BOAS RECORDAÇÕES,INTEGRANTES DA MINHA FAMILIA, TANTO POR PARTE DE MEU PAI COMO DA MINHA MÃE TRABALHARAM NA FIAÇÃO INDIANA. MEU AVÕ CLAUDINO BORBA, MEU PAI ANTONIO DE ALMEIDA BORBA, MEU TIO AVO OLIMPIO BORBA,MEUS TIOS JOÃO BORBA, GETULIO BORBA, MINHA AVO OLGA TEUSTCHBEN, MEUS TIOS ELZA E ORBEDÃ. INCLUSIVE ESTUDEI NA ESCOLA DA FÁBRICA, JOGUEI BOLA NO CAMPO DE FUTEBOL QUE FICAVA NA RUA JURUPIS. TEMPOS BONS.SERÁ QUE NÃO TERIA FOTOS DA ESCOLA.
Claudino Borba
quarta-feira, 12 de setembro de 2012
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Alameda Iraé,números 184 e 162
FORD conversível 1941 de Mario Lippi, pai de Ronaldo Lippi.Dentro do carro ao volante sua mãe Dona Anita,seus irmãos Roberto e Marinho,Ronaldo e seu primo Renato
foto tirada em 1955 por Mario Lippi
Ronaldo Lippi autorizou essa postagem
foto tirada em 1955 por Mario Lippi
Ronaldo Lippi autorizou essa postagem
domingo, 9 de setembro de 2012
Dona Lurdes e suas flores: comentários
"Dona Lurdes,era muito conhecida na zona sul.Um sábado dos anos de 1960, fui com um amigo comprar flores no dia do casamento de sua irmã. Se não tiver enganado era o buquê que a noiva usaria." Mario Lopomo
"Como eu me lembro bem da dona Lurdes... era automático ir lá na Rua Periquito comprar flores que parecia ser a única floricultura que existia em São Paulo... May vc é mágica fazendo nossas lembranças reviverem" Cristina Kuczynski
"Dona Lurdes era mesmo uma pessoa meia brava,séria e sem muita conversa e mesmo assim era a que mais vendia flores lindas e perfumadas. Nos meus quinze anos ganhei muitos arranjos,um mais bonito que o outro.Eh dona Lurdes".Marta Ovando Obara
"Minha mãe comprava muitas flores lá eu lembro que ficava atrás do cine Grauna.Vc lembra quando o buque era de palmas e se embrulhava com celofane ficando quase um triangulo fechado com um laço? Então muitos 15 anos de amigos foram presenteados com este buque."Ana Cristina Maruca
"Dona Lourdes era famosa no bairro, seu endereço tbem.Uma travessinha estreita e feinha, mas com flores que enfeitavam nossa casa. Lembro dela com seu avental e lenço na cabeça."Ana Maria Visconti Penteado
"Lembro que minha mãe comprava sempre palmas vermelhas com grande folhagens que enfeitavam a sala de jantar.Por falar nisso,por onde andas as palmas, sairam de moda. Eu preferia as flores do campo: margaridinhas,bocas de leão,sempre-vivas.Duravam muito e o colorido lindo.No meu aniversário de 15 anos eu ganhei uma linda orquidea lilás numa caixinha de celofane, presente de bom gosto e muito sofisticado para mim. Ficou lá até murchar coitadinha, sem água. Hoje orquídeas florescem em árvores de grande avenidas, as rosas são colombianas,as tulipas holandesas, tem até mini rosas lindinhas.
Atualmente eu quero dar ou se recebo flores elas veem pela internet sem ver suas cores ou sentir seu perfume ao escolhe-las.Tempos modernos....Saudades de D.Lurdes."Vera Dulce Melega
sábado, 1 de setembro de 2012
Alameda Iraé, 420
O meu pai Francesco Condino durante alguns anos foi dono da Sapataria Italiana que ficava entre as Ruas Jurupis e Jamaris .Um dia êle resolveu mudar de ramo e vendeu o estabelecimento,mas eu escolhi continuar na mesma atividade. Então no dia 23 de abril de 1974 inaugurei o meu comércio: a Sapataria Iraé, na Alameda Iraé, 420.
Tôdas as máquinas usadas até hoje são do início da sapataria e foram compradas na época do fabricante iuguslavo Desiderio Uscas.
Michele Contino
Na sapataria encontramos todos os dias o Sr. Michele Condino sempre pronto para contar suas infinitas histórias sobre o bairro de Moema
Tôdas as máquinas usadas até hoje são do início da sapataria e foram compradas na época do fabricante iuguslavo Desiderio Uscas.
Michele Contino
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Indústrias que funcionaram no bairro de Moema
"Nossa,quanta lembrança me veio a tona quando achei este site.O que mais lembro são os cheiros característicos das fábricas, quando minha mãe me puxava pelo braço fazendo compras no bairro,principalmente da Metalúrgica Bárbara e Tintas Sherwim Williams que eram perto de casa (Rua Aratans),outra boa lembrança também são os vitrais da igreja N.S.Aparecida". José Ivan Jacinto Coimbra
"Nossa trabalhei na Fiação Indiana, que foi fechada para se transformar no Shopping Ibirapuera,morava na Rua Jacutinga, com meus pais e minha irmã, e estudamos no Levy e no Grupo Escolar Cesar Martinez, fiz primeira comunhão na Igreja Nossa Senhora Aparecida e lembro que neste dia,minha mãe me acordou de madrugada para tomar o café da manhã, pois tinha que ficar 3 horas sem comer para poder comungar, andei muito a pé pelo bairro e quando passo por lá(é muito difícil isto acontecer, pois estou fora de S.Paulo há quase 30 anos),tem lugares que tenho dificuldades para reconhecer.A agencia do Joquei lembro bem, meu tio era alfaiate na casa ao lado e em frente tinha o cine Joa, ninguém lembra dele, grande matines.Saudades daqueles tempos." Maria Cristina Di Pace Schmidt
"É interessante que só agora ao ler esta lista me dei conta de quantas indústrias havia no bairro.Isso me trouxe uma imagem muito antiga que acontecia todos os dias na minha vida prá casa,no ônibus escolar.Sempre por volta de uma da tarde,passando pelas ruas de Moema, que chamávamos de Indianópolis,onde moravam muitos alunos, a gente se deparava com as calçadas repletas de trabalhadores esparramados numa preguiça gostosa de quem havia acabado de almoçar.Agora entendo melhor aquelas cenas e sinto saudade." Suely Piedade Santos
"Assim como a Suely a lembrança que tenho é a de ver os trabalhadores da Indústria de Linhas Setta na Avenida Ibirapuera, depois do almoço, alguns sentados na mureta, outros em algum cantinho protegidos pela sombra do muro jogando conversa fora e um e outro tentanto um cochilo." Marcia Ovando
INDÚSTRIAS QUE FUNCIONARAM NO BAIRRO:
.Metalúrgica Bárbara
.Indústria Itaúna de Bomba d água
.Linhas Setta
.Sucos k- refresco
.Fábrica de Bomba d água vempa
.Sherwim Willians tintas
.Indústria Yanes
.Indústria Impacta
.Indústria de Transformadores Wilkason
.Pial Indústira Interruptores
.Eletrodos Fredotti
.Máquina de Solda Simonek
.Indústrias Durlin
.Parafuso Fapap
.Fiação Indiana
.Tecelagem das Américas
.Fiat Lux
.Brindes Pombo
.Indústria de Conservas Irmãos Machatanz
"Nossa trabalhei na Fiação Indiana, que foi fechada para se transformar no Shopping Ibirapuera,morava na Rua Jacutinga, com meus pais e minha irmã, e estudamos no Levy e no Grupo Escolar Cesar Martinez, fiz primeira comunhão na Igreja Nossa Senhora Aparecida e lembro que neste dia,minha mãe me acordou de madrugada para tomar o café da manhã, pois tinha que ficar 3 horas sem comer para poder comungar, andei muito a pé pelo bairro e quando passo por lá(é muito difícil isto acontecer, pois estou fora de S.Paulo há quase 30 anos),tem lugares que tenho dificuldades para reconhecer.A agencia do Joquei lembro bem, meu tio era alfaiate na casa ao lado e em frente tinha o cine Joa, ninguém lembra dele, grande matines.Saudades daqueles tempos." Maria Cristina Di Pace Schmidt
"É interessante que só agora ao ler esta lista me dei conta de quantas indústrias havia no bairro.Isso me trouxe uma imagem muito antiga que acontecia todos os dias na minha vida prá casa,no ônibus escolar.Sempre por volta de uma da tarde,passando pelas ruas de Moema, que chamávamos de Indianópolis,onde moravam muitos alunos, a gente se deparava com as calçadas repletas de trabalhadores esparramados numa preguiça gostosa de quem havia acabado de almoçar.Agora entendo melhor aquelas cenas e sinto saudade." Suely Piedade Santos
"Assim como a Suely a lembrança que tenho é a de ver os trabalhadores da Indústria de Linhas Setta na Avenida Ibirapuera, depois do almoço, alguns sentados na mureta, outros em algum cantinho protegidos pela sombra do muro jogando conversa fora e um e outro tentanto um cochilo." Marcia Ovando
INDÚSTRIAS QUE FUNCIONARAM NO BAIRRO:
.Metalúrgica Bárbara
.Indústria Itaúna de Bomba d água
.Linhas Setta
.Sucos k- refresco
.Fábrica de Bomba d água vempa
.Sherwim Willians tintas
.Indústria Yanes
.Indústria Impacta
.Indústria de Transformadores Wilkason
.Pial Indústira Interruptores
.Eletrodos Fredotti
.Máquina de Solda Simonek
.Indústrias Durlin
.Parafuso Fapap
.Fiação Indiana
.Tecelagem das Américas
.Fiat Lux
.Brindes Pombo
.Indústria de Conservas Irmãos Machatanz
domingo, 26 de agosto de 2012
Neil Armstrong
"...da próxima vez que você der um passeio em uma noite clara e vir a LUA sorrindo para você, lembre de NEIL ARMSTRONG e dê uma piscadela para êle". (frase da família de N.Armstrong)
"Um pequeno passo para o homem e um salto gigante para a humanidade". 20/07/1969/ Neil Armstrong, o primeiro homem a pisar na LUA.
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Dia dos pais
Momentos
Um pai,uma mãe e cinco filhos. Uma casa de "alaranjado brilhante". Porta sempre entreaberta e na mesa guloseimas mil! No quintal sempre um pequinês correndo de lá prá cá. Na grama roupas quarando ao sol e no varal sempre muitos sonhos estendidos! Todos os dias final de tarde,no portão dessa casa, os cinco filhos entre uma brincadeira e outra esperam o pai dobrar a esquina da Rua Olivia, em Moema....voltando de mais um dia de trabalho.
Meu pai Altivo Ovando
Marcia Ovando
domingo, 5 de agosto de 2012
domingo, 29 de julho de 2012
Em Moema: Fiação Indiana
Foto da Fiação Indiana nos anos 20 época da instalação das máquinas.Localizava-se onde hoje é o Shopping Ibirapuera.Nos anos 70, sob o comando do meu pai, eu vivia ali. Meu pai ERICO STICKEL foi superintendente da Fiação nos anos 60 e 70, quando a empresa foi vendida.
foto e texto cedidos por: Fernando Stickel
foto e texto cedidos por: Fernando Stickel
segunda-feira, 23 de julho de 2012
Rua Cadineus, Moema
A Rua Cadineus é uma pequena travessa da Alameda dos Anapurus, assim como quase tôdas as ruas de Moema, essa também virou estacionamento .
Tive a alegria de curtir em Moema um tempo em que brincávamos livremente, tempo em que os muros das casas eram bem baixos e viravam bancos para a meninada.Tempo em que os vizinhos se conheciam e praticamente as portas das casas ficavam abertas! Tempo de pouquíssimos automóveis.
Marcia Ovando
quarta-feira, 11 de julho de 2012
A elegãncia em primeiro lugar
Quem usou uma roupa de organdi vai entender o motivo das "asinhas" abertas
Minha avó Maria fazia questão de ver os netos muito bem vestidos e para isso não polpava na hora da compra de tecidos que seriam caprichosamente cosidos por costureiras de Amparo. Não preciso dizer que era um martírio as provas de roupas, menos somente, que usá-las nas festas ou como roupa de domingo.
De todos o organdi, sem dúvida, era o que mais provocava tortura , porque pinicava demais. Mesmo assim, sobrevivi a tudo e guardo ótimas recordações de lindos vestidos que ganhei.
"Organdi, do francês organdi, é a designação de um tecido originário de Urganje, região russa situada no antigo Turquistão, famosa na Idade Média por seu mercado de seda. Na língua portuguesa, passou a denominar uma espécie de musselina, um tecido transparente, mais consistente que a seda, mas igualmente leve, e com um preparo especial, um acabamento engomado que lhe confere uma certa consistência.
O musseline é purgado para retirar toda a goma, e somente depois é tingido enquanto o organdi perde na purga somente 10% da goma (tinto em cru), dai se explica o toque engomado que ele possui.~
Este tipo de tecido é referido na cantiga de Paulo de Carvalho "A Nini dos meus 15 anos", no conto de Manuel Bandeira "Tragédia brasileira", no samba de Noel Rosa "Cem mil réis" e na música "Camisola do dia" de Herivelo Martins."(wikipedia)
foto e texto: Suely Piedade Santos
domingo, 8 de julho de 2012
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Vila Indiana, em Moema
Lidia Walder e seu primo Benedito em frente à casa da família na Vila Indiana , Moema em 1947. Nessa vila moravam os operários da Fiação Indiana.
foto enviada por: Lidia Walder
foto enviada por: Lidia Walder
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Alameda dos Anapurus
Prédio da Alameda dos Anapurus esquina com a Avenida Moema
Dá para imaginar êste prédio todo reformado, pintado e em suas janelas jardineiras repletas de flores!
Marcia Ovando
terça-feira, 19 de junho de 2012
Velhas Memórias
Há quem diga que a expressão "ficar" é do século XX / XXI , acredito que a palavra não era usada nos anos 70, mas com certeza isso já existia nesse tempo, não tão abertamente declarado mas sutilmente acontecia...
Hoje voltando aos meus 13 anos vejo que meu príncipe encantado foi meu primeiro ficante. Eu só o encontrava nos bailinhos da Manja ou nos bailes do Clube Marajoara, e por algumas vezes também no Cauí que ficava na Al Maracatins,então resumindo ele era meu ficante dançante ,não menosprezando o amor que sentia por ele no auge da minha adolescência! Aliás, acredito que foi esse auge que espantou o garoto de 20 anos ,2 anos depois ele arrumou uma de 19 anos que como ele disse ; com ela ele podia fazer coisas que não podia fazer comigo...santa ignorância!!!
Chorei por 3 dias seguidos,amaldiçoando a tal Mayra (era seu nome) .E por mais de 2 meses aquele aperto no coração não dava passagem pra nada....
Chegou o carnaval e aí até tentei esquecer nos braços de outro no embalo de "Máscara Negra"...tão intenso quanto a duração do carnaval...
O dias passaram os meses voaram ,escutei borburinhos que no Rio de Janeiro meu tio estava trancado no apartamento e que todas as portas estavam com sacos de areia. Ouvi meus pais preocupados com o que poderia acontecer em São Paulo,fui com ele comprar areia e sacos de estopas pois deveríamos nos preparar para o pior.
No Reporter Esso passavam imagens de estudantes apanhando nas ruas do Rio de Janeiro,mas tudo era uma nuvem sob minha cabeça ôca ...a dor no meu coração era a coisa mais importante no momento, e foi assim que a revolução de 68 passou na minha vida!
Filmes no cine Joá no cine Jurucê e o voley no Alberto Levy ajudaram a me refazer e infelizmente também a repetir o primeiro colegial e assim a passar para o período da manha. Foi aí que conheci a famosa troca de bilhetes. Eu deixava um bilhete debaixo da carteira dizendo quem eu era e o rapaz da noite deixava a resposta. Minhas respostas eram sempre em caneta verde,escrita perfeita e alinhada .Era uma aventura deliciosa! A espera do dia seguinte para poder ler as respostas era eletrizante ( a tal da adrenalina dos dias de hoje),assim começou a era "virtual" não é mesmo?De alguma maneira estávamos lá à procura do nosso par perfeito! Rsrsrs
Ele estava cursando o último ano do colegial e coincidente era meu vizinho de rua ,eu na Nhambiquaras e ele na Iraí. Sem saber que éramos vizinhos trocamos bilhetes por algumas semanas.O encontro de conhecimento foi em um lugar público é claro no baile da Manja.
Ao som de Ray Coniff , Elvis , Roberto Carlos e grande jovem Guarda,eu comecei a colocar uma pedra no dono do DKV azul.
Eu já estava com 16 anos mais ou menos e o ficante ficou meio nublado no meu pequeno passado,mas um dia indo à escola encontrei ele no caminho e assim me ofereceu uma carona,garanto a todos que minha perna tremeu ,meu coração disparou e foi com um fio de voz que aceitei,e também foi assim que meu príncipe virou um sapo ,quando ao chegar perto do Levy ele disse muito sério:
"Iara voce sabe que nóis somo um pra outro ,agente se separou, mais nóis vai ficar junto!!!!!!"
Acabou....meu príncipe derreteu ,caiu do seu trono e se espatifou no chão!!!!!!
texto: Iara Schaeffer
quarta-feira, 13 de junho de 2012
Moema e suas árvores
Viver em Moema é viver sempre com surpresas... Imaginem vocês que outro dia estava no ônibus aqui ainda pertinho de casa, quando olhei e vi em frente a um prédio, êsse pé de laranja todinho colorido da bela fruta...
Fiquei encantada, admirada e feliz! Pensei: gente, moro num bairro repleto de barzinhos,restaurantes , lojas,bairro bem movimentado de carros, pessoas, aviões sem contar a quantidade de edifícios e me deparo com pedacinhos do interior.Árvores frutíferas, árvores floridas e meu coração ficou colorido de paz e alegria!
Avenida dos Jamaris
Avenida Jacutinga
texto e fotos:Marta O.Obara
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Ronaldo Lippi e sua família
Esta foto foi tirada na Chácara São Mario, em Santa Isabel, que era dos meus pais,atualmente é minha.Era aniversário de 70 anos da minha mãe!
Em todas as reuniões que fazemos lá sempre tiramos fotos desse tipo... é a tradicional foto do morro... é interessante, depois de alguns anos,verificamos quantos já não se encontram entre nós e quantos surgiram... é o milagre da continuidade....
ano da foto: 1996
foto e texto: Ronaldo Lippi
sexta-feira, 1 de junho de 2012
CONCERTO PELA VIDA
EM PROL DO HOSPITAL DO CÃNCER
A.C. CARVALHO
TEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO
Praça Ramos de Azevedo
dia 20 de junho de 2012, às 20:00h
Orquestra ALLEGRO: regência: Maestro RENATO MISIUK
Participações: Giovanna Maíra e Brenner Bianco
TENOR: JORGE DURIAN
maiores informações: (11) 31728388 (11) 40968428
EM PROL DO HOSPITAL DO CÃNCER
A.C. CARVALHO
TEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO
Praça Ramos de Azevedo
dia 20 de junho de 2012, às 20:00h
Orquestra ALLEGRO: regência: Maestro RENATO MISIUK
Participações: Giovanna Maíra e Brenner Bianco
TENOR: JORGE DURIAN
maiores informações: (11) 31728388 (11) 40968428
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Na Alameda dos Nhambiquaras
Na Alameda dos Nhambiquaras esta residência cercada por todos os lados do comércio local e de alguns prédios, ainda resiste!
Marcia Ovando
sexta-feira, 25 de maio de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Moema e alguns dos seus prédios na década de 60
Prédio da Avenida dos Imarés quase esquina da Avenida Ibirapuera
No andar térreo tinha um salão de beleza bem conhecido,onde minha mãe dona Tina ajeitava os seus cabelos e cuidava de suas unhas!
Prédio da Avenida Cotovia esquina da Avenida Jauaperi
Neste prédio morava dona Laura professora de uma das minhas irmãs
Prédio da Avenida dos Maracatins esquina com a Avenida Moema
Nêste prédio moravam os irmãos Margarido, colegas do Colégio Estadual Alberto Levy
Marcia Ovando
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Em Moema "A VIDA ERA BELA"
1939 – começa a 2ª guerra. Walter, operário, 19 anos e Maria, empregada doméstica, 16 anos, ambos moradores de Moema, que então chamava-se Indianópolis, não se conheciam e enquanto alguns jovens do bairro lutavam numa guerra que não era deles, suas vidas continuavam, apesar do fantasma de uma possível convocação.
Em Moema havia um clube: o União de Indianópolis – uma sociedade com salão de baile e campo de futebol, este, na Alameda dos Maracatins. Foram seus presidentes nessa época, o Bigode e o Sr. Pinhão, dos quais infelizmente só lembramos os apelidos. Também havia o Antonio Saraiva, o Palha, que era diretor esportivo do clube.
Walter, o Meningite, apelido dado pelos colegas que se reuniam no Largo Franco, era goleiro do time de futebol e foi locutor do programa de calouros do clube, A Peneira, até que o substituíram por Jorge Frassati, melhor qualificado para ler os comerciais dos patrocinadores.
O Mario Cozel, chefe da mecânica na Fiação Campo Belo, também jogava no time e tinha uma cunhada que no final do ano emprestava um piano para a final de gala do concurso de calouros, ocasião em que as lojas patrocinadoras ofereciam os prêmios aos melhores. (Esse Mario Cozel, era o pai do Mario Cozel Filho, aquele jovem que foi morto na explosão de um carro bomba, na porta do 2º exército, durante a vigência do AI-5. Ele servia o exército e estava de sentinela naquela hora. O jipe foi abandonado ali e ele foi verificar de que se tratava. Era um atentado terrorista e ele morreu. Aquela praça em frente ao QG do 2º Exército tem o seu nome e um busto em sua homenagem).
Voltando ao União de Indianópolis, aos domingos o Narciso Vernise – o Homem do Tempo que todos conhecemos - irradiava pelo alto falante, as corridas de cavalo do Jóquei Clube, para os freqüentadores do campo de futebol. Um dia, durante um campeonato de várzea coberto pela Rádio Panamericana, ele foi notado e convidado pela equipe para apresentar, naquela emissora, o programa sobre metereologia.
O Ernesto Cinquetti, também fazia parte dessa turma e quando os pracinhas de Moema voltaram da guerra, ele mandou celebrar uma missa em ação de graças com a presença deles no campo de futebol da Fiação Indiana. Foi uma comoção geral!
Maria, freqüentava um cinema do bairro, acompanhada sempre pela mãe e pela melhor amiga – Nair. Não perdia um filme do Nelson Ed com a Janette Mac Donald – dramas cheios de sofrimento e música lírica. Muito bonita, Maria era comparada a atriz Mary Pickford.
Durante as sessões de cinema, nas cenas mais tristes, ouviam-se estrondosas gargalhadas na platéia. Era um grupo de rapazes, o Jorge, o Ricardo e o Nêgo, que incógnitos, divertiam-se em ridicularizar o comportamento das choronas de plantão e à saída, ficavam nas portas, zombeteiros, encarando as moças de olhos vermelhos e lacrimejantes.
Walter e Maria se conheceram nos bailes do União, namoraram e casaram-se em 1943. Enfrentaram juntos racionamentos, blckouts, desemprego e em 1945, no final da guerra, pouco antes de Hiroshima e Nagasáki, tiveram uma filha: eu.
texto e fotos enviados por Lidia Walder
sábado, 5 de maio de 2012
terça-feira, 1 de maio de 2012
Para Debora Manes
Menina morena
Risonha meia mulher.
O que espera ali em pé?
Menina mulher
Morena e risonha
Procura sua vida
Na porta da fé....
texto e fotografia de Iara Schaeffer
sábado, 28 de abril de 2012
Moema década de 70
FOTO AÉREA DO INÍCIO DOS ANOS 70
A foto aérea do início dos anos 70 revela um desengonçamento adolescente: a cidade se desenvolvia rápido em alguns lugares, mas se esquecia de outros.
A avenida larga que corta a foto é a Rubem Berta, inaugurada pouco tempo antes, e o aeroporto de Congonhas aparece na parte superior esquerda. E os bairros dos dois lados da avenida contrastam bastante entre si. Moema, à direita, embora ainda sem nenhum prédio de apartamentos, já está bem moderna. Mas o Planalto Paulista, do lado esquerdo, com suas ruas de terra, uns terrenos baldios e o córrego Paraguai (no canto inferior), ainda mantém um certo ar interiorano.
O contraste se manteve até 1978, quando a gestão Olavo Setúbal canalizou o córrego e construiu sobre ele a avenida José Maria Whitaker – que por sinal é feia de doer
fonte: Martin Jayo, economista e professor da Faculdade Getúlio Vargas
foto reproduzida de skycrapercity.com
quarta-feira, 25 de abril de 2012
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Alameda Iraé
Vovó Ida Lippi : na moto modelo Jawa os seus netos Roberto e Renato.
Ao fundo a construção do Grupo Escolar César Martinez na Alameda Iraé
ano da foto: 1953
enviada por: Ronaldo Lippi
Ao fundo a construção do Grupo Escolar César Martinez na Alameda Iraé
ano da foto: 1953
enviada por: Ronaldo Lippi
sábado, 14 de abril de 2012
Moema tem um semeador: Caetano Beccari
O SEMEADOR QUE MORA EM MOEMA
Morador de Moema defende o plantio de árvores frutíferas pela cidade como incentivo para a preservação da natureza
Caetano Beccari fez 87 anos em 2011 e como já o conheço há quase duas décadas, pude vê-lo um pouco mais jovem, embora como todos saibam juventude é um estado de espírito e nesse aspecto ele se mantém atuante e forte. Beccari plantou em sua casa, acerolas trazidas pelo filho que visitou o Amazonas, em sua casa onde também há um caquizeiro e o mais interessante é que ele mora em Moema, movimentado bairro da capital paulista, onde os aviões quase esbarram a barriga no topo dos edifícios, e pilotos e aeromoças podem dar “tchauzinho” antes de pousar no Aeroporto Congonhas.
Costumo chamá-lo de ouvinte número 1 porque em 1993, apresentando um programa de rádio na madrugada, solicitava aos ouvintes para que ligassem e o primeiro a telefonar foi ele registrando sua audiência. Suas ligações sempre participativas passaram a ser constantes e certa vez ao enfrentar um problema de rouquidão, diante do microfone, recebi dele um pedido para que fosse até sua casa onde suas acerolas que ele dizia conter 30% a mais de vitamina C que qualquer laranja, aguardavam por mim. Fui ao seu endereço e me surpreendi, Avenida Miruna próximo da Maracatins, fundos do Shopping Ibirapuera.
Sua casa é uma visita ao passado com televisão e aparelho de som dos anos 1970 que ainda funcionam. Ele ouve discos em vinil e alguns em 78 rotações que encontram lugar para serem executados. Até seu carro, um antigo Fusca, traz nostalgia mas a localização do imóvel é que impressiona, porque resiste entre aos arranha-céus, mesmo sendo casa térrea, vizinha por sinal de outra onde funciona um restaurante no qual Caetano Beccari e sua esposa Irma, costumam almoçar para não terem mais que ir ao fogão. “Fiz de minha casa um pequeno oásis no meio desse deserto onde só há fumaça e automóveis apressados”, comenta.
A residência de Caetano Beccari é o resquício do passado de um bairro que já teve chácaras, algumas ruas de terra e outras de paralelepípedo. Ele é do tempo em que Moema era bairro fabril, citando que no terreno do Shopping Center Ibirapuera funcionava uma fábrica de meias existindo ainda outras ao longo da avenida. “O bonde que seguia para Santo Amaro atravessava Moema e depois só parava em estações, porque do Campo Belo até o Largo Treze era zona rural”, explica para emendar em seguida que já fez de quase de tudo um pouco na vida. Foi aluno, por exemplo, da Escola Técnica de Aeronáutica que funcionou por uns tempos na Hospedaria dos Imigrantes e ali preparou soldados que lutaram pelo Brasil na Segunda Guerra Mundial. Beccari serviu na Força Aérea de 1945 a 1958, cuidando da manutenção e preparando motores para as aeronaves. Saiu oficial e depois trabalhou em fábrica de fios, oficina de automóveis, distribuição de doces caseiros, além de oferecer serviços de engenharia hidráulica a quem precise.
Mas foi mesmo em 1992, um ano antes de se tornar meu ouvinte, que ele se aposentou para se dedicar à sua verdadeira vocação: plantar árvores. Desde então, já foram mais de mil unidades plantadas dentro da cidade de São Paulo, a maior parte em canteiros do Hospital da Aeronáutica, no Campo de Marte. A maioria é de mangueiras estando algumas já altas em um terreno da Infraero lá em Moema, ao lado do shopping e bem perto de sua casa.
Tenente reformado da FAB ele circula com desenvoltura no meio militar e onde aparece um espaço, entre um quartel e outro, lá vai ele plantar uma árvore e até mesmo no Aeroporto de Cumbica já plantou, mantendo “suas filhas” catalogadas, segundo espécie e localização, em um livro de anotações mantido por ele. Sua maior área de plantio, entretanto, é mesmo no Campo de Marte, em Santana, onde cultivou mais de 340 unidades. Mas já semeou também em escolas, praças e condomínios. “Basta me chamar que eu levo a muda, pá, enxada, ancinho e regador”, avisa porque depois não quer dar trabalho ao interessado pedindo ferramentas. Antes de plantar, Beccari costuma fazer uma breve exposição de como se preservar a árvore e se convidado, também faz palestras encorajando outras pessoas a seguirem seu exemplo em nome da natureza.
Plantando foi que descobriu o gosto pela natureza ainda criança, na fazenda da família, em Santo Antônio da Posse, cidade onde nasceu, no interior de São Paulo auxiliando os pais na lavoura. Morou com eles até os 19 anos, depois veio para São Paulo, no ano de 1943, entrando para a Escola Técnica de Aeronáutica, mas nunca perdeu o hobby da jardinagem. Em sua casa, no canteiro de entrada, tem pau-brasil, erva-doce e acerola, “para encher os olhos dos vizinhos”, diz ele orgulhoso por sempre receber a visita dos moradores próximos e de estar sempre disposto em auxiliar quem quer que seja. A casa de Caetano Beccari não tem muros altos. Mantém os mesmos gradis que instalou na década de 1970. “Só faço o bem e acho que até os ladrões me respeitam”, diz sorrindo. Quisera todos pudesse envelhecer assim.
O botânico Gregório Ceccantini, do Departamento de Botânica da Universidade de São Paulo (USP), informa que é preciso conhecer a espécie antes de plantar, para que não cause problemas, como desequilíbrios ambientais ou a quebra de calçadas com suas raízes. A Prefeitura não recomenda o plantio de árvores por munícipes em locais públicos e para isso é preciso uma licença especial.
texto e fotos do jornalista e escritor Geraldo Nunes
domingo, 8 de abril de 2012
Rua Pariquera-açu
Rua Pariquera-açu ,rua pequenina entre a Avenida dos Eucaliptos e Avenida Cotovia.Assim como muitas ruas de Moema um dia já foi bem tranquila , gostosa demais para as brincadeiras de amarelinha.Numa das casas da rua, quase em frente a esta casa tôda florida morava um menino que eu achava o máximo, pois êle sabia andar de bicicleta,por um longo tempo, sem colocar as mãos no guidon!Para mim era mesmo o máximo!
Marcia Ovando
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"May, que saudades disso tudo! Uma delícia ler sua narrativa sobre dona Lurdes, retrata exatamente como ela era, como era o seu compercio de flores e o sucesso que fazia... muito mais do que as floriculturas do bairro, que tinham boa apresentação porém nenhuma delas cegavam a ter a variedade e a quantidade de flores do simples e até rustico comércio de dona Lurdes.
Revivi nos comentários da Mê, da Vera Dulce e outros, a época da juventude que vivemos....cine Graúna, ramalhetes de palmas embrulhados em celofone...ótimas lembranças.May grande beijo a você e as nossas amigas...." Vera Helena S, Brick