Senhor Eurico, tinha encontrado o lugar ideal para desenvolver seu negócio. Um bairro misto, afastado do centro, tal e qual era sua loja na Alemanha. Só que na verdade, a Avenida Jandira pouco ou nada tinha a ver com a Dusseldorfer Strasse.
Era uma rua de terra, que virava rio em dia de chuva, para alegria da meninada com seus barquinhos de papel. O comércio era mínimo: uma padaria na esquina, um barbeiro, um relojoeiro, uma loja de móveis, uma de uniformes escolares e alguns bazares. Como disse um pedestre bem humorado, era preciso ter coragem para abrir uma loja naquele fim de mundo.
Mas o senhor Eurico acreditou.
O bairro era bom. Os funcionários das fábricas e indústrias da redondeza eram uma clientela em potencial. Na época, tinha a Metalúrgica Barbará, a Reiche, fabricante de parafusos, a Junker, de fogões, a Sherwin Williams, de tintas, e poucas outras.
A colônia alemã, atraída pela indústria em crescimento, era bastante expressiva.
A linha de bonde Centro-Indianópolis fazia seu balão de retorno praticamente na porta, o que era garantia de movimento. E o que era mais importante: não havia na região nenhuma loja de calçados.
Mas tudo isto não significava, de modo algum, que os negócios seriam fáceis.
No Brasil, as coisas funcionavam de forma um pouco estranha aos modos germânicos do senhor Eurico.
A pontualidade não era prática muito difundida no país, qualidade não era a principal preocupação dos fabricantes de calçados, e a pechincha era uma mania nacional.
Aos poucos, com o apoio da família, e a vivência do amigo e funcionário Jacob no ramo de calçados, o senhor Eurico foi descobrindo as manhas do negócio made in Brasil.
| Seguindo os palpites de Jacob, o senhor Eurico aprendia a comprar a crédito de bons fornecedores, dona Leonie fazia clientes respondendo à pechincha com pequenos descontos, e os filhos divulgavam a imagem da loja distribuindo folhetos de propaganda. No dia 24 de dezembro de 1938, absolutamente contagiado pelo jeitinho brasileiro, o casal esticou o expediente das seis e meia da tarde até altas horas da noite, para atender os retardatários do Natal. Resultado: antes da Missa do Galo, a Casa Eurico cantava seu primeiro recorde de vendas: um conto de réis num único dia. A façanha se repetiu no carnaval, registrando a maior venda de tênis do ano. |
Arrematou um lote de calçados masculinos número nos tamanhos 43 e 44, anunciou no jornal alemão e vendeu tudo em poucos dias.
Ele tinha acabado de descobrir um segmento novo e inexplorado no ramo de calçados: o dos sapatos de números grandes, que a Casa Eurico lidera até hoje.
A loja no bairro
| No fim dos anos 40, São Paulo já era o maior centro industrial da América Latina. Para ter sucesso no comércio era preciso oferecer produtos diferenciados, vender status e fazer propaganda. A Casa Eurico aumentou suas vitrines e ganhou uma bela marquise na entrada, sinal da arquitetura dos novos tempos. Os anúncios veiculados no jornal alemão e no rádio se incumbiam de trazer a clientela selecionada. O carrossel infantil instalado bem no meio da loja trazia crianças com suas mamães a tiracolo. |
| Mas, segundo o senhor Eurico, a alma do negócio continuava sendo dona Leonie. Gert e Hans, os filhos do casal, já não trabalhavam na loja: Gert emigrou para os Estados Unidos, onde vive até hoje, e Hans se formou Engenheiro Civil e seguiu sua carreira em São Paulo. Nesta época, o casal Eurico e Leonie dividiam a responsabilidade e o trabalho com alguns funcionários competentes e dedicados. |
Era preciso modernizar a imagem da Casa Eurico.
Um belo banho de boutique, e a loja abriu suas portas para uma nova clientela, vinda de todos os cantos da cidade.
Aos sábados, a loja ficava tão cheia que as pessoas se aglomeravam à porta. Um sucesso que infelizmente o senhor Eurico teve pouco tempo para saborear. Com sua morte em 1976, o senhor Guimarães, gerente da loja desde 1964, passou a ser o braço direito de dona Leonie, ajudando-a em todas as transações com fornecedores. O filho Hans passou a assessorá-la na coordenação e solução de problemas administrativos, e sua nora, Liliana, auxiliou-a nos serviços de escritório por alguns anos.
Novos tempos
Em 1990, já com 90 anos, Dona Leonie achou que era hora de se aposentar. Seu filho Hans assumiu, então, a direção da loja ao lado das filhas e do Sr. Guimarães. No final de 1999 mais uma reforma fez com que a Casa Eurico se tornasse muito mais ampla, bonita e moderna.
Hirany Guimarães Moreira é uma espécie de braço direito da empresa, um dos entusiastas e responsável em tornar a loja exclusiva para pés grandes.Conhecido como o senhor Guimarães êle é funcionário desde 1961 quando tinha 21 anos.
Betty é uma campeã de vendas da loja e trabalha na empresa há quase 50 anos.
Casa Eurico na sua terceira geração: administrada pelas irmãs: Claudia, Nidia e Vera Rosenthal netas dos fundadores.
fonte: site Empreendedor e Casa Eurico
Marcia Ovando
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Avenida Ibirapuera
Avenida Ibirapuera em frente ao Hospital Alvorada, na foto Ricardo Lippi, ano 1970
foto de Mario Lippi
arquivo: Ronaldo Lippi
foto de Mario Lippi
arquivo: Ronaldo Lippi
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Uma casa em Moema
Uma casa em Moema perto da Alameda dos Anapurus que, ainda resiste bravamente ao tempo e ao crescimento do bairro.
Marcia Ovando
Marcia Ovando
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
Desejos
Desejo a vocês...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na tv
Ter uma palavra especial
E que ela goste de você
Música de Tom e letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ver a banda passar
Noite de lua cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca,nem jamais e adeua.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho.
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender uma nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco,
Bolero de Ravel
E muito carinho meu
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
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